quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Idec e Abrasco pedem o adiamento da votação do relatório da nova lei dos planos de saúde


 
 
 
 
 
 
A comissão especial da Câmara, que vai atualizar a Lei dos Planos de Saúde, se reunirá pela oitava e última vez na próxima terça-feira, dia 22, para ouvir setores envolvidos nas mudanças que estão por vir. Depois, o texto do relator é votado e, se aprovado, vai a plenário. Nesta quinta-feira, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor vêm a público solicitar acesso prévio ao conteúdo do Relatório da Comissão Especial sobre Planos de Saúde, bem como o adiamento da leitura e votação do documento. Confira a íntegra do documento:
 
Aos Exmos. Srs. Deputados
 
Hiran Gonçalves e Rogério Marinho
DDs. Presidente e Relator da Comissão Especial sobre Planos de Saúde da Câmara dos Deputados
C/C Membros da Comissão
 
Senhores Deputados,
 
Vimos a público solicitar acesso prévio ao conteúdo do Relatório da Comissão Especial sobre Planos de Saúde, bem como o adiamento da leitura e votação do documento. A alteração da lei dos Planos de saúde ( lei 9.656) é tema de grande relevância pública, com impacto no Sistema Único de Saúde - SUS e diz respeito diretamente à vida de cerca de 48 milhões de brasileiros conveniados aos planos de assistência médico-hospitalar.
 
Assim, é injustificável e inadequada a votação, de forma açodada e sem o devido debate democrático, de relatório que irá propor alterações na legislação.
 
As poucas sessões de audiências públicas realizadas até o momento não foram suficientes e nem representativas, pois não tiveram a paridade necessária de comparecimento dos segmentos de usuários, consumidores e entidades da saúde interessadas no tema. Ao contrário, as empresas de planos de saúde foram privilegiadas, inclusive com o convite formal ao mesmo representante do setor em mais de uma audiência.
 
Faz-se urgente o adiamento da leitura e votação do relatório, bem como a divulgação prévia do seu conteúdo à sociedade, considerando a gravidade das mudanças pretendidas, conforme declarações de membros da comissão que, em consonância com os interesses dos empresários de planos de saúde, apontaram para a liberação da venda de planos “populares” ou “acessíveis”, de menor preço e de coberturas reduzidas; a proibição da aplicação do Código de Defesa do Consumidor - CDC aos contratos de planos de saúde; mudanças das regras do ressarcimento ao SUS; e liberação de reajustes de mensalidades, entre outros aspectos.
 
Igualmente grave é a possibilidade de o relatório vir a neutralizar ou “engavetar” mais de 140 projetos de lei em tramitação na Câmara dos Deputados, quase todos voltados à ampliação das garantias de coberturas e redefinição de critérios para cobrança de mensalidades e ressarcimento ao SUS. Esse paradoxo entre a produção legislativa acumulada em quase 20 anos e o direcionamento da Comissão Especial para a restrição dos direitos à atenção a saúde evidencia a necessidade de um debate inclusivo e aprofundado do Parlamento com a sociedade. Interesses privados, podem e devem se expressar, mas não orientar políticas de saúde para evitar riscos e tratar pessoas e coletividades.
 
No sentido da clareza de compromissos com a sociedade e com a melhoria das condições de vida e saúde esperamos que nossa demanda por informações e ampliação do debate seja considerada e atendida.
 

Detecção precoce de doenças pela boca através da saliva e outros




Especialista fala do método que está disponível no Brasil desde 2008


Na secreção que protege os dentes e a língua, pode estar uma importante ferramenta de diagnóstico médico. De acordo com uma equipe de pesquisadores da Universidade de Malmö, na Suécia, nos próximos 10 anos, um cotonete molhado será capaz de revelar, em poucos minutos, substâncias relacionadas a diversas doenças, como diabetes e muitos tipos de câncer. Hoje, o material já é usado para detectar o HIV. 
Segundo Cristina Gottieb, dentista e biomédica em biomodulação hormonal, "o fato da saliva possui um método simples, não invasivo de coleta e baixo custo comparada à coleta de sangue, tem despertado especial interesse nos pesquisadores com o intuito de acrescentar uma possibilidade de exame complementar. Atualmente, observa-se ascensão do seu uso para investigações laboratoriais com aplicabilidade com finalidades básicas e clínicas na área odontológica", explica.
  
