sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Câncer de mama e câncer de próstata: novidades terapêuticas prometem frear a progressão das doenças



Câncer de mama e câncer de próstata: novidades terapêuticas prometem frear a progressão das doenças

Medicamentos chegam ao mercado para auxiliar no tratamento dos dois tumores que mais matam mulheres e homens

Liberado no início de agosto pela agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a comercialização do palbociclibe, medicação contra o câncer de mama voltada especificamente para os casos avançados, em que a doença já acometeu boa parte da região ou mesmo se espalhou para outros órgãos, é uma nova alternativa para o tratamento que promete estabilizar o tumor. Outro medicamento aprovado pela Anvisa é o enzalutamida para o tratamento do câncer de próstata não metastático resistente à castração. Segundo a agência, estudos realizados apontam que o medicamento reduziu em 70,8% o risco de agravamento da doença quando comparado ao placebo, além de ter aumentado a sobrevida livre de metástases de 14,7 meses das pessoas que usaram placebo para 36,6 meses no grupo que recebeu o medicamento.

“Na oncologia estamos conseguindo superar algumas barreiras com a aprovação de terapias e mais acessos ao tratamento do câncer. A aprovação desses medicamentos no Brasil permite que pacientes com câncer de mama e de próstata recebam tratamentos com mais eficácia com menos efeitos colaterais do que o que tínhamos à disposição. Isso permite uma vida com mais qualidade. Esses remédios permitem que o paciente possa seguir com uma vida mais próxima ao normal, e foque mais nas coisas importantes e pessoais, e menos na doença e no tratamento. Além disso, com um controle da doença por mais tempo, naturalmente se verifica uma expectativa de vida maior”, afirma André Deeke Sasse.


Segundo o oncologista, que também é professor de pós-graduação na FCM-Unicamp e preceptor dos residentes de Oncologia Clínica do Hospital PUC-Campinas, no sistema privado o tratamento para os dois tipos de tumores é feito de forma diferente do oferecido pelo Sistema Único de Saúde. “Infelizmente pelo alto custo, o SUS não disponibiliza esses medicamentos a toda a população. Somente pacientes no sistema privado conseguem acesso. E mesmo assim, nem todos planos de saúde cobrem às novas tecnologias. Isso porque a ANS, que regula a atuação dos planos, é morosa na avaliação da obrigatoriedade de cobertura aos tratamentos”, explica André.

De acordo com o especialista, estudos de impacto orçamentário e da relação custo-benefício devem ser feitos para garantir que o preço dos medicamentos seja justo, e que eles possam ser incorporados sem que haja risco à sustentabilidade dos sistemas de saúde.

Novas terapias: em busca da cura
O diagnóstico é câncer! Receber esta notícia, tempos atrás, significou sentença de morte. Mas hoje é muito diferente. Tecnologias avançadas, acessos aos estudos científicos, diferentes tipos de tratamentos e uma boa comunicação entre médicos e pacientes que resulta em melhores prognósticos, são algumas das ferramentas usadas na busca da cura e de controle da tão temida doença.  De acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) o até o final de 2019 serão diagnosticados 68.200 casos de tumores de próstata e 59.700 de tumores de mama no Brasil. No entanto, as recentes novidades em terapias-alvo prometem frear a progressão dos dois tipos de câncer que mais matam homens e mulheres no mundo.

* André Deeke Sasse, oncologista, professor de pós-graduação na FCM-Unicamp, membro titular da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) e da Sociedade Europeia de Oncologia (ESMO). Fundador do Grupo SOnHe – Sasse Oncologia e Hematologia e atua na coordenação da oncologia do Hospital Vera Cruz, do Instituto do Radium e do Hospital Santa Tereza. Desde abril de 2018, André assumiu a coordenação médica e preceptoria dos residentes de Oncologia Clínica do Hospital PUC-Campinas.


