terça-feira, 15 de maio de 2018

Teresina sedia o 6º Meeting das Instituições de Assistência aos Servidores Públicos e discute a gestão dos sistemas no País


Haverá também temas voltados à Oncologia, Custos e OPME

A cidade de Teresina (PI) sedia o 6° Meeting das Instituições de Assistência aos Servidores Públicos, nos dias 17 e 18 de maio, no Luxor Piauí Hotel. O encontro é uma iniciativa do Conselho Nacional das Entidades de Saúde dos Servidores Públicos (Conessp), que representa 12 institutos estaduais.
Serão discutidos, durante dois dias, diversos assuntos entre eles a gestão dos sistemas de saúde, OPME (protocolos de indicação X custos), Rede Nacional de Atendimento, Reabilitação Oral, Custos na Oncologia entre outros temas de interesse dos participantes.
No encontro, também acontecerá a assembleia geral da entidade que vai definir os próximos passos do Conselho e as iniciativas para aumentar a representatividade no país.
Para o presidente do Conessp, Latif Abrão Jr., o Conessp está no caminho de sua consolidação. “Somos responsáveis por 12 milhões de vidas no país. O objetivo é ter regras comuns para que esses usuários possam usufruir da assistência em todo território nacional.”

Baixa imunidade pode ser uma das maiores causas de gripe









 

Especialista fala sobre fatores que podem contribuir com a baixa proteção do corpo humano



Quem nunca pegou uma gripe forte e precisou de muito repouso e medicamentos para se curar? E quem nunca achou que pegou uma gripe porque estava com a imunidade baixa? Mas o que é a imunidade?

A imunidade é a proteção do corpo contra enfermidades e doenças, mais especificamente, as infecções. Algumas pessoas têm uma proteção, mas que não é o suficiente para criar anticorpos que defendam sua saúde de doenças como gripes e infecções de garganta, por exemplo. De acordo com o nutrólogo Maximo Asinelli, vários fatores podem fazer com que a imunidade do corpo seja baixa. ‘‘Variações hormonais, como a menstruação ou uma gravidez, hábitos alimentares não saudáveis e não fazer atividades físicas, podem ser alguns desses fatores’’, afirma o especialista.

Para tratar esse tipo de sintoma e aumentar a imunidade do corpo, existem vários medicamentos que podem auxiliar na melhora de uma pessoa, mas, na contramão disso, esses medicamentos podem ser prejudiciais à saúde, em outro aspecto, por conter em sua fórmula substâncias não habituais ao corpo humano. Para diminuir os efeitos colaterais, especialistas como Maximo Asinelli indicam o Soro da Imunidade. ‘‘Esse soro é menos agressivo ao corpo humano’’, diz o médico. Para ele, o soro é indicado em vários casos. ‘‘Pessoas que sempre ficam doente, estão com a imunidade sempre baixa e têm dificuldade na reparação dos tecidos da pele, por exemplo, podem tomar esse soro, claro que, se indicado por um médico responsável’’, afirma.

O soro da imunidade é aplicado na veia a cada 15 dias e, segundo o nutrólogo, o tratamento pode variar de 4 a 8 aplicações.

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Mitos e verdades sobre a infertilidade








