sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Justiça Federal condena funcionários dos Correios por fraude em plano de saúde


Justiça Federal condena funcionários dos Correios por fraude em plano de saúde
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Acabar com conteúdo local é crime lesa pátria

*José Velloso
 O governo federal deve realizar, em 2017, a 14ª Rodada de Licitação de blocos exploratórios de petróleo e gás natural e dentre as várias questões que estão sendo definidas estão as regras de Conteúdo Local. 

O sucesso da rodada depende de fatores como: a qualidade das áreas ofertadas, estabilidade política do país, do ambiente regulatório, da burocracia, dos tributos locais, das exigências ambientais, da tradição em respeito aos contratos, da constância de regras, do custo do país (no caso, CUSTO BRASIL) e exigências como a de Conteúdo Local, entre outros.

A exigência de Conteúdo Local, mesmo sendo apenas um em meio a tantos outros fatores de decisão, tem recebido um destaque especial, como se fosse a grande causadora de todos os problemas ocorridos com a indústria do petróleo no país. Cabe ainda lembrar que a crise no Brasil é generalizada e não apenas na indústria do petróleo.

Desde o primeiro leilão de blocos exploratórios, em 1999, as exigências de Conteúdo Local têm sido empregadas como ferramenta de desenvolvimento nacional por meio da inserção de nossa indústria no mercado até então monopolista, onde havia uma “política industrial” conduzida com sucesso pela Petrobras. Àquela época, a Petrobras adquiria mais de 65% de suas demandas de bens no Brasil. Portanto, a política de Conteúdo Local não nasceu no governo anterior e, sim, no governo de FHC.

A forma de introdução das exigências de Conteúdo Local foi sendo modificada até a introdução, em 2005, da metodologia de uso de uma cartilha que estabelece Conteúdo Local por itens, a qual persiste até hoje.

Embora tenha falhas, a cartilha teve o mérito de permitir que o mercado supridor nacional fosse visível e tivesse oportunidade de participar. 

Cabe esclarecer que o investimento em um campo de petróleo está, a grosso modo, assim dividido: 50% são serviços, 30% são máquinas e equipamentos e 20% são materiais (chapas, tubos, tintas etc.). Ocorre que a maioria dos serviços, por suas características, já leva, obrigatoriamente, a um elevado índice de Conteúdo Local. Logo, se considerarmos um índice de Conteúdo Local global de, por exemplo, 40%, em tese, esse percentual pode ser alcançado com 0% de máquinas, equipamentos e materiais, os quais são provenientes da indústria de transformação, que é aquela que mais agrega valor e mais gera empregos.

Portanto, para que haja uma homogeneidade na participação dos diversos segmentos envolvidos, torna-se necessário que esses segmentos sejam considerados individualmente no computo do Conteúdo Local. 

Falar que a indústria nacional só vai vender se for competitiva é o mesmo que não haver exigência de Conteúdo Local, pois todos sabemos que o Custo Brasil impede que nossa indústria possa concorrer com outros países que têm juros abaixo da inflação local, que têm câmbio administrado e baixa incidência tributária. Podemos citar exemplos de produtos que, embora tenham escala de produção no Brasil, não são competitivos em preços com produtos de outros países, como automóveis, roupas, combustíveis, lubrificantes (estes últimos fabricados pela Petrobras).

A Petrobras e demais companhias de petróleo são subsidiadas nos seus investimentos, pois são desoneradas de todos os tributos, inclusive do Imposto de Importação. Seus fornecedores de bens do Brasil não têm qualquer subsídio ou proteção.

Estas empresas de petróleo, entre elas a Petrobras, declaram insistentemente que, sem as medidas protecionistas como o Regime Especial REPETRO, que desonera seus investimentos e operações, a indústria de petróleo no Brasil seria inviável. Ora, a indústria do petróleo não é composta só pelas empresas de petróleo. Os países onde o modelo é esse estão em má situação ou falidos, como Angola, Venezuela, Nigéria, entre outros tantos que compõe a OPEP.

O segredo, praticado pela Noruega ou Reino Unido, é desenvolver, juntamente com a produção de petróleo, uma indústria local com instalações adequadas, qualidade requerida, tecnologia necessária e engenharia bem desenvolvida, fatores que dispomos no Brasil e que, agora, correm o risco de serem destruídos. Hoje, para a Noruega, por exemplo, a indústria é mais importante que a produção de petróleo.

