terça-feira, 21 de março de 2017

Itambé, Instituto Mário Penna e Supermercados BH se unem na luta contra o câncer


Itambé doa parte das vendas dos produtos para pesquisas e assistência a pacientes com câncer


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You Ta Ma, diretor financeiro da Itambé, Paulo José de Araújo, presidente do Instituto Mario Penna e Luiz Soares, gerente de trade marketing da Itambé 

 
Hoje, 20/03, o Instituto Mário Penna recebeu a diretoria da Itambé para a entrega do cheque simbólico de R$ 95.809,25. O valor é referente à doação de um percentual da venda dos produtos Itambé, comercializados pelo Supermercados BH, durante o último trimestre de 2016 e será destinado à pesquisas e assistência a pacientes com câncer.

“A Itambé é uma empresa mineira que se preocupa com a sua comunidade. Temos muito orgulho em apoiar um Instituto referência em pesquisas e na luta contra câncer.”, afirma You Ta Ma, diretor financeiro da Itambé.
 
“Para o Instituto Mário Penna iniciativas como essa da Itambé e do Supermercados BH são vitais para cumprir a nossa missão de assistir com excelência e de forma humanizada o paciente com câncer. Somente com a solidariedade de toda sociedade podemos continuar atendendo o paciente carente com câncer de Minas Gerais”, destaca o presidente do Instituto Mário Penna, Paulo José de Araújo.

Sobre Itambé 
A Itambé Alimentos S/A é uma empresa mineira com mais de 67 anos no mercado. Diariamente, a marca transforma 3,5 milhões de litros de leite em um portfólio completo de derivados lácteos – são mais de 190 produtos entre leites, iogurtes, requeijões e doce de leite. Considerada uma das maiores empresas de laticínios do país, conta com mais de 7 mil fornecedores e 3,3 mil funcionários diretos. A companhia possui cinco unidades industriais, sendo quatro em Minas Gerais (MG) – Pará de Minas, Sete Lagoas, Guanhães e Uberlândia – e uma em Goiânia (GO).  O relatório Brand Foot Print produzido pela empresa de pesquisa de mercado Kantar WorldPanel (em 2016), indica que a Itambé é a 10ª marca de consumo do varejo com maior penetração nos lares brasileiros, além de ser a marca de leite mais lembrada pelos consumidores brasileiros, segundo o Top Of Mind 2016.

Membrana inovadora revoluciona o mercado de curativos


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Imagine a seguinte situação: sua mãe sofre, há mais de 5 anos, com uma úlcera na perna. Vocês já recorreram a vários especialistas e aos mais diferentes tratamentos, mas nada resolve o problema por completo. A ferida apresenta pequenas melhoras, mas volta a regredir. Consegue imaginar o desgaste emocional e os custos com tratamentos ineficientes nesse caso? Essa foi exatamente a situação pela qual passou o engenheiro florestal João Carlos Moreschi, que, ao acompanhar o sofrimento da mãe e inconformado com os tratamentos até então utilizados, decidiu buscar uma alternativa por conta própria. Em 2000, após anos de pesquisa, foi criada a membrana regeneradora porosa. Nascia, então, a Membracel, empresa fabricante dessa película que substitui a pele humana e acelera o processo de cicatrização.

Passados 17 anos, o crescimento da companhia é ainda mais expressivo, visto que, no último ano, o faturamento anual teve aumento de 36%. Com a expansão da marca, foi necessária a contratação de profissionais de áreas específicas, como farmácia, pesquisa e desenvolvimento e vendas. Os estudos com a membrana regeneradora porosa aumentaram o conhecimento sobre a celulose microcristalina, o que permitiu utilizá-la em situações específicas, como no caso de doenças raras. Foi assim que Jéssica Calgaro conheceu a Membracel. Ela é mãe do Miguel, que nasceu com epidermólise bolhosa, uma doença rara de pele, que faz com que surjam feridas e bolhas em resposta ao menor atrito, como o simples toque de uma etiqueta. “Depois que conhecemos a membrana regeneradora porosa o tratamento do Miguel ficou muito mais fácil. Basta colocar a membrana na pele e a dor é amenizada instantaneamente. É um curativo realmente eficiente, pois torna muito mais rápida a cicatrização das feridas, o que aumenta a qualidade de vida do nosso filho, que agora pode realizar atividades comuns de qualquer criança”, destaca Jéssica.

Com o sucesso da membrana de celulose e o crescimento da marca, a empresa apostou na renovação da identidade visual e da abordagem da marca, criando novos produtos e atingindo públicos diferentes. Os estomizados também passaram a ser beneficiados com as novidades da empresa, que agora se chama Vuelo Pharma. Produtos que aromatizam e gelificam o conteúdo da bolsa de estomia e que protegem a pele ao redor do estoma são os destaques deste ano. Já o carro chefe da empresa, a membrana regeneradora porosa, conquistou mercados internacionais e agora também é comercializada no México e nos Estados Unidos. “Com a reformulação e expansão da marca, nossa meta é conquistar novos mercados para que possamos, gradativamente, ajudar mais pessoas a partir da entrega de produtos acessíveis e de qualidade”,destaca Thiago Moreschi, sócio-diretor da Vuelo Pharma.

