quinta-feira, 5 de abril de 2018

Dermatite e rosácea podem piorar nos dias mais frios

A chegada das temperaturas mais baixas pode agravar alguns problemas de pele

 Há poucas semanas teve início o Outono e já se pode sentir na pele as temperaturas mais amenas. O uso da água quente no chuveiro e os banhos mais prolongados já voltaram a fazer parte do nosso dia a dia. Essas ações, junto com as mudanças bruscas de temperatura e com a diminuição da umidade, reduzem a transpiração e aumentam o ressecamento da pele. Nos adultos o ressecamento, por exemplo, pode provocar coceira, descamação, vermelhidão e rachaduras que, muitas vezes, conseguem ser controlados com o uso regular de um bom hidratante corporal.

Além destes inconvenientes, algumas doenças de pele são mais frequentes neste período e uma das mais comuns é a dermatite atópica. “É a principal doença alérgica da pele e tem um comportamento semelhante ao da rinite alérgica e ao da asma: tem períodos de melhora, quando parece estar 'curada' e períodos de piora, com crises ou surtos. O que aparece na pele sãáreas avermelhadas, escoriadas, grosseiras, às vezes até inchadas e com crostas ("casquinhas"), que coçam de maneira variável para cada pessoa”, explica o médico dermatologista, Dr. André Lauth.

Segundo o dermatologista, as lesões surgem geralmente nas dobras do corpo e em algumas áreas específicas, que também podem variar de pessoa para pessoa. As mais frequentes são: a frente e laterais do pescoço, dobras do cotovelo e do joelho, barriga, região lombar, regiões próximas às virilhas e axilas, punhos, dorso dos pés, entre outras, em diversas combinações. Os casos podem piorar em períodos de stress psíquico ou físico, após contato com alguma substância desencadeante ou nas épocas de instabilidade e mudanças climáticas, como agora. Para os que já tiveram uma crise, têm algum familiar que é portador da doença, ou tem a pele muito seca, Dr. André aconselha a caprichar na hidratação da pele para evitar surpresas desagradáveis.

Outra doença muito comum no Brasil, principalmente na regial Sul, nesta época do ano é a Rosácea, caracterizada pelas crises de calor e vermelhidão no rosto, principalmente bochechas e nariz, mas também testa e queixo, que costumam se intensificar nos períodos de instabilidade no clima. “Muitas vezes o portador de rosácea já tem crises rápidas de vermelhidão desde a infância, mas estas não trazem incômodo. Após os 20 e, principalmente, 30 anos, as crises começam a se tornar mais frequentes e duradouras e trazem mais desconforto. A pele torna-se mais avermelhada e aparecem pequenos vasos sanguíneos. Às vezes podem surgir lesões parecidas com espinhas, mas que são persistentes e não estouram”, detalha o especialista.

Como em qualquer doença dermatológica, o Dr. André Lauth sugere alguns cuidados básicos e a procura de um especialista para diagnosticar e tratar adequadamente cada caso. “Os portadores da doença quando fazem o uso adequado de um bom filtro solar, por exemplo, podem ajudar a frear a piora da doença. Mas é sempre bom destacar que somente um especialista consegue passar o tatamento ideal para cada caso”, completa.

Câncer, pesquisa: Hemomed, grupo privado de saúde, pesquisa 40 fármacos contra cânceres


Pesquisa de fármacos contra o câncer na iniciativa privada
O Instituto de Ensino e Pesquisa IEP Hemomed está realizando importantes pesquisas em parceria com a indústria farmacêutica com teste de 40 novos fármacos contra vários tipos de cânceres em 250 pacientes.
 
A pesquisa clínica inclui pacientes com doenças oncológicas atendidos no Instituto Hemomed de Oncologia e Hematologia, que voluntariamente se ofereceram para participar dos estudos clínicos dos novos fármacos. São pacientes com cânceres que acometem órgãos sólidos como mama, próstata, pulmão e intestino e cânceres relacionados ao sangue como leucemias, linfomas e mielomas.

