quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Terceira Conferência Internacional Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada




Conferência mundial de agricultura e alimentação começa nesta segunda-feira
Terceira Conferência Internacional Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada será realizada em Porto Alegre/RS, de 17 a 21 de setembro

Entre os dias 17 e 21 de setembro de 2018, a UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre/RS, sediará a III Conferência Internacional Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada. O tema central do encontro é Alimentos saudáveis, sociobiodiversidade e sistemas agroalimentares sustentáveis: inovações do consumo à produção. Ao longo de cinco dias, a Conferência vai reunir cerca de 170 especialistas de 36 países, em uma intensa programação que incluipainéis de escopo internacional, simpósios, apresentação de trabalhos científicos em grupos de trabalho temáticosrelatos de experiênciassaídas de campo e atividades culturais. Mais de 950 pessoas já se inscreveram para participar da Conferência e restam poucas vagas. 
Reconhecidos acadêmicos e especialistas, além de representantes de governos, instituições internacionais e lideranças de movimentos sociais participam dos painéis. O objetivo é refletir e debater diferentes visões sobre teorias, práticas e processos relacionados a sistemas agroalimentares sustentáveis e resilientes, contribuindo para a articulação e construção de uma nova agenda de pesquisas, estudos e ações. Entre os conferencistas, estão Patrick Caron (Presidente do Painel de Alto Nível de Peritos do Comitê de Segurança Alimentar Mundial - França), Elizabeth Mpofu (Coordenadora Geral da Via Campesina Internacional - Zimbabwe), Elisabetta Recine (Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - CONSEA - Brasil), Allison Blay Palmer (Diretora do Centro de Governança Internacional e Inovação - Canadá) e Hannah Wittman (Diretora Acadêmica Centro de Sistemas Alimentares Sustentáveis da Universidade da Colúmbia Britânica - Canadá). Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS), Mudanças Climáticas, Segurança e Soberania Alimentar, e Política e Governança são alguns dos assuntos que serão tratados durante as manhãs. Os painéis acontecem noSalão de Atos da UFRGS, com tradução simultânea.
Os Simpósios têm como objetivo contemplar uma ampla gama de discussões em torno da agricultura e alimentação. Ao todo, serão 20 simpósios durante a Conferência, que acontecem no início da tarde, em auditórios para públicos de cerca de 250 pessoas. Entre os palestrantes confirmados, estão Harriet Friedmann (Escola Munk de Assuntos Globais da Universidade de Toronto, Canadá), Marijke D´Haese(Departamento de de Economia Agrícola, Universidade de Ghent, Bélgica), Terry Marsden (Instituto de Locais Sustentáveis da Universidade de Cardiff, Reino Unido), Jan Douwe van der Ploeg (Universidade de Wageningen, Holanda), Rita Lobo (chef e apresentadora de TV, criadora do Panelinha) e Renato Maluf (Pós-graduação em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade CPDA/UFRRJ, Brasil).
Nos Grupos de Trabalho serão apresentadas pesquisas produzidas sobre temas como Sistema Alimentares Sustentáveis, programas de abastecimento, cadeias de produção e processamento, Dinâmicas e práticas de consumo, Governança e Inovação Social, gênero, Agrobiodiversidade, segurança e soberania alimentar, relações campo-cidade, políticas e mercados. O objetivo é criar condições para que pesquisadores, ativistas, formuladores de políticas, agentes públicos e privados possam discutir e compartilhar conhecimentos e estabelecer as bases teóricas, empíricas e metodológicas de questões que precisam ser aprofundadas. Ao todo, serão 21 Grupos de Trabalhos
Os Relatos de Experiência têm como objetivo possibilitar que grupos da sociedade civil organizada possam partilhar suas experiências e trajetórias. As experiências podem ser de cunho técnico ou popular, e não precisam ser apresentadas conforme uma estrutura teórico-metodológica. Agricultores e agricultoras, membros da sociedade civil organizada, movimentos sociais, comunidades tradicionais (indígenas, quilombolas, pescadores, pecuaristas familiares), organizações não-governamentais, redes, cooperativas, associações, projetos de extensão, submeteram seus relatos.

Informações cedidas por Agência de Assessoria de Imprensa, sem valor publicitário.

