quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Centro de Saúde do aglomerado da Serra volta a funcionar nesta quinta feira


jornal de saude
Atualização assim que ocorre  19 de janeiro de 2017
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Centr
O Centro de Saúde Cafezal, no aglomerado da Serra, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, voltou a funcionar nesta quinta-feira (19), com ...
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Unidade de Saúde construída sem rampas de acesso será destaque na imprensa estadual
Unidade de Saúde construída sem rampas de acesso será destaque na ... quinta-feira no RBS Notícias e na sexta-feira, 20, no Jornal do Almoço.
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Medicamento protege células de danos causados pelo vírus zika


Um estudo liderado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que o antiviral sofosbuvir, atualmente utilizado para tratamento da hepatite C, possui ação contra o vírus zika. O efeito foi observado em testes com diferentes tipos de células, incluindo células neuronais humanas, além de minicérebros, organóides produzidos a partir de células-tronco que reproduzem os estágios iniciais de formação do cérebro e são considerados um modelo para o estudo da microcefalia associada ao zika. A pesquisa apontou que o medicamento inibe a replicação viral, protegendo as células da morte provocada pela infecção.
O estudo foi realizado por pesquisadores do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz), Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), Instituto de Tecnologia de Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz), Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Inovação em Doenças Negligenciadas (INCT/IDN) e consórcio BMK, formado pelas empresas Blanver Farmoquímica, Microbiológica Química e Farmacêutica e Karin Brüning. A pesquisa foi apoiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).
Os resultados foram publicados nesta quarta-feira (18/1), na revista científica internacional Scientific Reports. De acordo com Thiago Moreno Lopes Souza, pesquisador do CDTS/Fiocruz e coordenador do estudo, mais investigações são necessárias antes da realização de ensaios com pacientes, mas os primeiros resultados apontam que o sofosbuvir tem potencial para se tornar uma opção no tratamento da doença. “Identificar a ação contra o vírus zika de uma droga que já é clinicamente aprovada é muito importante. Ainda não sabemos quando teremos uma vacina disponível contra o zika e o uso de um medicamento antiviral pode reduzir os danos provocados pela infecção. Dependendo dos resultados futuros, o tratamento poderia até ser considerado como medida profilática, como ocorre, por exemplo, no uso de certos medicamentos antirretrovirais no caso do HIV”, afirma o pesquisador.

A semelhança entre o vírus da hepatite C e o vírus zika foi um dos motivos que levaram os cientistas a testar o medicamento. Os dois patógenos fazem parte da família Flaviviridae, que apresentam similaridades em algumas de suas estruturas. Uma delas é a enzima RNA polimerase, responsável pela replicação do material genético do vírus e alvo da ação do sofosbuvir. Os efeitos colaterais reduzidos do produto para os pacientes com hepatite C na comparação com outros antivirais e a ausência de prejuízos para a gestação de acordo com estudos em modelos animais também foram levados em conta.
Proteção para minicérebros

Os experimentos foram realizados com uma linhagem do vírus zika em circulação no Brasil. A partir dos resultados positivos observados em estudos com diferentes linhagens celulares, os pesquisadores decidiram testar o medicamento em modelos mais semelhantes aos cérebros dos bebês quando são afetados pelo vírus Zika durante a gestação. Os experimentos foram realizados com células-tronco neurais de pluripotência induzida e minicérebros. Produzidas em laboratório a partir de células humanas extraídas da pele, as células-tronco neurais de pluripotência induzida são semelhantes às células precursoras que originam os principais tipos celulares do cérebro no início do desenvolvimento dos embriões. Já os minicérebros, produzidos a partir dessas células, são organóides que reproduzem a estrutura tridimensional do cérebro do feto nos primeiros meses da gestação, com a presença de diferentes tipos celulares.
Os testes de infecção experimental foram realizados em parceria com os pesquisadores do IDOR, que desenvolveram os modelos de estudo. Os cientistas verificaram que o sofosbuvir reduziu drasticamente a replicação do vírus zika tanto nas células-tronco neurais como nos minicérebros, protegendo as células dos danos provocados pelo patógeno. “Observamos proteção mesmo quando as células foram submetidas a títulos elevados de vírus. Considerando que os organóides cerebrais são um modelo para o estudo da microcefalia associada ao zika, a atividade antiviral detectada é uma forte demonstração do potencial do sofosbuvir”, ressalta Thiago. "Nosso modelo de minicérebros humanos permitiu caracterizar os efeitos de um medicamento que foi capaz de impedir, de maneira bastante satisfatória, a multiplicação do vírus zika e a morte de células neurais humanas. Trata-se de uma importante descoberta brasileira que poderá ajudar, futuramente, a reduzir as consequências da infecção nos bebês em desenvolvimento”, completa Stevens Rehen, neurocientista do Idor e da UFRJ.
Resultados em linhagens celulares

