sábado, 14 de abril de 2018

Economia Bitcoin: A Exchange mineira Bitcointoyou, uma das primeiras corretoras de bitcoin do Brasil, cresce em número e relevância, ocupando espaço entre as três maiores do País.

A Exchange mineira Bitcointoyou, uma das primeiras corretoras de bitcoin do Brasil, cresce em número e relevância, ocupando espaço entre as três maiores do País.

Localizada em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), a empresa emprega 35 funcionários, entre gestores, colaboradores do administrativo e atendentes de call center. A empresa tem 300 mil clientes e realiza cerca de 7 mil transações por dia, entre venda e compra de bitcoin. No momento em que a moeda vive certa estabilidade, depois de uma montanha-russa de valorização e desvalorização abruptas, o diretor da Bitcointoyou, Alexander Romiszowski, em entrevista exclusiva ao DIARIO DO COMÉRCIO, explica a atuação da exchange e esclarece dúvidas comuns relacionadas ao uso da moeda virtual.

O que é a Bitcointoyou?

Somos uma intermediadora de negócios. Mas o que é isso? Existem outras intermediadoras de negócios mais conhecidas como o Mercado Livre. Você tem uma geladeira e quer vender para alguém que precisa comprar: o Mercado Livre é a plataforma de intermediação desse negócio. A Bitcointoyou é uma intermediadora de compra e venda de criptomoeda, uma corretora pioneira nesse negócio no Brasil.

Vocês trabalham só com bitcoin?

Hoje trabalhamos só com bitcoin porque ele vem se mostrando mais seguro e estável no mercado á muito tempo. Os recursos investidos em segurança na nossa plataforma são enormes e toda vez que eu insiro uma nova moeda, eu tenho que dobrar ou triplicar esses recursos. Por isso decidimos que o foco da plataforma seria o bitcoin nesse momento.

O bitcoin tem liquidez?

Nas últimas 24 horas, nós movimentamos 117 bitcoins, o que significa a movimentação de R$ 2 milhões. Isso quer dizer que tem liquidez: a partir do momento que você quer colocar seu bitcoin a venda, alguém vai comprar. Nós já chegamos a ter execuções de R$ 30 milhões em um dia.

O que define a valorização do bitcoin e por que ele é tão volátil?
Ele tem um aspecto positivo que é não sofrer influência política. Políticos foram presos e a valorização dele não foi afetada por isso, diferente do dólar. A valorização dele se dá pela movimentação nos mercados internacionais, a lei da oferta e da demanda: tem gente comprando, tem gente vendendo e isso é de fato, o que movimenta o valor do bitcoin, em tempo real.
Mas, como confiar se a moeda não tem lastro?
  
Lastro é uma coisa que deixou de existir em 1971 quando, até então, todo o dinheiro mundial era lastreado em ouro. Em 1971 o presidente dos Estados Unidos anunciou que a partir daquela época o dólar não seria mais lastreado em ouro, mas seria controlado pelo governo. O bitcoin, apesar de não ter lastro, tem a segurança de mostrar a origem do dinheiro. Se eu sei que você transferiu certo valor para uma corretora, se eu sei a origem dele, o quanto ele vale e quanto você ganhou, de certa forma eu estou lastreando essa moeda. O bitcoin é uma moeda virtual, mas eu a materializo em nota fiscal. A partir do momento que você tem todas as provas da compra você materializa. Não é uma moeda que não tem nada por traz.
O bitcoin pode ser uma bolha?

Não é uma bolha pelo simples fato de que você tira o seu dinheiro quando você quiser. As plataformas de exchanges só estão esperando o seu clique para transferir seu dinheiro para a sua conta bancaria. Então se bitcoin fosse uma bolha e se tem alguém inflando essa bolha, não daria certo porque tem outras pessoas desinflando essa bolha, tirando o dinheiro. A bolha que é bolha mesmo vai enchendo, enchendo, um ano, dois anos e de repente estoura e acaba. Mas o bitcoin tem oito anos. Nenhuma bolha da história mundial durou esse tempo.
Como a Bitcointoyou garante a segurança das transações?   
Hoje, a Bitcointoyou investe mais de R$150 mil por mês para manter um banco de dados salvo na Microsoft nos Estados Unidos. Ou seja, todos os dados do cliente e a carteira digital dele estão nesse ambiente, que é o mais seguro do mercado. Para se cadastrar na nossa plataforma pedimos documentos do usuário, a conta dele e até um registro fotográfico do rosto dele então não tem anonimato nenhum. Eu tenho um CNPJ de 10 anos, sede própria, paguei no último ano, só para a prefeitura de Betim, R$ 2 milhões em impostos, pois quando o cliente opera dentro da plataforma eu gero uma nota fiscal.

Como impedem a lavagem de dinheiro?