Cuidado, mau hálito pode ser sinal de doenças graves no organismo



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Especialista alerta que nem sempre o mau hálito é causado por doenças nos dentes, muitas vezes é uma reação do próprio organismo
Não é só na boca que podem estar as causas de um problema que atinge muitas pessoas: o mau hálito. É extremamente desagradável falar próximo de outra pessoa com mau hálito, mas como evitar?

Na maioria dos casos nós associamos com falta de higiene e doenças na região dos dentes, este sintoma pode estar indicando algo mais sério, que necessita de atenção e, muitas vezes, de intervenção médica, como inflamações nos brônquios, na laringe e no pulmão.

Para o cirurgião dentista Andrey Santos, as doenças respiratórias podem produzir secreções nestes órgãos, que causam cheiro forte. “Ao se resfriar ou ser afetado por um desses problemas, o ideal é aliar o tratamento da patologia com os cuidados com a boca. Escovar os dentes após cada refeição, usar fio dental, higienizar a língua e gargarejar com um enxaguante bucal são passos fundamentais para controlar o mau hálito nessa fase”, afirma o especialista.

Mas não são só as inflamações típicas deste período que causam o mau hálito. Doenças graves nos rins, diabetes e complicações no estômago podem ser “denunciadas” pela halitose. “O ar expelido possui um odor bem característico, semelhante à amônia ou urina. Por isso conseguimos desconfiar da doença e encaminhar o paciente para a especialidade a ser consultada”, completa Andrey.

O cirurgião afirma que, no caso das doenças renais, o corpo acumula ureia e creatina, já que o rim está comprometido e essas substâncias são expelidas no ar que sai pela boca. Já os diabéticos possuem um hálito característico de frutas envelhecidas, por causa da alteração na glicose. No estômago, a atenção deve ser redobrada com o câncer, pois o avanço da doença causa odores necróticos.

Dr Andrey alerta para os casos de complicações na boca, como cárie e tártaro, ou em doenças mais graves, a halitose é um aviso de atenção. Segundo o cirurgião, o sintoma só é natural quando se passam horas sem comer ou beber ou após a noite de sono. “A halitose, na maioria dos casos, é uma resposta do organismo para indicar o mau funcionamento de determinada parte do corpo. No caso dos problemas bucais, o tratamento pode ser facilmente realizado por tratamento odontológico indicado”, explica.

Dr Andrey Santos, Cirurgião Dentista

Mitos e verdades sobre alimentação para quem está em tratamento contra o câncer




A nutrição é um assunto importante durante o tratamento contra o câncer. Dependendo do tipo e da localização do tumor, da medicação proposta e das condições clínicas do paciente, aumentam as chances de desnutrição, comprometendo a qualidade de vida devido ao maior risco de infecção. Por outro lado, alguns pacientes ganham peso, o que pode afetar o resultado do tratamento a longo prazo.

Larissa Monteiro, nutricionista da primeira clínica do Brasil que une a oncologia integrativa e a oncologia estética, elenca cinco mitos e verdades sobre alimentação e cuidados para os pacientes que estão em fase de tratamento.

1. É comum pacientes oncológicos desenvolverem desnutrição e uma diminuição do sistema imunológico.
EM TERMOS. A nutrição tem grande importância na recuperação dos pacientes oncológicos e por isso um suporte nutricional adequado faz parte do tratamento integral e deve estar presente em todas as fases da doença. Durante o processo de quimioterapia podem ocorrer alterações que levam à diminuição do sistema imunológico. Há mais riscos de infecções por vírus, bactérias e fungos. Dessa forma, é necessário tomar alguns cuidados com a higiene e manipulação dos alimentos como: lavar as mãos com água e sabão antes e após a preparação dos alimentos e antes de comer; verificar a data de validade dos produtos, a integridade da embalagem; selecionar sempre gêneros frescos e íntegros de boa procedência. Alimentos congelados devem ser descongelados na geladeira ou micro-ondas e não podem ser novamente congelados. Evitar comprar queijos e frios previamente fatiados e cortados - prefira os que vêm lacrados da indústria; evitar carnes e peixes crus ou que não estejam bem cozidos ou bem passados; evitar ovos crus ou preparações que usem ovos crus ou com a gema mole. Lavar cuidadosamente em água corrente frutas, legumes e verduras. O ideal é deixar de molho em solução desinfetante à base de hipoclorito de sódio de acordo com as instruções do fabricante. Escorrer o excesso de água e seque com papel toalha e guarde em recipiente fechado.

