quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente lança novo prêmio Estão abertas as inscrições para a 9ª edição da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma) da Fiocruz. Coordenada pela Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (Vpeic) da Fundação, a Olimpíada é um projeto educativo voltado a professores e alunos da Educação Básica de todo o Brasil, que busca estimular a produção de trabalhos interdisciplinares sobre saúde e meio ambiente em escolas públicas e privadas. As inscrições são gratuitas e vão até 31 de julho de 2018. Acesse o Regulamento: http://www.olimpiada.fiocruz.br/regulamento9obsma A novidade na competição é o inédito Prêmio Obsma – Ano Oswaldo Cruz. Unindo-se às homenagens pelo centenário de morte do cientista, a Olimpíada irá conferir esta premiação especial a um trabalho sobre saúde e meio ambiente que tenha utilizado como fontes de pesquisa artigos, capítulos, livros, teses, dissertações e/ou recursos educacionais (multimídias, jogos educacionais, sites, entre outros) produzidos pela Fundação Oswaldo Cruz. Além disso, a 9ª Obsma vai reafirmar a importância dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) preconizados pelas Nações Unidas estimulando que os trabalhos abordem de forma crítica e criativa temas da Agenda 2030. Uma das formas de promover esta iniciativa será por meio das Oficinas Pedagógicas, que a Olimpíada realiza desde 2013. Nelas, uma equipe multidisciplinar dialoga com grupos de professores sobre as relações entre educação, saúde, meio ambiente e ciência em sala de aula. As Oficinas, que acontecem com apoio do CNPq e parcerias locais, são gratuitas e abertas a professores da Educação Básica do estado, município ou região em que ocorrem, e a programação é sempre divulgada no site e nas redes sociais. Saiba mais em: http://www.olimpiada.fiocruz.br/oficinas/apresentacao Professores do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) e Ensino Médio, incluindo Educação de Jovens e Adultos (EJA), podem inscrever na 9ª Obsma trabalhos sendo desenvolvidos nas escolas entre 2017 e 2018, inserindo-se em uma das três modalidades: Produção Audiovisual, Produção de Texto ou Projeto de Ciências. As inscrições são gratuitas. Acesse o site oficial (http://www.olimpiada.fiocruz.br/) para conferir o Regulamento completo da 9ª edição, os próximos eventos e outras notícias. A Obsma também está no Facebook, no Twitter e no Youtube. A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente conta com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Assessoria da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente:

 
 
 
Estão abertas as inscrições para a 9ª edição da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma) da Fiocruz. Coordenada pela Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (Vpeic) da Fundação, a Olimpíada é um projeto educativo voltado a professores e alunos da Educação Básica de todo o Brasil, que busca estimular a produção de trabalhos interdisciplinares sobre saúde e meio ambiente em escolas públicas e privadas. As inscrições são gratuitas e vão até 31 de julho de 2018.

A novidade na competição é o inédito Prêmio Obsma – Ano Oswaldo Cruz. Unindo-se às homenagens pelo centenário de morte do cientista, a Olimpíada irá conferir esta premiação especial a um trabalho sobre saúde e meio ambiente que tenha utilizado como fontes de pesquisa artigos, capítulos, livros, teses, dissertações e/ou recursos educacionais (multimídias, jogos educacionais, sites, entre outros) produzidos pela Fundação Oswaldo Cruz.

Além disso, a 9ª Obsma vai reafirmar a importância dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) preconizados pelas Nações Unidas estimulando que os trabalhos abordem de forma crítica e criativa temas da Agenda 2030. Uma das formas de promover esta iniciativa será por meio das Oficinas Pedagógicas, que a Olimpíada realiza desde 2013. Nelas, uma equipe multidisciplinar dialoga com grupos de professores sobre as relações entre educação, saúde, meio ambiente e ciência em sala de aula. As Oficinas, que acontecem com apoio do CNPq e parcerias locais, são gratuitas e abertas a professores da Educação Básica do estado, município ou região em que ocorrem, e a programação é sempre divulgada no site e nas redes sociais.
Saiba mais em: http://www.olimpiada.fiocruz.br/oficinas/apresentacao