O potencial de ação do sofosbuvir sobre o vírus zika foi avaliado de diversas formas. Em um dos testes, a RNA polimerase do vírus zika foi purificada para verificar se a forma ativa do fármaco seria capaz de bloquear a sua ação, da mesma forma que ocorre com a RNA polimerase do vírus da hepatite C – hipótese confirmada nos ensaios. Os pesquisadores ainda verificaram que o sofosbuvir provoca tantas mutações no genoma do vírus da zika que a multiplicação viral se torna inviável. Por isso, protege as células de um processo chamado de patogênese viral.
O medicamento foi testado em quatro diferentes tipos de células infectadas pelo vírus zika. O sofosbuvir inibiu a replicação do patógeno em três linhagens celulares: uma linhagem de células neuronais humanas, chamada de SH-Sy5y, uma linhagem de células hepáticas humanas, conhecida como Huh-7, e uma linhagem de células de rim de hamster, identificada como BHK-21. Já durante os testes em uma linhagem de células de rim de macaco, que recebe o nome de Vero, não foi observado efeito do medicamento na inibição da replicação viral.
De acordo com Thiago, diversas linhagens celulares são utilizadas com frequência em estudos de virologia. “Uma vez que os modelos para estudo do vírus zika ainda não estão completamente estabelecidos, testamos diferentes linhagens celulares e escolhemos aquelas nas quais o vírus conseguiu se replicar, provocando claramente o efeito citopático [com danos às estruturas celulares]. A ação mais potente do sofosbuvir foi observada nas células hepáticas e neuronais humanas”, ressalta o pesquisador. Segundo ele, a ausência de efeito do antiviral nas células Vero pode ter diferentes explicações. “Isso ainda não foi investigado, mas é possível que o sofosbuvir não consiga penetrar nessas células ou que, dentro delas, ele não seja convertido na sua forma ativa, o que é necessário para sua atuação. Também é possível que as células Vero tenham algum mecanismo para eliminar o fármaco, impedindo a sua ação”, pondera.
Colaboração científica

A parceria entre grupos de pesquisa é considerada essencial para os resultados obtidos e para as próximas etapas do estudo. “Esse trabalho envolveu diversos laboratórios, que contribuíram com as suas áreas de experiência, produzindo rapidamente um resultado importante. A colaboração traz mais respostas e mais qualidade para a pesquisa”, afirma Eduardo Volotão, pesquisador do Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do IOC, que realizou a concentração e a purificação das amostras de vírus zika utilizadas no estudo. No IOC, os Laboratórios de Imunofarmacologia, de Flavivírus e de Vírus Respiratório e do Sarampo também colaboraram com o trabalho.
De acordo com os cientistas, o fato de o sofosbuvir ser um medicamento já aprovado para uso em pacientes no caso da hepatite C pode facilitar o avanço da pesquisa. “Geralmente são necessários anos para um fármaco sair da fase de estudos pré-clínicos e chegar aos ensaios com pacientes. Como o sofosbuvir já passou pelos testes de segurança e foi aprovado para uso contra a hepatite C, esse processo pode ser bastante acelerado”, diz Thiago.
Sofosbuvir contra hepatite C