2.  Associar a vitamina C à quimioterapia torna o tratamento mais efetivo.
Mito. A vitamina C é um antioxidante que tem várias funções no organismo como síntese de colágeno e neurotransmissores, além de aumentar a absorção de ferro no organismo. Sua biodisponibilidade está relacionada com a absorção intestinal, reabsorção e excreção renal. Os pacientes com câncer podem apresentar uma deficiência de vitamina C por uma baixa ingestão oral, por um aumento do estresse oxidativo e inflamação. A sua deficiência pode causar fadiga, dor, fraqueza, má cicatrização de feridas, entre outros sintomas. Estudos recentes relataram uma melhora de marcadores inflamatórios, melhora nos sintomas (fadiga, dor) e um possível benefício na qualidade de vida quando usado a administração de vitamina C intravenosa ou em combinação com a vitamina C oral em pacientes oncológicos. Entretanto os estudos apresentam cautela no uso da vitamina C (antioxidante). Pode  interferir na quimioterapia (terapia pró-oxidante), além de não relatarem efeito antitumoral. O mais seguro é que o paciente tenha uma ingestão de vitamina C adequada através da alimentação.

3. Associar o uso de suplementação de vitaminas e minerais pode beneficiar os pacientes em diferentes estágios do tratamento.
MITO. De acordo com o WCRF (World Cancer Research Fund International) e estudos recentes, o uso de suplementos de vitaminas e minerais em pacientes com câncer sem deficiência nutricional não é justificável, uma vez que a ingestão desses suplementos pode trazer efeitos indesejáveis em termos de comprometimento e eficácia do tratamento. Devido à inconsistência dos estudos, o melhor a fazer é uma uma nutrição adequada.

4.  A ingestão de alimentos industrializados, embutidos e processados prejudicam as pessoas que já tiveram câncer e hoje estão curadas.
VERDADE. A mudança para um hábito alimentar e estilo de vida saudável deve-se permanecer após o tratamento. Aconselha-se o paciente a manter um alto consumo de frutas, legumes e verduras de forma variada, dar preferência para carboidratos de absorção lenta (grãos integrais, batata doce, mandioca, cará, inhame, arroz integral), grãos e sementes (aveia, chia, semente de girassol), castanhas, gorduras boas (azeite extra virgem, abacate), menor consumo de carne vermelha e maior consumo de carne branca e proteína vegetal (feijão, grãos de bico, ervilha, milho, quinoa). Evitar alimentos processados e industrializados, açúcar, doces, carboidratos refinados (farinha branca), embutidos, refrigerantes, sucos industrializados é recomendado para todos, portanto, bem mais para quem já passou pelo tratamento.  O ideal é descascar mais e desembalar menos.

5. Uma alimentação vegetariana reduz o risco de a doença voltar.
EM TERMOS. Alguns estudos sugerem que dieta vegetariana pode conferir alguma ação protetora para o risco de câncer em geral, embora nem todos os estudos estejam de acordo, uma vez que existem outros fatores de risco para o desenvolvimento do câncer (fumo, álcool, sedentarismo, genética). Os estudos sugerem que ao retirar a carne, retira-se da alimentação nitrito, nitratos, aminas heterocíclicas e gordura saturada que causam inflamação, alteram a microbiota intestinal e diminui o fator de crescimento tumoral (IGF-1). Além disso, o alto consumo de vegetais e frutas prediz um menor risco para certos tipos de câncer. As frutas e os vegetais são ricos em fibras, antioxidantes, fitoquímicos que em conjunto com um estilo de vida saudável conferem uma proteção maior e menor incidência de câncer. Os vegetarianos e veganos sob orientação nutricional adotam um padrão alimentar adequado e um estilo de vida saudável, sendo assim a mudança para este padrão alimentar deve ser acompanhado por nutricionista e médico especialista a fim de evitar qualquer carência nutricional.

Saúde integrativa: A tendência de tratamentos com foco em saúde integrativa



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Saúde em Belo Horizonte: Vacinação contra o sarampo e a pólio está abaixo da meta em 30,4% das cidades mineiras


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Vacinas: Vacinas. Prevenir é melhor que remediar





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