terça-feira, 6 de novembro de 2018

Novembro Azul, pode ficar no papel, apenas se depender de Postos e Centros de Saúde de MG

O Novembro Azul em Belo Horizonte, Minas Gerais, vai ficar apenas no papel, salva-se exceções de hospitais do interior que em convênio com o SUS vão fazer mutirão em relação ao exame ao menos do PSA - Antígeno Prostático Específico, que nos USA não é utilizado com mesmo escala e confiabilidade.

No Posto de Saúde - São Cristóvão, em conversa informal, com atendente ela informou a marcação de consulta ou acolhimento que mudou para todos os dias das 8 ás 12 horas. Mas, em referência, ao Novembro Azul, ainda não tem sequer programação para algum tipo de exame e até mesmo de orientação para os homens que acorrerem ao Posto de Saúde.

Obviamente, isso é extensivo a todos os Postos e Centros de Saúde. As UPAs - Unidades de Pronto Atendimento, não tem esse tipo de vocação e nem tempo e pessoal hábil. Caberia, aos hospitais do Estado, como rede Fhemig, talvez os filantrópicos devido suas instalações maiores e hospitais conveniados ao SUS-Sistema Único de Saúde, ou federal.

Acaba que o Novembro Azul, fica apenas na Campanha via televisão, internet, nas conversas de botecos, nas rodas de conhecidos, academias. E, quem quiser, o homem devem procurar o médico particular, urologista e pagar consulta, exames e toque retal ou exame de ultrassonografia.

O exame é possível marcar pelo SUS, mas demandaria meses, cerca de 90 dias. Na Campanha do Novembro Azul, caberia mutirão, de profissionais, médicos, clínicos gerais, treinados para exames, aparelhos de ultrassonografia disponibilizados para atender o maior número de consultas. Que, talvez, não seriam  muitas, dado ainda, o preconceito que o homem possui desse exame.

O certo, é que o tratamento pelo sistema público de saúde, de doença, como o câncer, custa muito mais caro do que a prevenção. São médicos especializados, internações, cirurgias, recuperação. Enfim, o valor agregado do tratamento é superior, isso ficou mais do que comprovado com a AIDS ou HIV+ até que o governo decidiu fornecer o medicamento, ou coquetel.

O pior da lição, é que para os homens o câncer de próstata, e a segunda maior causa de morte, sendo o câncer de pulmão, talvez dado ao tabagismo, poluição ou insalubridade, a primeira de causa morte, entre os homens.

Marcelo dos Santos - MTb 16,539 - SP/SP

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