Cabe esclarecer que não foi o Conteúdo Local que levou à corrupção tratada no âmbito de Lava-Jato e, sim, a metodologia de contratação da Petrobras de projetos completos em poucas empresas, que viabilizou a formação de “clubes” e a colocação de editais mal planejados, incompletos e mal especificados, sem considerar até mesmo a capacitação das empresas candidatas, muitas delas sem experiência anterior. A corrupção ocorreu no modo de contratar, no modo de selecionar as empresas e, principalmente, decorreu da incapacidade física em executar um enorme volume de obras, ao mesmo tempo sem um efetivo controle gerencial. Aliás, quando a presidente Graça Foster começou a introduzir algum controle, a verdadeira situação começou a vir à tona: atrasos enormes nos empreendimentos, principalmente nos importados, como foi o caso das 12 sondas de perfuração, que atrasaram, em média, dois anos e não tinham Conteúdo Local, e o total descolamento dos orçamentos iniciais em percentuais inimagináveis que chegaram a mais de 500%. 

Tais fatos ocorreram também, e em grande escala, em empreendimentos onde não havia a exigência legal de Conteúdo Local, como nas refinarias RNEST e COMPERJ e nas plantas de fertilizantes. Nos investimentos nas refinarias não existiu a obrigatoriedade de Conteúdo Local, mas foram ali os maiores escândalos de corrupção da nossa história e também os maiores atrasos com produtos importados. Vale dizer que na indústria de máquinas brasileira existem aproximadamente 800 empresas que direta ou indiretamente fornecem para a Petrobras e que NENHUMA delas está envolvida nos escândalos citados.

Como já foi dito, a exigência de Conteúdo Local Global, na prática, representa Conteúdo Local ZERO, sendo que muitos materiais são oriundos de produtos da própria Petrobras e que deixarão de ser comprados no Brasil. 

Os investimentos estrangeiros são vitais para o desenvolvimento do país e são bem-vindos, desde que não venham na forma de bens importados. O capital estrangeiro tem que gerar empregos e renda aqui. Entretanto, como a maioria dos financiamentos vem de bancos de desenvolvimento nos países de origem, a tendência é que tudo venha de fora, deixando pouquíssimos empregos inevitáveis no Brasil e de baixa qualificação.

A mudança radical, embora haja o compromisso do governo de que será válida apenas para a 14ª Rodada, é uma péssima sinalização para as empresas que têm planos de investir na indústria de bens e serviços no Brasil. É um sinal de alerta para aquelas empresas que já investiram, as quais sem muita dificuldade podem sair do país, deixando para trás mais desempregos e impostos que deixarão de ser gerados.

O custo do Não Conteúdo Local poderá ser contabilizado na perda de aproximadamente um milhão de empregos, além daquelas centenas de milhares de empregos que já perdemos.

Concluindo, numa situação em que a Petrobras se encontra com sérios problemas financeiros e dificilmente terá participação significativa no próximo leilão, estamos destruindo toda uma capacitação nacional, centenas de milhares de emprego e arrecadação de impostos, para obter investimentos de empresas multinacionais que virão para extrair o petróleo e exportá-lo, deixando aqui apenas os “royalties” que um dia acabarão, quando o petróleo acabar. É isso o que queremos??? É disso que o Brasil precisa???

Queremos sair do modelo “Mar do Norte” para um modelo Opep? Queremos ser como Venezuela, Nigéria e Angola ou como Noruega e Reino Unido? Nossos desempregados aceitam exportarmos empregos para China, Coreia e Singapura? A resposta precisa ser dada pelas autoridades.

*José Velloso é engenheiro, especialista no setor de óleo e gás e presidente executivo da ABIMAQ

Mamografia dói? Veja esse e outros mitos sobre o exame


Especialista do Hospital 9 de Julho reforça que a mamografia é o melhor exame para detectar alterações suspeitas nas mamas; prevenção também tem a ver com hábitos saudáveis