Nó temos compliance . Quando a pessoa aceita nossos termos fica clara nossa postura para evitar lavagem de dinheiro. Por exemplo, você não pode fazer deposito na nossa plataforma em dinheiro, mas apenas transferência bancaria, que é o que garante a origem do seu dinheiro. Mesmo você tendo um saldo na plataforma não pode transferir ou solicitar pagamentos para terceiros. A gente vê notícias no mercado sobre lavagem de dinheiro e como isso acontece? Eles colocam dinheiro no banco e de lá; distribuem, mas aqui eles não conseguem fazer isso. Mesmo não sendo regulamentados, nós seguimos as regras de boas práticas do mercado financeiro. Além disso nós somos os primeiros a ter um registro no Sistema de Controle de Atividades Financeiras (Siscoaf). Nosso compliance determina que eu tenho que informar ao Siscoaf sobre operações superiores a R$ 95 mil.

Estou dedurando alguém?

Não, somente mantendo um sistema financeiro seguro. Infelizmente não são todas as exchanges que trabalham assim. Há relatos de pessoas que perderam muito dinheiro investindo em Bitcoin na Internet porque, na verdade, estavam caindo no golpe da pirâmide.

Você pode explicar como ele funciona?

Na plataforma da Bitcointoyou o cliente não fala comigo e eu não prometo 8% ou 10% de rendimento do dinheiro que ele vai colocar lá. Porque nós somos um ambiente de intermediação do negócio. Mas, o “piramideiro” faz essa promessa. A pirâmide precisa formar sua base, então o criador dela começa a angariar fundos por meio de sua confiança. Ele começa oferecendo 10% de rendimento para pessoa que inicia investindo pouco. Mas, com o tempo, essa pessoa investe mais. O preço do bitcoin no ano passado valorizou mais de 900%, então isso facilitou para quem operava em pirâmide porque pagava-se às pessoas facilmente. Mas, no momento em que o preço caiu de R$ 70 mil para R$ 20 mil tivemos um escândalo no mercado e varias pirâmides deixaram de existir. Por que? Porque a condição de pagamento dele não era mais a mesma e, como ele não tem conceito administrativo e financeiro, pegou o dinheiro e comprou carro, casa e fez viagens. E a pessoa que entrou nessa nem consegue cobrar do dono da pirâmide porque ela não tem prova que depositou aquele dinheiro. Em corretoras como a Bitcointoyou, por outro lado, ela tem até uma nota fiscal. Para operar fora da exchange ou você tem um grande conhecimento de bitcoin ou cairá em uma dessas pirâmides.

A regularização do setor ajudaria a solucionar esses problemas de segurança?

Sim. E por que não pensar em uma regularização especifica? O bitcoin é uma realidade, não tem volta mais. Ele já é aceito nas principais economias do mundo: Alemanha, Suíça, Estados Unidos, Japão. Não é ilegal. Mas o que precisa acontecer é a criação de uma regulamentação especifica. O erro é falar em colocar o bitcoin dentro do mercado financeiro. Temos que seguir as boas práticas do mercado financeiro, mas colocá-lo dentro desse mercado está errado porque bitcoin é um modelo novo. A regulamentação especifica para o bitcoin trará segurança, estabilidade e visibilidade para o segmento. Se a regulamentação vier amanhã nós da Bitcointoyou já estamos preparados porque temos compliance. E nós torcemos para que ela venha.
Como essa lógica da criptomoeda vai mudar o mundo corporativo e a forma de fazer negócios?

A criptomoeda vem mudando muitos conceitos não só relacionados a exchange, mas no surgimento de novas plataformas, ferramentas, negócios. A blockchain, que é a tecnologia por traz do bitcoin, está trazendo muita inovação. Novas profissões estão surgindo na área, misturando conhecimentos financeiro, tecnológico e de desenvolvimento. E as empresas dos mercados tradicionais já estão investindo em tecnologia de blockchain. Tecnologias ligadas a distribuição, armazenagem, rastreabilidade, banco de dados de clientes. As grandes empresas vêm fazendo investimentos altos em desenvolvimento de startups que atuam nessa área.

