terça-feira, 17 de julho de 2018

O quê empresas de exames como a TomoCenter tem a esconder que não atender ao Jornal de Saúde?

A empresa TomoCenter, especializada em tomografia, em Belo Horizonte, Minas Gerais, sistematicamente, parece que tem algo para esconder. Não atende jornalistas, coloquem pessoas do marketing e da publicidade, muitas despreparadas para o atendimento e que ficam mais de semanas, até mesmo, mês para marcar uma entrevista com profissional o direitor clínico.

A pergunta que fica é o que essas empresas de exames, que hoje é quase que uma ditadura, qualquer atendimento clínico preciso de exames, e não é apenas um ou dois, às vezes, são vários onde a pessoa gasta tanto o tempo quanto muito dinheiro e expectativa.

A população foi ensinada, quase que doutrinada, em confiar cegamente nesses exames. Só que os exames não conseguem detectar doenças e preveni-las, são raros, não é excelência da TomoCenter, são todos. Os exames são comprobatórios e evidenciam, infelizmente quadros de doenças já em grau avançado.

A prevenção e muitas práticas que a medicina convencional e práticas integrativas utilizam, como agora são oferecidas no SUS-Sistema Único de Saúde, é um dos caminhos mais seguros para a prevenção e para essa falsa expectativas de exames e de alta tecnologia que não salva ninguém, ajuda ao profissional competente e que conhece, tanto ler os exames, não apenas resultados como comparar e aplicar terapias e remédios corretos. Afora isso, é jogar dinheiro na água.

É lamentável que profissionais da medicina pensem dessa maneira, atualmente, os médicos estão na vanguarda da ignorância e do preconceito, parece que uma grande maioria age com medo de esclarecer a população corretamente sobre a ciência médica, que não é exata, portanto cheia de infalibilidades.

Marcelo dos Santos - jornalista - MTb 16,539 SP/SP

ANVISA aprova primeiro medicamento subcutâneo para o tratamento da hemofilia A


 O medicamento emicizumabe, o primeiro com administração semanal, foi aprovado pela ANVISA e é inicialmente indicado para pessoas com Hemofilia A com inibidores contra o fator VIII da coagulação.
 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) acaba de aprovar o medicamento HEMCIBRA (emicizumabe), da Roche Farma Brasil, para o tratamento da hemofilia A em pessoas que desenvolveram inibidores contra o fator VIII da coagulação, um distúrbio hereditário que afeta o sistema de coagulação e faz com que os pacientes tenham dificuldade de estancar sangramentos espontâneos ou causados por traumas. Isso ocorre devido à ausência, no sangue, do Fator VIII, uma proteína que atua nesse processo.

Cerca de 30%¹ das pessoas que possuem a forma grave da doença desenvolvem inibidores, que são capazes de neutralizar o efeito do fator infundido no organismo para o tratamento e, por conta disso, a terapia de reposição padrão deixa de ser eficaz nesses pacientes. Foram realizados quatro grandes estudos clínicos, em escala mundial, que evidenciam o potencial do novo medicamento emicizumabe, para melhorar o tratamento das pessoas que sofrem com este distúrbio. Esta é a primeira inovação no mercado de hemofilia A desenvolvida nos últimos 20 anos.

Os estudos clínicos que serviram de embasamento para a aprovação do fármaco demonstraram   redução significativa dos episódios de sangramento em adultos e crianças com e sem inibidores contra o Fator VIII, quando comparado com as terapias atuais disponíveis no mercado. Além disso, devido à possibilidade de administração subcutânea e uma vez por semana, o impacto da aplicação da droga nos pacientes é menor, quando comparado com a administração profilática das drogas disponíveis hoje, que é intravenosa e, pelo menos, 3 vezes por semana. Hemcibra demonstrou, assim, eficácia superior com suas aplicações subcutâneas semanais e bom perfil de segurança.

No HAVEN 1, o primeiro dos quatro estudos de fase III realizados pela farmacêutica, houve diminuição de 87% na taxa anualizada de sangramento, quando comparado com os agentes de by-pass, nos pacientes maiores de 12 anos de idade com inibidores contra o Fator VIII e tratados com a molécula em profilaxia. Enquanto no HAVEN 2, que analisou o uso da droga em crianças de 2 a 12 anos, esta mesma analise gerou redução  de 100% na comparação intrapaciente.

Os estudos mais recentes, HAVEN 3 e HAVEN 4, publicados durante o congresso da Federação Mundial de Hemofilia, verificaram o uso de emicizumabe em adultos e adolescentes com hemofilia A com, pelo menos, 12 anos de idade. No HAVEN 3, 55,6% dos pacientes sem inibidores do Fator VIII tratados com o fármaco semanalmente e 60% dos que fizeram uso a cada duas semanas, não tiveram sangramentos. Já na última pesquisa clínica realizada, com aplicação da molécula a cada 4 semanas, 56,1% não apresentaram sangramentos e 90,2% tiveram menos de três no período da análise.