Com a conquista de novos mercados, as projeções para os próximos anos são ambiciosas. A empresa tem planos de entrar em outros continentes - na Europa, por exemplo, o foco inicial é a Alemanha. Para 2017, a previsão é que o aumento da produção acompanhe o avanço do faturamento total, resultando num crescimento de 50%. A conquista de novos mercados está diretamente relacionada à nova identidade e ao novo posicionamento da empresa no mercado. “Cada novo passo tem como base muito planejamento e pesquisa. A escolha de nossos parceiros, por exemplo, é muito estratégica e cuidadosa. Queremos ter ao nosso lado distribuidores que compartilhem da nossa visão, buscando sempre ajudar a quem precisa. Essa é a essência da empresa desde seu o início e continuará sendo para sempre.”, conclui Thiago.

Pacientes estrábicos têm maior incidência de doença mental



Pacientes com exotropia intermitente são particularmente mais propensos a desenvolver doenças psiquiátricas significativas até a terceira década de vida


As crianças que têm estrabismo estão em risco significativamente maior de desenvolver doenças mentais, no início da idade adulta, de acordo com os resultados de um estudo da Clínica Mayo publicado no Pediatrics, jornal oficial da Academia Americana de Pediatria.

O estudo retrospectivo examinou os prontuários de 407 pacientes com estrabismo e os comparou com registros de crianças correspondentes por idade e sexo, mas com alinhamento normal dos olhos. As crianças com desvios divergentes (exotropia) apresentavam três vezes mais probabilidade de desenvolver um distúrbio psiquiátrico do que os controles ao passo que, aquelas com olhos desviados para dentro (esotropia), não apresentavam aumento na incidência de doenças mentais.

Brian Mohney, oftalmopediatra que liderou o estudo, diz que os resultados podem ajudar a alertar os oftalmologistas para potenciais problemas em seus pacientes pediátricos. “Pediatras e oftalmopediatras que atendem crianças com estrabismo devem estar conscientes do aumento do risco de doença mental. Esses profissionais devem estar atentos aos primeiros sinais de problemas psiquiátricos em pacientes com exotropia, para que possam encaminhá-los a um psicólogo ou psiquiatra”,afirma o oftalmologista Virgílio Centurion.


Saiba um pouco mais sobre o estrabismo

Além de lutar contra o incômodo de uma visão deficiente, os estrábicos – cerca de 4% da população mundial – ainda precisam superar o preconceito contra a doença. “O estrabismo é a perda do alinhamento dos olhos, fazendo com que os olhos sejam desviados para dentro, para fora, para cima ou para baixo. O desvio pode se apresentar de forma constante ou intermitente. Em todos os casos são comuns os relatos de pacientes que sofrem com o “bullying social”, afirma Bruna Ducca, oftalmopediatra do IMO, especializada em estrabismo também.

Existem muitas condições médicas associadas às causas do estrabismo. Elas podem ser divididas nas seguintes categorias: influência hereditária, problemas neurológicos, doenças específicas e causa desconhecida, sendo esta última a mais comum.  “O problema pode se manifestar na infância podendo ser congênito ou adquirido, ou na vida adulta, geralmente de forma adquirida”, esclarece a oftalmopediatra.

O tratamento do estrabismo em crianças requer cuidados especiais. O principal deles é a ajuda dos pais. As diferentes modalidades de tratamento dependem de cada caso, dentre elas estão a prescrição de lentes corretivas, a oclusão (tampão), a injeção de toxina botulínica nos músculos oculares e a cirurgia de estrabismo. O processo para alinhar os olhos pode ser demorado e as crianças precisam de apoio nesta fase. “Para facilitar o processo, os adultos podem, por exemplo, deixar a criança participar da escolha da armação dos óculos – que deve ser leve, de tamanho adequado e com lentes resistentes; para a garotada que necessita de tampão, os pais devem explicar a importância desse tratamento e insistir na oclusão; nos casos em que se opta pela cirurgia, o acompanhamento pós-operatório de forma correta é essencial para garantir um bom resultado, orienta Bruna Ducca.

“Os pais precisam ficar atentos a qualquer alteração de humor dos filhos e às queixas, veladas ou explícitas, que eles façam da escola durante o tratamento. Em caso de problemas, os pais devem buscar ajuda por meio do serviço de orientação educacional e psicológica da instituição de ensino, pois as crianças têm direito a ambientes escolares onde existam alegria, amizade, solidariedade e respeito às características individuais de cada um deles”, defende a médica.

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