sexta-feira, 3 de agosto de 2018

O Jornal de Saúde de convidado da Litlle George-Janssen, que lança medicamento, a chantagista

A Janssen Cilag, subdisiária da Johnson&Johnson, contratou agência de assessoria de notícias para evento de lançamento de remédio, a Selma Roloff (Little George), à qual envio convite ao Jornal de Saúde, para que participasse em São Paulo de palestras demonstrativas e discussões a respeito do lançamento do medicamento. Logo, com a intenção do Jornal de Saúde, divulgar notas ou matérias sobre o produto farmacêutico.
Depois de ler o convite, o diretor do Jornal de Saúde e jornalista profissional - MTb 16,539 SP/SP - Marcelo dos Santos, respondeu que poderia participar no dia combinado e reenviou email para a assessoria. Obviamente que a agenda começa a sofrer mudanças e até mesmo despesas surgem para a viagem, curta de apenas um ou dois dias, mas que demanda certo cuidados com vestimenta e outros utensílios profissionais, como celular, carga, notebook e outros que os jornalistas hoje precisam para executar sua profissão mais rápido e com qualidade.

Ontem, 01/08/18, já no final da tarde, liga uma pessoa da Janssen, pelo menos pediu todos os dados do Jornal de Saúde, aflitiva e depois afirmou que havia poucos convites e que mandaria os dados para ser aprovados. Ora, de convido estava agora na fila de espera, com despesas feitas, pronto para receber passagem e na expectativa. E, assim a agenda desmarcada várias visitas canceladas e nenhum contato da janssen@litllegeorge.com.br. 

De convidado, virou o Jornal de Saúde, pedinte para participar de lançamento de remédios de grande laboratório norte-americano, que em suma vai trazer lucro para a Janssen, ainda mais com a publicidade gratuita que geraria e ainda vai gerar por parte dos jornais, esse encontro, viagem e estadia patrocinada pelo laboratório Janssen.

Todo absurdo, reside nessa prática que com o advento da internet, blogs, redes sociais, sites, não tem mais relação de causa e efeito e é extremamente onerosa e com pouca ou quase nenhuma ética para os veículos. Pode ser grandes ou pequenos. Antes, tinha razão de ser essa mídia espontânea, que de alguma maneira era uma informação a mais para o jornalista, para a secretaria de redação, para a pauta do dia. Mas, hoje existem zilhões de informações e através de pesquisa se faz pauta até melhor.

Os escritórios ou agências de Relações Públicas, Imprensa, que são poucos, pois misturam publicidade com jornalismo, o que não tem nada a comparar, somente a redação e mesmo assim, são bastante diferentes uma da outra, enquanto uma visa a informar, criticas, comparar a outra visa vender, atrair olhares e decisões para a pessoa comprar, gastar e tomar decisões a produtos, no caso remédios para psoríase, problema auto-imune, que praticamente não tem cura.

Geralmente, esses medicamentos já existem, foram lançados na Europa e USA, por algum motivo, não darem muito certos, o que eles fazem, mudam alguma coisa, às vezes até mesmo a cor da pílula, coloca mais algum componente adicional e relança no Brasil, ou na América Latina. Em mercado consumidor menos exigente e com muitos problemas de saúde.

Agora, quem vai pagar o prejuízo do jornalista do Jornal de Saúde, a agência? o Laboratório Janssen? fica a dúvida, na hipótese, mais provável, ninguém.  O mais, grave, é que a humilhação existe, e sequer desculpas, se recebe por parte desses profissionais envolvidos. Parece que o dinheiro, a multinacional lhes empondera para sejam melhores que os demais, até mesmo seus colegas.

Conclusão, às 20h20 liga de São Paulo, pelo 011-993346641 uma pessoa que se intitula assessora da Litlle George, associada da Janssen, e começa a falar e a falar e a expor todas as desculpas e até currículo e tempo de jornalismo. Por último, avisa, agora, que não serei recebido no evento, não tem passagem para mim. E, que minha proposta para repor danos, que é de trabalho, ou melhor, uma página no Jornal de Saúde para o laboratório, institucionalmente, demonstrar seu produto. Ela diz que não tem possibilidade, nenhuma.

Depois de falar muito, pedir desculpas e jogar toda a culpa em pessoas que faltaram no serviço, em estagiária. Ela como esmola, afirma que se eu mandasse as notas fiscais das despesas que tive com mochila e outros, mesmo sendo contra, sempre frisando, que encontro de jornalista, é informal, essa sra. Andréa, afirma que reembolsaria.

Obviamente, me recusei de enviar notas fiscais e lhe perguntei, se enviar um Nota Fiscal de notebook no valor de R$ 1.500,00 a sra. me reembolsaria, e respondi, não. Então qual o motivo de eu ter que provar para senhora minhas despesas, minha agenda, meus dias dedicados para o evento, o qual não vou?