TCE e oposição criticam dados do Estado para cisão da Codemig

TCE e oposição criticam dados do Estado para cisão da Codemig
Companhia afirma que divisão é fundamental para contas do governo


Com informações do jornal O Tempo
O presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), Marco Antônio Castello Branco, afirmou que a cisão da estatal é fundamental para que o Estado consiga arrecadar recursos compatíveis com o que vale a empresa na operação de venda de 30% da companhia. Na terça-feira (10), durante audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Castello Branco afirmou que, sem a mudança, a Codemig perderia até 30% de seu valor.
Já representantes do Tribunal de Contas do Estado (TCE) exigem a apresentação de um levantamento econômico mais detalhado para reverter a medida cautelar que suspendeu a divisão. Na proposta de cisão apresentada pelo governo do Estado, a Codemig controlaria apenas a exploração do nióbio, que hoje garante 93% da arrecadação total da empresa. As demais atividades da companhia, grande parte delas deficitária, seriam repassadas para a Codemge.
“Nós ouvimos os técnicos do mercado financeiro e percebemos que, para aumentar o valor de mercado da Codemig, nós precisaríamos separar as atividades de fomento da empresa. Esse tipo de atividade é visto pelo investidor como um gasto a mais, porque são ações que não trarão um retorno em curto prazo. Por isso a necessidade de divisão”, afirmou Castello Branco. Além disso, o presidente de Codemig afirmou que, com várias atividades em uma só empresa, a companhia seria considerada um holding, o que aumentaria a desvalorização no mercado acionário. Com a divisão, o valor total da Codemig pode chegar a R$ 12 bilhões, com uma expectativa de arrecadação de R$ 4 bilhões com a venda das ações.
O presidente do TCE, o conselheiro Cláudio Terrão, explicou que a preocupação principal do órgão não são as questões formais para a divisão da companhia, como a necessidade de aprovação de um projeto de lei específico para o tema. Ele afirma que o que não está claro é se o valor obtido com a operação é compatível com o que o Estado deixará de arrecadar ao longo dos anos. A exploração de nióbio garante aos cofres da Codemig R$ 800 milhões ao ano. Com a abertura de capital, a empresa vai abrir mão de um terço desse valor.
“Como a estimativa é que as reservas de nióbio poderão ser extraídas por 400 anos, estamos falando de um valor patrimonial que chega a R$ 3 trilhões. O que queremos saber é se o valor arrecadado agora é adequado com a renúncia oriunda dessa operação. A nossa preocupação é preservar o patrimônio do cidadão mineiro, sobretudo das próximas gerações”, disse Terrão.
O governo de Minas Gerais tem até esta sexta-feira (13) para apresentar ao TCE um novo estudo financeiro sobre a venda da Codemig. Só após isso o órgão poderá analisar novamente a medida cautelar que suspendeu a divisão da empresa.

 

“Querem torrar a companhia”

A oposição manteve as críticas ao processo de abertura de capital da Codemig e disse que manterá a obstrução da pauta para não votar o projeto de lei que prevê a autorização para divisão da empresa. “O que percebemos é que o presidente da Codemig não conseguiu trazer nenhuma explicação que nos convença a apoiar a venda da empresa. Querem torrar uma companhia que vai gerar R$ 800 milhões pelos próximos 400 anos por R$ 4 bilhões”, criticou o deputado Sargento Rodrigues (PTB).
O parlamentar também lembrou que os recursos que serão arrecadados com as vendas de ações da Codemig não poderão ser utilizados para ações de custeio, como pagamento de salários e regularização de fornecimento de material hospitalar, por exemplo. E isso, segundo ele, estaria sendo prometido pelo governo.
O presidente da Codemig, Marco Antônio Castello Branco, explicou que os recursos da venda serão utilizados para o pagamento da dívida, o que vai liberar verbas de outras fontes para pagamento de gastos de custeio. “O governo já sinalizou que vai utilizar os recursos da venda da Codemig para amortização da dívida pública. Com isso, recursos tributários que antes eram utilizados para o pagamento desses empréstimos poderão ser utilizados para o pagamento de despesas de custeio”, explicou.
Castello Branco disse que, apesar de já ter havido algumas ações realizadas pela Codemge, a cisão da Codemig só será efetivada após a aprovação do projeto na Assembleia Legislativa.

 

Associação denuncia retaliação do governo

Pela primeira vez na história, um congresso da Associação Mineira de Municípios (AMM) não será realizado no Expominas. A razão, segundo o presidente da entidade, Julvan Lacerda, seria por conta de nova retaliação do governo estadual.
“É uma retaliação óbvia e clara. Havia uma reserva do local há tempos, e nos informaram, agora, que não há mais essa possibilidade de utilizar o local”, conta Julvan. Segundo ele, a razão do desacordo seriam as das reclamações e idas à Justiça contra o governo por conta de atrasos nos repasses estabelecidos por lei devidos aos municípios.
A pré-reserva teria sido feita em maio do ano passado, logo após a última edição do Congresso Mineiro de Municípios, que neste ano chegará à 35ª edição e será realizado nos dias 8 e 9 de maio. O Expominas é gerenciado pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig).
Em fevereiro, a coluna Aparte já indicava que as rusgas entre a associação e o governo poderiam atrapalhar nas negociações para a realização do evento. Com a negativa de uso do Expominas, a AMM sediará o congresso na Esplanada do Mineirão, na Pampulha. (Lucas Ragazzi)
Outro lado
Resposta. Em nota, o governo afirmou que não compete ao Estado gerir a locação do Expominas e sequer interferir nas decisões tomadas pela Codemig, proprietária do local.