São Paulo, fevereiro de 2017 – No próximo domingo, dia 05, será comemorado o Dia Nacional da Mamografia. Não sem razão, já que é o exame mais importante para a detectar lesões iniciais no tecido mamário. Segundo o Dr. Bruno Mancinelli, mastologista da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho, essas lesões podem não ser notadas no autoexame ou exame físico das mamas, pois a mamografia é capaz de identificar tumores com meio centímetro, enquanto o médico só consegue palpar nódulos com cerca de um centímetro ou mais. 
De acordo com o Ministério da Saúde, o número de mamografias aumentou em 37% no país em 2016. Campanhas como Outubro Rosa são exemplos de iniciativas prevenção, que não devem ser esquecidas ao longo do ano, uma vez que o câncer de mama é segundo tipo mais frequente, atrás apenas do câncer de pele, e a segunda causa de morte por câncer entre mulheres em todo o mundo. 
O Dr. Mancinelli explica que, quando detectado no estágio inicial – que é o foco da mamografia -, a chance de cura pode chegar próximo à 100%. “Daí a importância de não perder tempo entre o diagnóstico e o tratamento, que será menos invasivo quanto menor for a lesão identificada”.
A recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia é que o exame seja feito anualmente, a partir dos 40 anos para todas as mulheres e, naquelas com história familiar de câncer de mama, o rastreamento deve começar 10 anos antes do caso mais jovem da família. "Se uma mulher teve sua mãe acometida com a doença aos 40 anos, por exemplo, ela deverá fazer sua primeira mamografia aos 30 anos" explica o especialista", entretanto o rastreamento nunca deve começar antes dos 25 anos. Até essa idade o exame de palpação da mamas realizado pelo médico é fundamental" completa. 
Outros exames, como a ressonância magnética e a própria ultrassonografia, também poderão ser indicados em alguns casos mais complexos ou de maneira complementar, como para as mulheres com mamas densas por exemplo.  “De qualquer maneira, esses exames nunca substituem a mamografia, que é o método mais eficaz para detectar e prevenir o câncer de mama”, diz o médico.
No dia a dia
Além da visita regular ao médico, a prevenção deve fazer parte rotina. Mudança dos hábitos de vida com combate ao sedentarismo e a obesidade, não fumar ou consumir bebidas alcoólicas em excesso estão entre as principais recomendações. “Estudos recentes mostram que atividade física regular pode reduzir tanto a mortalidade quanto a chance de recidiva em até 30% nas mulheres com a doença”, explica o Dr. Mancinelli. 
Alguns mitos sobre mamografia ainda circulam, porém “é fundamental que a mulher seja orientada sobre os benefícios do exame que pode reduz a mortalidade por câncer em até 30%, quando realizado anualmente. 
 Mitos sobre a mamografia:

• Sentimos dor durante o exame?
Depende de diversos fatores, como o método utilizado, a qualidade dos profissionais, o volume das mamas, se a paciente está no período menstrual (o que deve ser evitado). “Neste sentido, é importante ter um laço de confiança, para que o medo de fazer o exame não comece na sala de espera”, exemplifica.

• Paciente que tem prótese pode realizar o exame?
Sim, nenhuma situação impede a realização do exame de rastreamento, “sendo importante a escolha da técnica e dos profissionais de confiança”, complementa.

• O protetor de tireoide é realmente necessário?
Esse foi um boato desmentido em nota pela Comissão Nacional de Mamografia - formada pelo Colégio Brasileiro de Radiologia, pela Sociedade Brasileira de Mastologia e pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia: "A dose de radiação para a tireoide durante uma mamografia é extremamente baixa (menor que 1% da dose recebida pela mama). Isto é equivalente a 30 minutos de exposição à radiação recebida a partir de fontes naturais (como o sol)."

Em caso de dúvidas, procure o seu médico e não deixe de buscar a prevenção.

Sobre o Hospital 9 de Julho: fundado em 1955, em São Paulo, o Hospital 9 de Julho tornou-se referência em medicina de alta complexidade com destaque para as áreas de Neurologia, Oncologia, Onco-hematologia, Gastroenterologia, Ortopedia, Urologia e Trauma. Possui um Centro de Medicina Especializada com atendimento em mais de 50 especialidades e 12 Centros de Referência: Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional; Rim e Diabetes; Cálculo Renal; Cardiologia; Oncologia; Gastroenterologia; Controle de Peso, Infusão, Medicina do Exercício e do Esporte; Reabilitação; Clínica da Mulher; Longevidade.