Progressos como esses apontam para uma nova era, em que o diagnóstico molecular na cavidade bucal terá grande importância. "A cárie dentária, por exemplo, é uma doença infecciosa multifatorial caracterizada pela destruição localizada dos tecidos dentais devido à ação das bactérias, a qual atinge um grande número de indivíduos no mundo. Nas referências, um grande interesse tem sido colocado na utilização da saliva em testes bacteriológicos visando à indicação do risco de cárie", pontua Cristina.  

A saliva foi estudada também como forma de detectar imunoglobulina M contra rubéola e observou-se uma especificidade maior, quando comparado ao padrão considerado ideal do teste. Cristina ressalta que esses resultados indicam que a utilização da saliva pode ser uma alternativa válida para a obtenção de espécimes clínicas na investigação de casos recentes de rubéola, com ênfase nas atividades de vigilância epidemiológica e controle da virose. Portanto, "com esses e outros progressos, espera-se que o método evolua ainda mais e se obtenha resultados ainda mais abrangentes na odontologia, tanto quanto medicina", finaliza a doutora. 

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Pessoas com diabetes e hipertensão consideram-se empoderadas em relação a sua saúde, revela pesquisa


O ESTUDO, QUE MARCA OS 80 ANOS DA EMPRESA NO BRASIL, REVELA QUE 54% DAS PESSOAS COM ESTAS DOENÇAS CRÔNICAS ESTÃO SATISFEITAS COM A SUA SAÚDE