Trabalho escravo Fiscais resgatam 22 trabalhadores em fazenda de café em MG Ação ocorreu em Pratinha (MG); entre os resgatados estava um menor de idade



Trabalho escravo

Fiscais resgatam 22 trabalhadores em fazenda de café em MG

Ação ocorreu em Pratinha (MG); entre os resgatados estava um menor de idade

Fiscais do Ministério do Trabalho resgataram 22 trabalhadores rurais, incluindo um menor de idade, de lavoura de café na Fazenda Boa Esperança, em Pratinha (MG). Nenhum deles tinha registro em carteira. O grupo trabalhava das 5h30 às 18h, com a promessa de recebimento de R$ 10 por saca colhida.

Os trabalhadores foram recrutados nas cidades de Canarana, Irecê e Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. Na fazenda, eles estavam alojados em duas edificações sem condições mínimas de higiene e com instalações elétricas em mau estado. O empregador não fornecia roupas de cama e cobertores aos trabalhadores.

De acordo com a fiscalização, o alojamento não tinha local para preparo e consumo de refeições. Cada trabalhador tinha de comprar fogareiros e botijões de gás para o preparo de seus mantimentos. A fiscalização verificou também que os equipamentos de proteção individual não foram fornecidos pelo empregador.

“As irregularidades encontradas caracterizaram situação de grave e iminente risco à saúde e à integridade física dos trabalhadores, além da jornada exaustiva a que os trabalhadores estavam submetidos, que amoldaram a relação de emprego ali existente ao trabalho análogo à escravidão”, afirmou o coordenador da ação, o auditor-fiscal Humberto Monteiro Camasmie.

Os fiscais fizeram as rescisões dos 22 trabalhadores, que receberam os valores desde o início da prestação de serviço (R$ 109,9 mil) e tiveram as carteiras profissionais assinadas. O fazendeiro teve ainda de recolher R$ 14,4 mil de FGTS não declarado. Todos os trabalhadores receberam formulários para o seguro-desemprego.

A operação foi realizada no dia 17 de julho e contou com a parceria de auditores-fiscais do trabalho das gerências de Uberaba e Poços de Caldas.


Ministério do Trabalho

Neoescravismo ou escravidão moderna ataca na Europa, no mundo, principalmente na grande Alemanha, que é chamada de Bordel da Europ




Neoescravismo ou escravidão moderna ataca na Europa, no mundo, principalmente na grande Alemanha, que é chamada de Bordel da Europa

No Brasil, a escravidão moderna ou neoescravagismo, se nacionalizou ao se instituir como salário mínimo, o salário recebido pela maioria dos trabalhadores, 60% da massa ativa registrada.

Escravidão moderna, isso mesmo, ao comprar roupa ou qualquer outro produto, como peixe da Tailândia, que mantém trabalhadores "nos ferros" nas pesca, na prostituição de crianças, meninas das Filipinas que ficam à mercê de tarados que filmam a uma hora que compram pelo sexo.
Enfim, a Alemanha, líder em economia na Europa, é chamada hoje por seus compatriotas de Bordel da Europa, devido a escravidão sexual, principalmente de mulheres alemãs do Leste, arregimentadas por Lovers Boy, cafetões que fingem amá-las e as escravizam por dinheiro.
Grande absurdo, visto que, a escravidão foi abolida na Alemanha e resto do mundo. Mas, no Brasil, persiste no campo, na construção civil e outros, como no Pará nessa semana acharam 39 trabalhadores em regime de trabalho escravo. No mundo, isso ocorre em larga escala e envolvem
milhões de pessoas.

No país, do tudo se plantando dá, no paraíso, onde tem tudo, clima, minérios e todas a ordem de riqueza. O Escravagismo Moderno, vai para mais de 7 décadas que está instituído, principalmente depois da era Getúlio Vargas. O salário mínimo é instituição nacional que deveria estar em R$ 3.828,00 e segundo a CLT-Consolidações das Leis Trabalhistas, teria que agrupar lazer, moradia, alimentação, transporte, vestimenta. Enfim, o trabalhador deveria se manter, como a educação, saúde.

Ao contrário, obrigam atualmente, 60% dos trabalhadores brasileiros a sustentar famílias com 2 ou mais filhos em tudo. Ou seja, os filhos menores vão trabalhar e muitos casos de corrupção e trabalho infantil degradante ocorrem.

Marcelo dos Santos - MTb 16,539 SP/SP

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