Com cerca de dois mil colaboradores e quatro mil médicos cadastrados, o complexo hospitalar possui 410 leitos, sendo 91 leitos nas Unidades de Terapia Intensiva, Centro Cirúrgico com capacidade para até 22 cirurgias simultâneas, inclusive com duas salas híbridas (com equipamento de Hemodinâmica e Ressonância Magnética) e uma para robótica.

Diagnóstico in vitro ajuda no rastreio e monitoramento do câncer


Empresa que fornece kits de ponta para laboratórios 
 aponta testes que podem auxiliar no tratamento e no monitoramento da doença

O Dia Mundial do Câncer, 4 de fevereiro, foi criado para ressaltar a importância da prevenção da doença, a necessidade de diagnósticos precoces e os investimentos para o desenvolvimento de métodos de triagem e tratamentos. Os exames de diagnóstico in vitro são grandes aliados de médicos e pacientes para diagnóstico precoce e tratamento do câncer, doença com estimativa de 595 mil novos casos no Brasil em 2016, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Entre o rol de exames que auxiliam médicos e pacientes, existem os usuais e as inovações. O teste de Elastase Pancreático, incorporado recentemente nos laboratórios, auxilia a detecção de neoplasias e pancreatites de forma menos invasiva. O teste é bastante acessível e indolor, pois é realizado utilizando amostra de fezes.

Testes fecais baseados em marcadores tumorais podem oferecer uma boa escolha não invasiva ao paciente. Nesta categoria, o exame de sangue oculto é o mais disseminado como auxiliar na triagem do câncer colorretal. Contudo, novos testes mais sensíveis destinados à identificação e ao monitoramento de recidivas ou metástases já estão disponíveis, como o exame M2-PK, que detecta um biomarcador da enzima M2-PK, associada a este câncer. “O diferencial deste teste comparado ao sangue oculto é a sua alta especificidade, detectando a neoplasia mesmo na ausência de sangramento”, explica Daiana Godoi, gerente de produtos.

Dentre os exames usuais há o PSA, marcador para triagem e monitoramento do câncer de próstata. Para outras neoplasias de alta incidência como o câncer de ovário, mama e gástrico, os marcadores mais utilizados são o CA 125, CA 15-3 e o CA19-9, respectivamente.

“Acreditamos que todos têm direito a um diagnóstico rápido e de qualidade. A Vyt missão de oferecer melhores resultados para os laboratórios e maior acesso do cidadão a um diagnóstico rápido e de qualidade. Quanto antes a doença for detectada, maior é a possibilidade de cura”, finaliza Claudia Goulart, presidente da empresa especializada em kits para laboratórios fazerem exames de diagnósticos.

A médica Gabriela que recebeu dona Marisa Letícia, do Hospital Síri-Libanes, fome demitido, por quebra do sigilo médico absoluto

Os médicos fazem juramento e além disso para todos não apenas para os profissionais existem a Ética que diz não ser condizente expor a vida privativa das pessoas e qualquer fato que não seja inerente a nossa autonomia.

Portanto o que a dra. Gabriela Munhoz, empregada no Hospital Sírio Libanes em São Paulo foi absurdo. Ela se igualou a amiguinhos de redes sociais que publica fofocas de viagens e naites passadas e pegação, completamente trivial e invasivo a privacidade inerente a todas as pessoas.

Ninguém poderia saber do quadro de entrada de dona Marisa Letícia Lula da Silva, além dos profissionais envolvidos e dos familiares e ponto.

Isso é crime e quebra de decoro ético profissional, acredito se qualquer pessoa levar a cabo junto ao Conselho de Medicina de São Paulo ou Federal, ela deverá ter Censura Pública, publicada em Jornal pelo fato, totalmente desnecessário e banal, sem cunho científico e profícuo à saúde de sua "cliente" ou de responsabilidade de tratamento.

Leia mais
http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/ap%C3%B3s-compartilhar-dados-sigilosos-de-marisa-m%C3%A9dica-do-s%C3%ADrio-%C3%A9-demitida/ar-AAmyYi8?li=AAggXC1

Anti ético e criminoso: Médica do Sírio compartilhou dados sigilosos do diagnóstico de Marisa

Pesquisa dos EUA alerta sobre impacto de produtos à saúde, o flúor pode causar reações cancerígenas


jornal de saude
Atualização assim que ocorre  3 de fevereiro de 2017
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Jornal de Saúde informa

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