• 59% das pessoas tem na melhoria dos hábitos de saúde a principal chave para se sentir empoderado.
• 73% realiza conversas acerca da sua condição de saúde com seu médico.
• Aderência ao tratamento ainda é um desafio.
São Paulo, 17 de agosto de 2017A Abbott, empresa global de cuidados para a saúde, marca seus 80 anos no Brasil convidando os brasileiros a refletir sobre a importância da conquista e manutenção da sua saúde  e seus principais desafios. Para tanto, a empresa idealizou a pesquisa “Empoderamento do Paciente – importância e desafios”, conduzida pela Nielsen Shopper Solutions, entre os dias 2 e 20 de junho de 2017 com 960 pessoas, entre homens e mulheres, acima de 18 anos, de capitais de todas as regiões brasileiras (Manaus e região metropolitana, Fortaleza, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre), diagnosticadas com hipertensão ou diabetes: duas doenças crônicas de grande incidência no país e para as quais o envolvimento do paciente no tratamento é fundamental.
Segundo levantamento do Ministério da Saúde, na última década, o número de pessoas diagnosticadas com diabetes cresceu 61,8%. Já os hipertensos aumentaram 14,2%1. No Brasil, são mais de 14 milhões de brasileiros com diabetes, um número menor apenas do que em países como China, Estados Unidos e Índia2. Dados do Ministério da Saúde revelam mais de 30 milhões de hipertensos3.
“Este aumento da prevalência do diabetes e da hipertensão é um fenômeno que acompanha o da expectativa de vida no nosso país e no mundo. A Abbott está atenta a isso e acredita na responsabilidade compartilhada entre pacientes, médicos, governo e a indústria no cuidado da saúde. Ao longo de 80 anos trabalhamos para que os brasileiros vivam não apenas mais, mas melhor. A pesquisa, ao incitar essa reflexão tão importante, vai ao encontro do nosso propósito”, diz Juan Carlos Gaona, Gerente Geral da Abbott no Brasil.
O estudo revela, por exemplo, que 59% das pessoas com hipertensão e diabetes tem na melhoria dos hábitos de saúde a principal chave para se sentir empoderadas; e o principal foco das preocupações tem sido a alimentação diária: 87% tentam realizar as principais refeições; 86% acham importante beber de 6 a 8 copos de água ao dia e 78% lutam para diminuir o sal. Porém, atualmente apenas 24% segue uma dieta com acompanhamento profissional.
A pesquisa mostra que, de modo geral, as pessoas consultadas se julgam autorresponsáveis por sua saúde. Entretanto, ainda é grande (mais de 40%) o índice de brasileiros com diabetes e hipertensão que interromperam o tratamento ao menos uma vez nos últimos cinco anos por indisciplina ou depois que os sintomas desapareceram. Um dado que requer atenção é o percentual daqueles que, apesar de saberem que têm diabetes ou hipertensão, ainda não iniciaram um tratamento médico por considerarem que a doença não é grave o suficiente: 15% das pessoas com diabetes e 12% das que apresentam hipertensão. 
“Isso é preocupante, visto que, ao longo do tempo, se não tratadas, ambas as doenças podem causar complicações muito sérias. Por isso, faz parte da missão da Abbott desenvolver soluções que vão ao encontro das necessidades dos brasileiros, além de oferecer informações e facilitar a adesão ao tratamento”, afirma Gaona.
DIAGNÓSTICO: UM DIVISOR DE ÁGUAS
É importante destacar que a maioria das pessoas tem no diagnóstico um divisor de águas para uma mudança de vida. Para a maior parte delas (55%), a prática de atividades físicas, por exemplo, só se tornou uma realidade após o diagnóstico. A caminhada foi a escolha da maioria (63%). O estudo mostra também que a forma como a notícia é recebida influencia muito na postura que o paciente adotará dali em diante.
Segundo os dados do estudo, hoje 54% das pessoas estão satisfeitas com a saúde e 46% insatisfeitas. As satisfeitas afirmam ter apresentado uma postura mais positiva no momento do diagnóstico, com sensações de tranquilidade, autoconfiança e determinação em mudar o rumo da sua vida. E é justamente entre elas que está o maior percentual das que conseguiram inserir em seu estilo de vida cinco importantes hábitos investigados pela pesquisa: prática de exercícios físicos (64%), dedicação de mais tempo para si (62%), redução da jornada de trabalho (61%), adoção de uma dieta mais equilibrada (60%) e visita regular ao médico (58%). No outro extremo, o das insatisfeitas, apenas 30% dos pacientes adotaram essa mesma postura.
É de se esperar, portanto, que esteja entre os insatisfeitos a maior incidência de complicações advindas do diabetes e da hipertensão não controlados, como problemas de visão, fraqueza, perda de energia e problemas com a saúde bucal. 
A pesquisa ajuda a refletir sobre a importância do acolhimento do paciente nesse momento. Autorresponsabilidade, postura positiva e conscientização são a chave para um tratamento com menor impacto na vida do paciente.
MAIS INFORMAÇÃO
A busca por informação também é outra ferramenta fundamental para o empoderamento das pessoas com diabetes ou hipertensão: 40% acessam sites de buscas e 28% procuram em sites específicos informações sobre a doença, prevenção, tratamento, medicamentos e profissionais de saúde. Mas a consulta na internet tem apenas caráter complementar, já que não substitui o contato com o médico. Grande parte dos entrevistados (92%) faz tratamento com acompanhamento médico e 85% confiam nos profissionais de saúde. Segundo a pesquisa, as principais barreiras para um tratamento ideal estão ligadas a recursos financeiros (59%).
Podemos concluir que a maioria dos pacientes se sente empoderada para cuidar da sua saúde, o que é bastante positivo. Mas ainda há oportunidades para o desenvolvimento de soluções que vão ao encontro das necessidades dos brasileiros, bem como é fundamental que seja oferecida ainda mais informação de qualidade e mecanismos para facilitar adesão ao tratamento.
“Os resultados desta pesquisa são importantes direcionadores para entendermos melhor como os brasileiros cuidam da sua própria saúde. Diante da importância do Brasil para a Abbott e deste futuro que queremos construir para os próximos 80 anos, reforçamos o nosso compromisso de ajudar as pessoas a viver da melhor maneira possível, por meio do poder transformador da saúde”, conclui Gaona.
Referências

1. Ministério da Saúde.  Vigitel Brasil 2016. Hábitos dos brasileiros impactam no crescimento da obesidade e aumenta prevalência de diabetes e hipertensão.
2. Federação Internacional de Diabetes (FID). Off to the right start. Dia Mundial do Diabetes. Guidebook 2014. Site. [Acessado em abril. 2015]. Disponível em http://www.idf.org/sites/default/files/wdd-guidebook-2014-en.pdf
3. Portal Brasil. Hipertensão atinge mais de 30 milhões de pessoas no País. 2015. Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2015/04/hipertensao-atinge-mais-de-30-milhoes-de-pessoas-no-pais

Aminato é cancerígeno e a Crisotila, comercializada no Brasil, é proibida em 60 países, o Tribunal Superior Federal decide sobre esse prejuízo à sociedade continua ou não