Mitos e verdades sobre a infertilidade
Muitas mulheres e muitos casais sonham com o dia em que terão filhos. Esse anseio, porém, pode ser afetado por problemas inesperados de infertilidade, além de uma gravidez tardia e outros fatores que diminuem as possibilidades de uma gestação natural. Segundo a ginecologista e especialista em reprodução assistida Cláudia Navarro, quando se consegue detectar a causa da infertilidade, cerca de 40% destas causas  são atribuídas à mulher, 40%, ao homem, e 20%, a ambos. Para esclarecer dúvidas sobre infertilidade, a médica lista algumas questões comuns. Confira:
1 - Mulheres que usam continuamente pílulas anticoncepcionais para evitar a menstruação podem ter problemas futuros para engravidar?  
Não. Contraceptivos  hormonais não diminuem a fertilidade. O uso da pílula, entretanto, seja continuamente ou com intervalos,  pode mascarar problemas no ciclo menstrual. Segundo Cláudia Navarro, a contracepção hormonal pode ser uma ótima alternativa, mas deve sempre ser individualizada e prescrita por um médico após avaliação clínica criteriosa.
2 - Homens que usam roupas íntimas muito apertadas podem ter problemas de infertilidade?
Sim! Embora os casos sejam raros, o aumento na temperatura provocada pelo uso de roupas apertadas, assim como o contato direto com altas temperaturas, pode afetar a qualidade da produção dos espermatozoides. “Outro problema que pode afetar a fertilidade é o excesso de tempo sentado, como ciclistas que praticam o esporte diariamente por longas horas, extraordinariamente motoristas que usam roupas apertadas e ficam muito tempo assentados, além daqueles que lidam diretamente com alguns tipos de produtos químicos”, lembra a especialista.
3 – O café pode aumentar a produção de espermatozoides?
Mito! Embora alguns estudos digam que, em doses baixas ou moderadas, o café provoca um estimulo nas células lactato, um elemento essencial para a espermatogénese acontecer, não há nenhuma evidência cientifica que comprove isso. Pelo contrário, as evidencias mostram um resultado negativo do excesso da cafeína principalmente na fertilidade feminina.
4 - O uso do DIU pode gerar algum problema relacionado à fertilidade?
Sim! A inserção do Dispositivo Intra uterino -  DIU quando não realizada de maneira correta e pelo profissional habilitado, pode facilitar a entrada de bactérias no trato reprodutivo superior promovendo infecção nas trompas. A sequela destas infecções pode resultar em obstrução tubária com consequente infertilidade. “O procedimento para colocar o DIU deve ser feito por um ginecologista capacitado, e o acompanhamento deve ser constante”, alerta Cláudia Navarro.
5 - A obesidade pode levar à infertilidade?
Sim! O excesso de peso pode provocar alterações hormonais que irão culminar com a  anovulação crônica, que é a ausência de ovulação com consequente infertilidade. Além disto, aquelas pacientes que conseguem engravidar e que se encontram acima do peso, apresentam um maior índice de aborto e de complicações na gravidez. Segundo a médica, manter hábitos saudáveis de vida favorece o organismo como um todo, não somente a parte reprodutora.
6 - Mulheres que se submetem à quimioterapia podem ficar estéreis?
Verdade! A quimioterapia pode provocar uma diminuição nas células germinativas tanto na mulher (óvulos) como no homem (espermatozoides), o que pode resultar em infertilidade. Hoje, com os altos índices de sobrevida no tratamento do câncer, tem se preocupado muito com a qualidade de vida dos sobreviventes E a manutenção da fertilidade destas pessoas já pode ser programada através do congelamento prévio dos gametas. “A técnica de congelamento de óvulos  ou de sêmen é indicada para aqueles pacientes que irão se submeter ao tratamento contra o câncer, antes do início deste tratamento, para que possam considerar uma gravidez futura”, lembra a ginecologista.
8 - Mulheres que recorrem à fertilização in vitro terão gestação múltipla?
Não. Com o avanço da tecnologia, a reprodução assistida tem ganhado cada vez mais precisão em seus resultados. “A técnica tem possibilitado formas eficientes para reduzir ao máximo a taxa de gemelaridade nas gestações”, afirma Cláudia Navarro.





  Você já parou para pensar quanto tempo você fica sentado por dia? Em um cálculo rápido, se você contabilizar o tempo de ida e volta ao trabalho, o horário de trabalho, o horário das refeições e as horas em frente a TV, você pode chegar numa média de 11 horas por dia ou mais. Em um dia que tem 24 horas, no qual se dorme em média 8 horas, o tempo que você fica de pé é de cerca de 5 horas ou menos, dependendo do caso. Ou seja, você passa 70% do tempo sentado!

Entretanto, o corpo humano não foi feito para ficar parado e muito menos sentado tantas horas. Estudos mostram que quanto maior o tempo que você fica sentado, maiores os riscos de engordar, desenvolver doenças crônicas e morrer de forma precoce. Mas, além de todos os malefícios de ficar sentado, a questão é que as pessoas se sentam da forma errada, o que agrava ainda mais o problema.

Segundo a fisioterapeuta Walkiria Brunetti, o corpo acaba se acostumando com as posturas incorretas, porque o cérebro se acostuma. “Chega um momento em que o cérebro entende que aquela postura está boa ou se tornou um hábito para aquela pessoa porque não a incomoda. Mas, os efeitos da má postura irão se acumular e podem causar sérios problemas na saúde musculoesquelética”.