Professores do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) e Ensino Médio, incluindo Educação de Jovens e Adultos (EJA), podem inscrever na 9ª Obsma trabalhos sendo desenvolvidos nas escolas entre 2017 e 2018, inserindo-se em uma das três modalidades: Produção Audiovisual, Produção de Texto ou Projeto de Ciências. As inscrições são gratuitas.
Acesse o site oficial (http://www.olimpiada.fiocruz.br/) para conferir o Regulamento completo da 9ª edição, os próximos eventos e outras notícias. A Obsma também está no Facebook, no Twitter e no Youtube. A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente conta com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.
Assessoria da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente:

Alergia alimentar: suspensão do alimento deve ser acompanhada por especialistas


Restrição alimentar pode causar prejuízos nutricionais, sociais e psicológicos
#congressoalergia2017

Entre os tratamentos da alergia alimentar está a suspensão do alimento desencadeador da alergia, porém, é muito importante que isso seja acompanhado por especialistas para que não haja prejuízos nutricionais, principalmente na infância. O ideal é o acompanhamento multidisciplinar, com o pediatra, alergista e nutricionista.
“O olhar nutricional para a alergia alimentar” é um dos temas que será colocado em pauta durante o 44° Congresso Brasileiro de Alergia e Imunologia, que será realizado entre os dias 21 e 23 de outubro.
A Dra. Renata Cocco, Coordenadora do Departamento Científico de Alergia Alimentar da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), explica que macro e micronutrientes devem ser corretamente supridos, quer na forma de alimentação ou de suplementos exógenos.
“Qualquer restrição alimentar pode causar prejuízos nutricionais, sociais e psicológicos se não for bem conduzida. As restrições devem se ater apenas aos alimentos orientados pelo médico. Não há justificativa em se retirar outros alimentos como forma de prevenção”, alerta a especialista.
Por isso, o primeiro cuidado é conhecer o hábito alimentar do paciente. “Desta forma possibilitamos substituições compatíveis com sua cultura e sua condição financeira. Depois disso, é importante elaborar um plano alimentar que atenda às necessidades nutricionais do paciente,excluindoo (s) alérgeno (s), substituindo-os por outros nutricionalmente adequados e fazendo suplementações, quando necessárias”, conta a Dra. Jackeline Motta Franco, membro do Departamento Científico de Alergia Alimentar da ASBAI.
Nos casos de alergia comprovada, as proteínas do alimento devem ser identificadas em produtos industrializados, receitas desconhecidas, contaminação por utensílios comuns, refeições coletivas (ex: escola), estabelecimentos comerciais e todos os ambientes passíveis de conter alimentos.
A Dra. Renata lembra que alguns produtos de higiene pessoal podem conter proteínas do leite ou de castanhas (amêndoas, por ex.) e o contato destes produtos em pacientes mais sensíveis pode desencadear reações. “Olho nos rótulos! Desde 2015 a rotulagem de produtos industrializados se tornou mais clara, facilitando a investigação dos principais alérgenos”, recorda a médica.
A restrição de macronutrientes (proteínas, carboidratos, gorduras) pode desencadear ganho pôndero-estatural inadequado, quando há redução da oferta calórica necessária para a idade. Já a exclusão de micronutrientes (cálcio, ferro, zinco, selênio, complexos vitamínicos) pode levar a diferentes consequências no crescimento de cabelos e unhas, pele e acuidade visual, entre tantos outros.
Seguem abaixo algumas substituições seguras que não colocam a saúde em risco:
Ovo: linhaça é um bom substituto para o preparo de bolos e outros preparados.
Trigo: farinha de arroz, fécula de batata.
Leite: a depender do tipo de alergia, os substitutos vão desde fórmulas hidrolisadas (extensamente ou de aminoácidos), fórmulas de soja ou bebidas à base de soja. “Leites vegetais (arroz, quinoa, amêndoas etc.) são opções muito pobres do ponto de vista nutricional e não devem ser utilizadas como substitutos únicos do leite de vaca, especialmente em crianças menores de 4 anos. Leites de outros mamíferos (cabra, búfala, ovelha) não devem ser utilizados por apresentarem grande semelhança com as proteínas do leite de vaca”, alerta Dra. Renata Cocco.
O especialista em alergia é o profissional indicado para fazer o diagnóstico adequado da alergia alimentar e definir qual o alérgeno deverá ser excluídos da dieta do paciente, e o nutricionista é o profissional habilitado para fazer o plano alimentar do paciente, com a exclusão segura do alérgeno e sua devida substituição, além de definir qual nutriente deverá ou não ser suplementado para cada caso, a depender da história clínica, nutricional, hábito e dificuldades alimentares, condições financeiras e psicossociais do paciente.
“Em algumas situações pode haver a necessidade de apoio psicológico ao paciente e sua família, uma vez que restrições alimentares podem gerar conflitos no convívio familiar, social e sofrimento para o paciente. Além disso, a alergia alimentar é uma condição que pode trazer como consequências recusa e seletividade alimentar e, em alguns casos, medo de comer, tornando necessária abordagem multidisciplinar para o adequado manejo nutricional”, explica Dra. Jackeline.