O IEP Hemomed integra o Instituto Hemomed de Oncologia e Hematologia e o São Lucas Cell Therapy Group, conglomerado de empresas com 40 anos de experiência, atuando nas áreas de oncologia, hemoterapia, onco-hematologia, terapia celular, pesquisas clínicas e tecnologia celular.

                                                                               Instituto de Ensino e Pesquisa Hemomed 

A pesquisa clínica


Os fármacos desenvolvidos pela indústria farmacêutica são inicialmente testados em estudos não-clínicos em laboratórios de experimentação, onde se avaliam vários aspectos da molécula em sua ação sobre as células tumorais, tais como o potencial de toxicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade e mutagenicidade. Após esta etapa, são realizados estudos em seres humanos, os ensaios clínicos. Esses estudos são importantes fontes de informação sobre a eficácia do medicamento em seres humanos e sobre seu perfil de efeitos adversos, que denota a segurança do medicamento.

Os estudos clínicos ocorrem em 4 fases. Em cada fase, o medicamento é testado em número crescente de seres humanos, sendo que cada etapa possui uma metodologia diferenciada e finalidades específicas.

A pesquisa busca estabelecer, segundo a OMS, uma relação de risco/benefício favorável para a indicação terapêutica proposta, evidenciando estatisticamente se os benefícios a serem alcançados são maiores ou menores que os malefícios.

A pesquisa clínica segue rigorosos protocolos e a equipe de condução dos estudos é composta por médicos investigadores, coordenadores de estudos clínicos, enfermeiros e farmacêuticos especializados em pesquisa, que atuam no IEP Hemomed, atualmente presidido pelo diretor científico do grupo, o médico Elíseo Joji Sekiya.

Segundo a coordenadora técnica do IEP Hemomed, Mariana Rodrigues, a pesquisa clínica objetiva a sobrevida e a melhoria da qualidade de vida do paciente. “A indústria tem apresentado fármacos com novas formas de administração como orais e subcutâneos, o que propicia mais conforto e maior qualidade de vida ao paciente”, observa.

Segundo o médico Adelson Alves, presidente do grupo, as pesquisas dos fármacos em pacientes só são possíveis pelo volume e diversificação de casos diagnosticados e tratados na instituição. “Realizamos 10 mil atendimentos mensais e somos uma referência no diagnóstico e tratamento do câncer em nível ambulatorial privado no país. Esse volume de atendimentos e variedade de diagnósticos permitiram a realização das pesquisas em nosso instituto”, avalia o médico.

Para o empresário, os avanços no tratamento do câncer são inegáveis. “Cada vez mais, temos quimioterápicos de alta performance e menos efeitos colaterais com maior sobrevida e qualidade de vida ao doente. E só a pesquisa poderá permitir mais avanços contra o câncer”.


O sistema de aprovação de pesquisas clínicas no Brasil é um dos mais demorados do mundo


O Brasil está entre os países  onde os processos de autorização e liberação dos protocolos de pesquisas são mais demorados. Enquanto no restante do mundo esses procedimentos consomem um prazo de cerca de 3 a 6 meses, no Brasil eles demoram de 10 a 15 meses de espera.

Para enfrentar este problema, um projeto que acelera a liberação de pesquisas clínicas no Brasil (PLS 200/2015) foi aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado. O projeto pretendeu desburocratizar o sistema e agilizar a liberação de novos testes em seres humanos no país, porém promove alterações em pontos fundamentais da resolução atual que assegura os direitos e a segurança dos participantes da pesquisa.

O PLS 200/2015 passará em votação pela Câmara de deputados, devendo ser aprimorado com emendas propostas pelas entidades da sociedade brasileira envolvidas com a pesquisa clínica.

Atenção 60% em média do valor pago pela vacina Amarela é armazenamento e mão de obra, então procure melhor

Pesquisa do Idec revela que valor só da vacina representa ⅓ do preço cobrado por clínicas particulares
 
 
 
 
País vive um de seus maiores surtos e clínicas particulares tiveram forte aumento na procura. Preço do insumo é regulado, mas maior parte do que se
é cobrado está no serviço
 
 
 
 
O Idec divulgou nesta quinta-feira (29) uma pesquisa sobre o preço cobrado pela vacina de febre amarela em 11 estabelecimentos nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O estudo buscou comparar e avaliar quanto do valor praticado corresponde apenas ao insumo (a vacina, em si) e quanto corresponde ao serviço prestado, como a aplicação e armazenamento do material.
 