Veja agora os 5 erros mais comuns na hora de sentar-se, tanto no trabalho quanto na escola ou universidade:

1.Sentar-se sobre uma das pernas: Esta postura é péssima para a saúde musculoesquelética. Isso porque essa posição sobrecarrega joelhos, quadris e coluna. Leva a um desgaste maior das articulações dos joelhos, principalmente, e ao encurtamento dos músculos dos quadris, coxas e coluna. “Também pode levar à contratura, um processo inflamatório que leva a dores musculares. Além de todos esses malefícios, mulheres com tendências a varizes devem ficar atentas, pois essa posição prejudica a circulação sanguínea nas pernas e pode agravar o quadro”, adiciona Walkiria.


2. Sentar-se com as pernas cruzadas: Pode até parecer elegante, mas causa um enorme prejuízo para a saúde musculoesquelética. “Prejudica os quadris, podendo levar a um desvio, como também ao encurtamento da musculatura da bacia. Também pode causar dor no nervo ciático e afeta a circulação de sangue nas pernas, aumentado a chance de desenvolver varizes”, diz a fisioterapeuta.


3. Sentar-se na borda da cadeira: Quem nunca sentou na beirada da cadeira para achar certo conforto depois de horas sentado? Entretanto, sentar assim é prejudicial para a coluna, podendo causar um processo inflamatório nos músculos do core (que estabilizam a coluna). “Outro ponto é que esta posição comprime muito a área do cóccix, podendo causar dores na região. A chance de curvar-se para frente também é maior, piorando a cifose (corcunda)”, explica Walkiria.


4. Sentar-se com a cadeira na altura inadequada: Segundo Walkiria, a altura da cadeira, principalmente para usar o computador ou estudar, é fundamental para prevenir dores musculares. Cadeiras em posição muito alta, sem deixar os pés tocarem o chão; ou cadeiras muito baixas, que forcem as pernas contra o chão, são prejudiciais. Aqui as dores podem afetar pescoço, ombros, braços, pernas e costas.


5. Sentar-se sem apoio nas costas: Algumas cadeiras têm um design lindo, porém não são pensadas para dar apoio à coluna. “Sem o apoio correto para a coluna, as dores podem afetar o pescoço, costas e até mesmo o braço. Quando a pessoa tende a vir para frente, também piora a corcunda (cifose), assim como a musculatura abdominal pode ficar mais flácida, dando o aspecto de saliência para a barriga”, diz Walkiria.

8 passos para sentar-se de forma correta

 

  1. Escolha uma cadeira ergonômica, com apoio para as costas e braços, além de regulagem de altura
  2. A altura certa é aquela em que os pés ficam retos no chão, sem pressionar as coxas
  3. A coluna deve ficar reta, apoiada no encosto da cadeira
  4. Os joelhos e quadris precisam formar um ângulo igual ou maior que 90 graus
  5. As dobras dos joelhos devem encostar no assento da cadeira, porém sem fazer pressão
  6. Os ombros devem estar relaxados com cotovelos próximos ao corpo
  7. O monitor precisa estar na altura dos olhos, distante cerca de 50 cm do rosto
  8. A cadeira precisa se encaixar embaixo da mesa, porque cadeiras com braços altos (que não entram embaixo da mesa) obrigam a pessoa a manter-se longe, aumentando a tendência de levar o corpo para frente para digitar

Acabando com os vícios de postura
Walkiria lembra que quem trabalha sentado, deve se policiar para levantar-se a cada 40 minutos, alongar-se, caminhar para pegar água, etc.

Mas, talvez acertar a posição na cadeira não seja suficiente quando a adoção de posturas incorretas já se tornou um hábito. Com isso, pode ser necessário um trabalho de fisioterapia para corrigir os vícios.

“Podemos trabalhar com a RPG (Reeducação Postural Global). Depois, uma ótima indicação seria o paciente praticar Pilates. O método é excelente para a postura, assim como fortalece os músculos do core que dão estabilidade para a coluna, o que também ajuda a adotar posturas mais saudáveis”, finaliza Walkiria.

Como a farmácia de manipulção pode ajudar nas dores de pessoas da Terceira idade



Remédios e suplementação de manipulados são excelentes aliados para envelhecer com saúde e qualidade de vida

Com o passar dos anos, a degeneração do corpo é um dado adquirido e inevitável, tornando-o mais afeito ao aparecimento de tensões e dores musculares. Além disso, o envelhecimento do mecanismo cerebral, que inibe a dor, provoca dois efeitos específicos da idade: a percepção da dor demora mais tempo para chegar ao cérebro e os impulsos de dor se tornam muito mais intensos. Em outras palavras, o idoso demora mais a sentir a dor, e, quando sente, é percebida com mais intensidade. Ou seja, não é “frescura”, ou “drama”, os idosos realmente são mais sensíveis aos episódios de dor.