XLIV Congresso Brasileiro de Alergia e Imunologia
Data: De 21 a 24 de outubro
Local: Minas Centro – Belo Horizonte
Horário: Das 8h30 às 18 horas

Doença tem tratamento e cura, tecnologia avançada tem ajudado a reduzir estatísticas

                     Dados do Ministério da Saúde revelam que no Brasil são realizadas mais de 450 mil cirurgias de cataratas por ano. Com os avanços da tecnologia, a área da oftalmologia também pôde dar seus passos significativos para ajudar pessoas que enfrentam esse problema.
           A catarata provoca uma opacidade parcial ou total do cristalino que é uma espécie de lente natural do olho. Seus sintomas mais comuns são a visão nublada, semelhante a visão de uma janela embaçada. A doença pode se manifestar por vários motivos: envelhecimento, quando é relacionada à idade e ao mau uso dos olhos ao longo do tempo; problemas congênitos, quando o bebê nasce com catarata. Outras formas secundárias estão relacionadas a doenças como glaucoma, provocada por diabetes ou uso de medicamentos como esteroides. Também pode estar relacionada a traumas, que se desenvolvem após lesões no olho e, também por radiação quando um paciente passa por processos de quimioterapias.        
            Hoje, a cirurgia de catarata é mais precisa e rápida, por meio da técnica de facoemulsificação.  Após a sedação local, por meio de colírio, o procedimento permite a aspiração da catarata através de uma abertura com cerca 3 milímetros no olho doente, onde é implantada uma nova lente. O tipo de lente a ser utilizada pode variar de acordo com a necessidade do paciente.
            Além de ser mais precisa e segura, o tempo médio de duração da cirurgia é de 20 minutos, proporcionando ao paciente um implante mais estável a longo prazo e uma recuperação mais rápida. De acordo com o oftalmologista e especialista em cirurgia de Catarata, Sérgio Canabrava, esse método além de reduzir o tempo de cirurgia, também possibilita uma recuperação mais rápida do paciente, de sete para três dias. "Nesse período, o paciente volta a enxergar plenamente, com um ganho de qualidade de vida significativo e por muitos anos", afirma.

    A catarata é uma das principais causas de cegueira no mundo. A doença atinge 47% das pessoas que têm entre 65 a 74 anos e vem aumentando cada vez mais por conta do envelhecimento da população. Entre 2005 e 2015, a proporção de idosos de 60 anos ou mais, da população do País, passou de 9,8% para 14,3%. Esses dados apontam uma tendência de aumento de casos de catarata nessa faixa etária. 

Cura Gay: estamos todos doentes ou vemos doenças em tudo?

Doenças
Atualização diária  20 de setembro de 2017
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