“A aprovação da ANVISA redefine as possibilidades de tratamento para pessoas com hemofilia A com inibidores do Fator VIII”, afirma Lenio Alvarenga, diretor médico da Roche Farma Brasil. “É de extrema importância disponibilizarmos uma opção de terapia comprovandamente eficaz na prevenção e redução da frequência de episódios hemorrágicos de forma flexível, eficiente e segura às pessoas que convivem com a hemofilia”.

Sobre os estudos

Haven 1
Estudo de fase III, multicêntrico, aberto e randomizado que avalia a eficácia, a segurança e a farmacocinética da profilaxia com emicizumabe versus tratamento sob demanda e profilático com agentes “bypass” em pessoas com hemofilia A e inibidores do Fator VIII. Incluiu 109 pacientes de 12 anos de idade ou mais. As análises realizadas no estudo HAVEN 1 demostraram uma redução em 87% na taxa de sangramentos, nos pacientes tratados com emicizumabe em profilaxia. Após 31 semanas de observação, 68,6% dos pacientes que receberam a molécula não tiveram sangramentos espontâneos, em comparação com 11% dos que receberam “agentes by-passing” sob demanda.

Haven 2
Estudo de fase III, braço único, multicêntrico e aberto que avalia a eficácia, a segurança e a farmacocinética da administração subcutânea de emicizumabe uma vez por semana versus tratamento sob demanda e profilático com agentes “bypass” em crianças de 2 a 12 anos. Análise após uma mediana de 12 semanas de tratamento incluiu 19 crianças com menos de 12 anos de idade com hemofilia A e inibidores do Fator VIII de coagulação, que necessitam de tratamento com agentes de “bypass”.
Após 12 semanas de acompanhamento, o estudo revelou que apenas 1 dos 19 pacientes relatou episódios de sangramento que precisaram de tratamento e que não houve sangramentos articulares ou musculares. Na comparação intra-paciente foi observado uma redução de 100% nos sangramentos durante o tratamento com emicizumabe, incluindo os que usaram agentes “by-passing” profilático ou sob demanda previamente.

HAVEN 3
HAVEN 3 é um estudo de fase III, multicêntrico, aberto, randomizado, que avalia a eficácia, a segurança e a farmacocinética da profilaxia com emicizumabe versus tratamento sob demanda e profilático com fator VIII em pessoas com hemofilia A sem inibidores do fator VIII. O estudo incluiu 152 pacientes com hemofilia A (12 anos de idade ou mais) que haviam sido previamente tratados com fator VIII sob demanda ou profilático. Os pacientes previamente tratados com fator VIII sob demanda foram randomizados na proporção de 2:2:1 para receberem profilaxia com Hemcibra por via subcutânea na dose de 3 mg/kg/semana por quatro semanas, seguida por 1,5 mg/kg/semana até o final do estudo (grupo A), profilaxia com emicizumabe por via subcutânea na dose de 3 mg/kg/semana por quatro semanas, seguida por 3 mg/kg/2 semanas por pelo menos 24 semanas (grupo B), ou nenhuma profilaxia (grupo C). Os pacientes previamente tratados com fator VIII profilático receberam profilaxia com emicizumabe por via subcutânea, na dose de 3 mg/kg/semana por quatro semanas, seguida por 1,5 mg/kg/semana até o final do estudo (grupo D). O protocolo permitia o uso de fator VIII para tratamento de novos episódios de sangramento.

HAVEN 4
 
HAVEN 4 é um estudo de fase III, multicêntrico, aberto, randomizado, com um só grupo, que avalia a eficácia, a segurança e a farmacocinética da administração subcutânea de emicizumabe a cada quatro semanas. O estudo incluiu 48 pacientes (12 anos de idade ou mais) com hemofilia A com ou sem inibidores do fator VIII e que haviam sido previamente tratados com fator VIII ou agentes de bypass profiláticos ou sob demanda. O estudo teve duas partes: uma fase introdutória de farmacocinética e uma coorte de expansão. Todos os pacientes da fase introdutória de farmacocinética haviam sido previamente tratados sob demanda e receberam emicizumabe por via subcutânea, na dose de 6 mg/kg para caracterização completa do perfil farmacocinético após uma dose única durante quatro semanas, seguida por 6 mg/kg a cada quatro semanas por pelo menos 24 semanas. Os pacientes da coorte de expansão receberam profilaxia com emicizumabe por via subcutânea, na dose de 3 mg/kg/semana por quatro semanas, seguida por 6 mg/kg a cada quatro semanas por pelo menos 24 semanas. O protocolo permitia o uso de fator VIII ou agentes de bypass para tratamento de novos episódios de sangramento, dependendo da condição do paciente quanto a inibidores do fator VIII, tratamento sob demanda e profilático com agentes “bypass”

Referências:
1.        Matéria da revista científica da Faculdade de Medicina de Campos - http://www.fmc.br/revista/V6N1P07-13.pdf. Acessado em 20/06/2018.

Todas as doenças : Todas as doenças


Todas as doenças
Atualização diária 17 de julho de 2018


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