Isso é crime contra a saúde pública, contra o erário público e contra a família. Coloca em risco desde o ser humano como o animal e deixa herança negativa. Essa sim hereditária de caminho da morte por câncer que pode aumentar o risco ou desencadear por outros motivos.Resultado de imagem para pesquisa de amianto e fotos

Leia mais sobre o Amianto e suas consequências e a irresponsabilidade de 13 anos de discussão de parar sua produção.
https://www.uol/noticias/especiais/amianto.htm#tematico-1

Em Belo Horizonte, Minas Gerais, a maioria dos barracos, as telhas são de amianto. Já imaginou em um Estado onde o inverno a temperatua está entre 26 e 30o. e todo o ano a temperatura é alta, muito sol com telhado de amianto cozinhando o cérebro da pessoa, isso é um crime contra a humanidade. É desumano e os alguéis são caros e precisam ser pagos religiosamente, caso contrário, despejos e amolação, humilhação diária de cobranças e chateações.

O Tribunal de Justiça deveria ser mais rápido em relação as decisões que dizem respeito à saúde. Pois, nas fábricas já ficou comprovado problemas de saúde de silicose por abeto, ou seja, endurece os pulmões devido a aspiração do pó, mesmo com máscara, com todos os cuidados necessários e da Sipa - Segurança do Trabalhador.

Mas, não fazem, o abeto é cancerígeno e agende desencadeador de doenças como bronquite, asma, pneumonia - o quadro se agrava - câncer de pulmão e outros tipos de cancer.

Pesquise abaixo tudo quanto ja foi estudado sobre o Amianto, inclusive, pesquisas pagas por produtores de amiantos onde compram até mesmo laudos médicos.

Amianto - Mundo Educação

mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/amianto.htm
O amianto é uma fibra mineral natural extraída de rochas, é usado para ... Segundo pesquisas, tudo começa com uma reação inflamatória provocada pela ...

Pesquisa não vê doença por amianto após 1980 - Jornal O Globo

https://oglobo.globo.com › Economia › Rio+20
22 de mai de 2012 - Estudo foi parcialmente bancado pela indústria do amianto e médicos ... Foto: . União pagou R$ 221,6 milhões em dívidas de estados e ...

G1 > Ciência e Saúde - NOTÍCIAS - Pesquisa detecta 'pulmão de ...

g1.globo.com/.../0,,MUL1278345-5603,00-PESQUISA+DETECTA+PULMAO+DE+...
26 de ago de 2009 - Entre recortes de jornal presos na parede estão as fotos de colegas ... detecta 'pulmão de pedra' em 1/3 de 52 trabalhadores com amianto.

As dúvidas mais comuns sobre o amianto - Jornal O Globo

https://oglobo.globo.com › Economia › Rio+20
19 de mai de 2012 - Agência da Caixa Econômica Federal Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo ... É perigoso beber água depositada em caixas d'água de amianto? Quem defende a fibra afirma que não há pesquisas que indicam que há ...

Asbesto – Wikipédia, a enciclopédia livre

https://pt.wikipedia.org/wiki/Asbesto
O asbesto (da palavra grega ἀσβεστος, "indestrutível", "imortal", "inextinguível") ou amianto (do grego αμίαντος, puro, sem sujidade, sem mácula), é uma ...

[PDF]Amianto - Ministério do Meio Ambiente

www.mma.gov.br/port/conama/processos/18018FE8/Banc_Mundial_Amianto.pdf
relativos à exposição ao amianto no ambiente de trabalho, de fornecer uma ... organizações mundiais de saúde e de trabalhadores, institutos de pesquisa e alguns ..... O documento contém numerosas fotos de MCA típicos encontrados em.

STF retoma hoje julgamento sobre validade de leis que proíbem uso ...

agenciabrasil.ebc.com.br/.../stf-retoma-hoje-julgamento-sobre-validade-de-leis-que-pr...
10 de ago de 2017 - Caixas d'água de amianto - Foto Wilson Dias/Arquivo Agência BrasilWilson Dias/Arquivo Agência Brasil.

A História de Márcio, segunda parte, como ele é enganado com 120 lotes pagos


A história de Márcio, doença, família e herança, que moem os sentimentos


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Atualização diária 17 de agosto de 2017

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