O envelhecimento traz essas mudanças. A primeira é no impacto direto: ao se chocar com algum objeto, queimar-se ou cair, a percepção da dor demora mais tempo para chegar ao cérebro. Logo, o idoso corre o risco de se expor, por mais tempo, ao perigo e agravar uma situação que poderia ser mais leve. O outro ponto relaciona-se com a função inibitória do cérebro, que em jovens funciona rapidamente para maioria dos impulsos que recebe. Só que no idoso, o cérebro não consegue inibir o impulso de dor de forma eficiente, por isso, ela se torna mais intensa do que nos mais jovens.

E é aí que a atuação da farmácia de manipulação se torna essencial para o manejo do quadro patológico, tanto na associação e na dosagem correta e individualizada quanto na administração de suplementos. De acordo com a presidente da Anfarmag MG, Andréia Kamizaki, a farmácia magistral pode ajudar muito com a associação de medicamentos, quando possível, facilitando consideravelmente a posologia. “A manipulação facilita tremendamente a posologia do paciente idoso, sobretudo porque esse indivíduo normalmente é polipatológico e deve tomar várias medicações. A associação, num único remédio, contendo tudo que é necessário para esse paciente, facilita a vida, no sentido de, por exemplo, não deixá-lo esquecer de tomar esse ou aquele medicamento. Isso também é uma garantia para o médico de que seu paciente está sendo medicado exatamente de acordo com suas prescrições. Outra coisa é a adequação de dose para cada idoso, onde se pode considerar peso, gênero e necessidades específicas de cada um nas formulações”, explica. Entre as substâncias indicadas, de acordo com o profissional, estão os analgésicos, os anti-inflamatórios, antigotosos, antinevrálgicos, as vitaminas, o sulfato de glicosamina, colágeno, entre outros, que irão melhorar a imunidade e a recuperação do sistema musculoesquelético. De acordo com Andréia, há, inda, a questão das patologias raras que causam dor, para as quais o mercado de industrializados não disponibiliza medicamentos específicos. “A manipulação dispõe, ainda, de medicamento que não estão no mercado de industrializados para o tratamento de doenças e síndromes raras, como o sulfato de quinino, a pilocarpina, entre outros, para doenças reumáticas, a síndrome de sjogren, além das úlceras neuropáticas, que são tratadas como cremes com nifedipina”, continua a especialista.  
De acordo com estudos, a vitamina B12 é uma importante substância que contribui para a manutenção do metabolismo do sistema nervoso, bem como para que as células vermelhas do sangue permaneçam saudáveis. Esta vitamina também ajuda a reduzir o risco de danos ao DNA, fator bastante positivo para os músculos. É especialmente benéfica para os idosos por ser essencial que as funções do sistema nervoso se desenvolvam e se mantenham saudáveis. Os dados são do Departamento de Fisiologia, Anatomia e Genética da Universidade de Oxford que realizou recentemente um estudo cujos resultados apontaram que os idosos que fizeram uso de suplementação de vitaminas B6, B12 e ácido fólico apresentaram um encolhimento cerebral menor ao longo do período do estudo, que durou dois anos.
Ainda de acordo com a pesquisa, a vitamina contribui para a regeneração muscular, além de manter as reservas de energia, já que interfere no processo de síntese de creatina, proteína fundamental para que o nível de massa muscular se mantenha adequado. “Os suplementos podem ser indicados caso a caso, após consulta médica e análise de resultado dos exames. O B12 auxilia na proteção dos nervos e na produção de neurotransmissores. Na terceira idade, quando a função de absorção das paredes do estômago pode estar reduzida, muitas vezes, é indicada a complementação”, continua a presidente da Anfarmag MG.

Para a farmacêutica Andréia Kamizaki, exercícios físicos, suplementação alimentar, em casos de pré-requisitos familiares, como a prescrição de D2, B6, colágeno tipo 2, os vários aminoácidos e alimentação balanceada são excelentes aliados para envelhecer com saúde e ter qualidade de vida nessa etapa. “Contudo, o mais importante é praticar a felicidade. Ser feliz é a melhor prevenção de dor e de qualquer patologia. Quem é feliz, quem sorri com frequência, sente menos dor e a suporta melhor quando ela vem. É preciso participar de eventos agradáveis, curtir os netos, fazer atividades que dão prazer. Isso é envelhecer com saúde e com menos propensão a doenças”, aconselha.

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