A pesquisa detectou que os serviços de aplicação e armazenamento da vacina representaram a maior parte do preço cobrado do consumidor. Nas clínicas e hospitais analisados, em média, dois terços (67%) do preço correspondiam a remuneração pelos serviços. Ou seja, quando o consumidor paga pela vacina, dois terços do que ele desembolsa é pelo serviço, algo que não possui controle de preços e pode sofrer alteração dependendo da demanda. Na única farmácia analisada, em que foi confirmada a aplicação da vacina, o serviço representou apenas 36% do valor cobrado. “Nesse caso, é possível que o valor cobrado pelo serviço tenha sido menor porque elas já ganham na revenda da vacina”, explica a pesquisadora Ana Carolina Navarrete, responsável pelo estudo.
 
O Idec analisou clínicas e hospitais separadamente de farmácias e drogarias porque elas respeitam normas diferentes da Anvisa: o Preço Fabricante (PF) é o preço máximo permitido para ser adquirido por clínicas e hospitais, que não devem repassar aumentos deste custo ao paciente (ou consumidor). Já o Preço Máximo ao Consumidor (PMC) corresponde ao valor teto que pode ser praticado por farmácias e drogarias.
 
Na pesquisa, os preços cobrados pela aplicação de vacina nos estabelecimentos variaram de R$ 137,01 a R$ 220,00, e em sete dos 11 casos o preço estava igual ou acima dos R$ 200,00. Em 2018, o PMC para a vacina contra febre amarela é R$ 89,29 para Estados que cobram ICMS de 20%, caso do Estado do Rio de Janeiro. Para São Paulo e Minas Gerais, cujo ICMS é de 18%, o PMC é de R$ 87,11. Já o Preço Fabricante é de R$ 64,59 para o Estado do Rio de Janeiro e R$ 63,01 para os demais.
 
¨O que identificamos é uma fragilidade na regulação desses medicamentos. Apesar deles terem limite de preços, a variação no serviço prestado é o que mais afeta o consumidor, que não vai comprar uma vacina para aplicar em si mesmo, sempre ficando vulnerável à falta de controle da maior parte do valor que é cobrado¨, diz Navarrete.
 
Como recomendação ao consumidor, o Idec ressalta que é importante ele solicitar nota fiscal com a discriminação do valor relacionado à vacina e o valor cobrado pelos serviços prestados, de modo a ficar transparente o que está sendo pago. Em hipótese alguma a clínica ou hospital pode repassar ao consumidor um valor diferente daquele que ela pagou ao laboratório ou distribuidor.
 
Além disso, consumidor deve saber que, por se tratar de insumo com fornecedor único, a qualidade da vacina não varia (exceto em casos de mal armazenamento). Desse modo, se o consumidor está preocupado com o valor a ser pago e não necessariamente com a experiência de ir à clínica, hospital ou drogaria, compensa fazer uma boa pesquisa de preços antes de se vacinar. 
 
Do ponto de vista do regulador, embora tenham sido analisadas poucas empresas e a pesquisa não seja estatística, chama a atenção o fato de a maioria dos preços encontrados estar acima dos R$ 200,00 (sete casos em onze). Isso pode indicar falhas na concorrência. “Em uma situação de intensa procura por esses medicamentos é possível que os estabelecimentos justifiquem aumentos com base na parcela que são livres para estipular: os serviços”, explica Navarrete.
 
Desde dezembro de 2016, o Brasil vive um dos seus maiores surtos de febre amarela das últimas décadas, com a propagação por diversas áreas do país. Segundo o Ministério da Saúde, o país teve 1.131 casos e 338 óbitos no período de 1º julho de 2017 a 27 de março deste ano. No mesmo período do ano passado, foram confirmados 660 casos e 210 óbitos.
 
 
 

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Jornal de Saúde informa

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Jornal de Saúde