5o Fórum, a Saúde no Brasil, dia 23 de abril, o Jornal de Saúde deve participar, confira!


5º Fórum a Saúde do Brasil

5º Fórum a Saúde do Brasil

Especialistas e entidades colocam em pauta mais um debate sobre a saúde no Brasil. Nesse novo seminário Folha, serão abordados temas como incorporação de tecnologias e medicamentos, judicialização da saúde, os 30 anos de implementação do Sistema Único de Saúde (SUS) e a manutenção da saúde suplementar. 

http://folha.com/saudedobrasil

Palestras dia 23 de Abril

Palestra: 5º Fórum a Saúde do BrasilDescrição: Especialistas e entidades colocam em pauta mais um debate sobre a saúde no Brasil. Nesse novo seminário Folha, serão abordados temas como incorporação de tecnologias e medicamentos, judicialização da saúde, os 30 anos de implementação do Sistema Único de Saúde (SUS) e a manutenção da saúde suplementar.Horário: Das 08:00 até 13:30

Como Sérgio Moro vai condenar Lula, novamente em cima pressupostos? Mesmo com donos escriturais do sítio de Atibaia



Qual o motivo de interrogar Lula, Sérgio Moro, sempre afirma que o pressuposto da Lavagem de dinheiro é justamente este: o sítio não estar no nome de Lula, como ele fez e condenou Lula com 9,6 anos de sentença, bastante severa, para quem não conseguiu provar a propriedade, nem cartorial, não existe. As provas não foram apresentas para a imprensa, como quebra de sigilo bancário e valeu a Delação Premiada de alguém que queria tirar a cordo do pescoço e colocar em alguém, se fosse, dona Marisa, ele teria colocado nela, como foi o Lula, levou.

A história do julgamento se repete, cabe a defesa, não ser inocente e jogar sujo como a promotoria, com as mesmas armas.
Pois será impossível os donos, amigos de Lula de de dona Marisa, afirmarem em juízo que foram eles que deram o sítio para eles curtirem descansos, férias. E ainda, mais se afirmarem que foram eles que aceitaram as reformas das empresas, pois eles ofereceram e fizeram. Como Sérgio Moro, ou a promotoria, vai provar ao contrário.

Discussão se o governo está certo ou não de incluir terapias no SUS, ora terapia não curativa, é preventiva



Dando continuidade ao debate sobre a validade da inclusão de dez novas terapias alternativas no SUS, foram publicadas hoje na seção “Tendências/Debates” do jornal Folha de São Paulo duas matérias em reposta ao questionamento (“A decisão do governo de incluir terapias alternativas na cobertura do SUS é correta?”), uma com opinião contrária à inclusão (“NÃO”) e outra favorável (“SIM”):
 
 
 
 
Com satisfação, observamos a postura isenta de preconceitos do Secretário Geral do Conselho Federal de Medicina (CFM), Dr. Henrique Batista e Silva, cardiologista (responsável pela opinião contrária à inclusão), que defende e corrobora a disponibilização da “Homeopatia” e da “Acupuntura” no SUS, práticas reconhecidas como especialidade médica pelo CFM, justificando sua opinião no fato de que “ambas são especialidades médicas, que observam protocolos clínicos, compromissos e responsabilidades éticas”.
 
Em vista dessa explícita postura por parte do CFM, me parece que o Dossiê Especial “Evidências Científicas em Homeopatia”, elaborado pela Câmara Técnica de Homeopatia do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CTH-CREMESP) e publicado na Revista de Homeopatia da Associação Paulista de Homeopatia (APH) em diversas edições, possa estar cumprindo a sua missão primordial de esclarecer a classe médica e minimizar os preconceitos existentes contrários à Homeopatia, reconhecida como especialidade médica pelo CFM desde 1980.
 
Prova de sua importância é a recente publicação na Revista da Associação Médica Brasileira (RAMB), um dos mais prestigiosos periódicos médico-científicos brasileiros, do Editorial - Special Dossier: “Scientific Evidence for Homeopathy”, anunciando, em destaque, esse importante corpo de evidências científicas à classe médica nacional e internacional (em anexo).
 
Apenas aqueles que alimentam uma postura dogmática e preconceituosa contra a Homeopatia, negando as centenas de estudos científicos nos campos das pesquisa básica e clínica que embasam o modelo homeopático de tratamento e estão amplamente descritos em diversas revisões no referido Dossiê, podem continuar pregando a pós-verdade de que “não existem evidências científicas em homeopatia”.
 

Brasil: Itarema tem chuva de 164,4 milímetros, a segunda maior do ano no Ceará




Brasil
Atualização diária  14 de abril de 2018
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