Essa sra. afirmou em alto e bom som, que eu estava a chantageando, porque não queria mandar notas, me submeter a mais humilhação ainda. Não a tratei, bem mesmo, não, tarde da noite, ao invés de retratação, fui mais humilhado e ofendido. De convidado para evento me transformei em chantagista. Essa é a imprensa brasileira, cooptada, totalmente pela elite, pela cultura simbólica, que a todos compra, intimida, pois, até então estava o Jornal de Saúde, no seu trabalho humilde, sério e mesmo com toda a falta de patrocinadores, competente. 

Esclareça-se, que a Litlle George, é agência de publicidade e assessoria de imprensa da Janssen, por ora aparece, como empresa e como laboratório, que é a janssen




Marcelo dos Santos - jornalista - MTb - 16.539 SP/SP


Mitos e verdades sobre a infertilidade


Muitas mulheres e muitos casais sonham com o dia em que terão filhos. Esse anseio, porém, pode ser afetado por problemas inesperados de infertilidade, além de uma gravidez tardia e outros fatores que diminuem as possibilidades de uma gestação natural. Segundo a ginecologista e especialista em reprodução assistida Cláudia Navarro, quando se consegue detectar a causa da infertilidade, cerca de 40% destas causas  são atribuídas à mulher, 40%, ao homem, e 20%, a ambos. Para esclarecer dúvidas sobre infertilidade, a médica lista algumas questões comuns. Confira:
1 - Mulheres que usam continuamente pílulas anticoncepcionais para evitar a menstruação podem ter problemas futuros para engravidar?
Não. Contraceptivos  hormonais não diminuem a fertilidade. O uso da pílula, entretanto, seja continuamente ou com intervalos,  pode mascarar problemas no ciclo menstrual. Segundo Cláudia Navarro, a contracepção hormonal pode ser uma ótima alternativa, mas deve sempre ser individualizada e prescrita por um médico após avaliação clínica criteriosa.
2 - Homens que usam roupas íntimas muito apertadas podem ter problemas de infertilidade?
Sim! Embora os casos sejam raros, o aumento na temperatura provocada pelo uso de roupas apertadas, assim como o contato direto com altas temperaturas, pode afetar a qualidade da produção dos espermatozoides. “Outro problema que pode afetar a fertilidade é o excesso de tempo sentado, como ciclistas que praticam o esporte diariamente por longas horas, extraordinariamente motoristas que usam roupas apertadas e ficam muito tempo assentados, além daqueles que lidam diretamente com alguns tipos de produtos químicos”, lembra a especialista.
3 – O café pode aumentar a produção de espermatozoides?
Mito! Embora alguns estudos digam que, em doses baixas ou moderadas, o café provoca um estimulo nas células lactato, um elemento essencial para a espermatogénese acontecer, não há nenhuma evidência cientifica que comprove isso. Pelo contrário, as evidencias mostram um resultado negativo do excesso da cafeína principalmente na fertilidade feminina.
4 - O uso do DIU pode gerar algum problema relacionado à fertilidade?
Sim! A inserção do Dispositivo Intra uterino -  DIU quando não realizada de maneira correta e pelo profissional habilitado, pode facilitar a entrada de bactérias no trato reprodutivo superior promovendo infecção nas trompas. A sequela destas infecções pode resultar em obstrução tubária com consequente infertilidade. “O procedimento para colocar o DIU deve ser feito por um ginecologista capacitado, e o acompanhamento deve ser constante”, alerta Cláudia Navarro.
5 - A obesidade pode levar à infertilidade?
Sim! O excesso de peso pode provocar alterações hormonais que irão culminar com a  anovulação crônica, que é a ausência de ovulação com consequente infertilidade. Além disto, aquelas pacientes que conseguem engravidar e que se encontram acima do peso, apresentam um maior índice de aborto e de complicações na gravidez. Segundo a médica, manter hábitos saudáveis de vida favorece o organismo como um todo, não somente a parte reprodutora.
6 - Mulheres que se submetem à quimioterapia podem ficar estéreis?
Verdade! A quimioterapia pode provocar uma diminuição nas células germinativas tanto na mulher (óvulos) como no homem (espermatozoides), o que pode resultar em infertilidade. Hoje, com os altos índices de sobrevida no tratamento do câncer, tem se preocupado muito com a qualidade de vida dos sobreviventes E a manutenção da fertilidade destas pessoas já pode ser programada através do congelamento prévio dos gametas. “A técnica de congelamento de óvulos  ou de sêmen é indicada para aqueles pacientes que irão se submeter ao tratamento contra o câncer, antes do início deste tratamento, para que possam considerar uma gravidez futura”, lembra a ginecologista.
8 - Mulheres que recorrem à fertilização in vitro terão gestação múltipla?
Não. Com o avanço da tecnologia, a reprodução assistida tem ganhado cada vez mais precisão em seus resultados. “A técnica tem possibilitado formas eficientes para reduzir ao máximo a taxa de gemelaridade nas gestações”, afirma Cláudia Navarro.

 Assessoria de imprensa, dados e informações de profissional acima.

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