O sofosbuvir é um fármaco inovador, que foi lançado em 2013 e chegou ao Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamento da hepatite C em dezembro de 2015. Como a maioria dos antivirais, o medicamento não está disponível nas farmácias e sua utilização só poder ser feita com acompanhamento médico. No tratamento da hepatite C, o remédio é utilizado em associação com outros antivirais. Entre as vantagens na comparação com as terapias anteriores estão o aumento da chance de cura, a redução dos efeitos colaterais e a possibilidade de administração por via oral. Em maio de 2016, a Fiocruz e o consórcio BMK assinaram um acordo para produzir o remédio no Brasil.

Advogados do Juizado Especial de MG tiram férias e engavetam processos por mais de 30 dias em detrimento do cidadão


Quando a elite brasileira vai perder este poder de ter privilégios acima de todos e com o dinheiro de todos

O Brasil é o único país em que pinto segue pato e dá certo. Os juízes, homens acima dos homens, na sociedade brasileira tiram férias de 30 dias e dois recessos de até 21 dias e com direito a Licenças para estudo e saúde que pode durar até mesmo dois anos e remunerado. 

Os advogados agora no recesso de final de ano tiram férias também e os autores de processo ficam parados e são obrigados a tirar "férias" ou recesso com os juízes, duas vezes ao ano e agora com os advogados. Pelo menos o Juizado 

Especial de Minas Gerais, para geral nas férias dos advogados e nada anda, aliás devemos fazer jus, os juízes trabalham e despacham mas os processos ficam parados mais de 30 dias devido aos pintos terem conseguido a graça das férias do forinho, ou seja, do Juizado Especial. 


Já a pessoa prejudicada com a demora, passagens de ônibus de ida e vinda, reajustada, a mais cara do país a R$ 4,05 e a necessidade de resolver, receber valores e até mesmo esclarecer dúvidas. Nada disso é ressarcido. Nisso ocorre da pessoa esquecer, ficar de "saco cheio", desculpe a expressão chula mas é literalmente o que ocorre. Pensa que alguém vai lhe avisar, telefonar, mandar email. Enfim aumentar seu prazo devido as férias dos juízes e advogados, não. 

O ferro queima, feri e você pode com isso perder processos de longos anos. O Juizado Especial paga indenizações que se passarem de R$ 3.000,00 o autor ou "agraciado" é chamado, destratado pelos advogados que os chama de brincar com o judiciário e de querer note-se, enriquecer com as decisões do judiciário. É só aqui no Brasil, onde a elite caga na cabeça do povão e na boca, que isso ocorre. 

Em lugar nenhum no mundo a Lei que deve ser observada, melhorada e as pessoas cumprirem, é chamada de enriquecer as pessoas. Haja visto que passa metade da vida na cadeia para o Estado indenizar é outro processo, tudo errado. 

Mais, errado ainda o Juizado Especial ficar inerte perante as férias dos doutores advogados que na maioria e por força da Lei 9.099/95 não confere esses privilégios, nem direito aos doutores e ao Juizado de deixar processos parados durante mais de 30 dias na graça das férias de advogados que mentem, atrasam, esquecem e fazem de tudo para prejudicar pessoas já enganadas, prejudicadas e cansadas de tanta esculhabação que faz com que o Brasil ande para trás a passos largos para frente engatinha como um bêbedo trôpego pela corrupção moral de uma minoria agraciada, como os antigos reis, por Deus, mas outro Deus, não o de todos, que procura a bondade, a igualdade e a irmandade em tudo. 

Marcelo dos Santos - jornalista - MTb 16.539 sP/SP

Faz mal tomar remédio vencido?


jornal de saude
Atualização assim que ocorre  19 de janeiro de 2017
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Faz mal tomar remédio vencido?
Essa foi a pergunta de um leitor do site americano Fox News a Manny Alvarez, médico e editor de saúde dos canais Fox News. De acordo com o ...
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Casa de Saúde Santo António em Albergaria pode voltar a receber utentes
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MS terá R$ 2,8 milhões para investimentos na nefrologia
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O Programa de Vacinação dos Açores, idêntico ao nacional, foi publicado em Jornal Oficial, e a Direção Regional da Saúde recomenda o seu ...
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O Sistema Único de Saúde (SUS) agora oferece terapias alternativas, como meditação, arteterapia, reiki, musicoterapia, tratamento naturopático, ...
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Marquinhos e Rose assinam convênio para asfalto e recebem ministro
A governadora em exercício Rose Modesto (PSDB) e o prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD) terão três agenda públicas juntos nesta ...
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Aos 10 anos da Lei do Saneamento Básico, Brasil ainda apresenta condições lamentáveis



No aniversário da Lei 11.445, estudo realizado pela ABES sobre situação do saneamento no país, com base na PNAD 2015, mostra avanços tímidos.  “O Brasil precisa urgentemente colocar o saneamento como prioridade. Saneamento deve ser prioridade de Estado e não de governo”, afirma o presidente da ABES, Roberval Tavares de Souza.

A Lei 11.445, conhecida como a Lei do Saneamento Básico, completa 10 anos este mês com pouco a comemorar: estudo realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES demonstra que houve melhora na situação do saneamento no país, porém, movida por avanços tímidos em algumas regiões. O instrumento estabelece as diretrizes nacionais e a política federal para o setor. Seu advento gerou grandes expectativas quanto à melhoria da prestação e gestão desses serviços e a tão desejada universalização. Dez anos depois, os indicadores monitorados anualmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) por meio da PNAD (Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios) apontam um grande contingente de pessoas ainda sem acesso aos serviços.

O estudo “Situação do Saneamento Básico no Brasil - uma análise com base na PNAD 2015”, que será divulgado epla ABES nesta sexta-feira, dia 20, em São Paulo, durante o lançamento da Câmara Temática de Comunicação no Saneamento, analisa os principais indicadores de saneamento no Brasil, por meio de suas cinco Grandes Regiões e Unidades da Federação em um comparativo 20008/2015.

A publicação contempla os indicadores de abastecimento de água, esgotamento sanitário, coleta de lixo e, adicionalmente, estatísticas sobre o uso de filtro de água nos domicílios, indicador significativo nesse contexto por guardar relação com a percepção dos consumidores quanto à qualidade da água.


Todas as informações têm como base a PNAD 2015 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), anualmente.
Segundo a PNAD, a cobertura de abastecimento de água no país aumentou de 83,9% em 2008 para 85,4% em 2015, o que significa que o acesso foi ampliado para mais 10 milhões de residências aproximadamente, das quais só o Sudeste foi responsável por cerca de 4 milhões. Em 2015, 58 milhões de domicílios contavam com o acesso aos serviços.

No esgotamento sanitário por rede, a cobertura avançou 6% nesse intervalo de 7 anos, passando de 59,3% para 65,3%, estendendo o acesso à 44,4 milhões de residências, após o atendimento de 10,3 milhões no período. Mais uma vez, o Sudeste acrescentou o maior contingente de domicílios à cobertura: 4,5 milhões.

A coleta de lixo apresentou uma variação absoluta bastante similar ao abastecimento de água e ao esgotamento sanitário – 10,5 milhões de residência passaram a ser atendidas com esse serviço no período, ampliando-se a cobertura de 87,9% para 89,8%. E novamente o Sudeste despontou a maior variação absoluta do período – 4,2 milhões de domicílios passaram a dispor do serviço no período.

A despeito dos avanços obtidos no período, tímidos, é verdade, 29 milhões de pessoas permanecem sem acesso ao abastecimento geral de água, 69,2 sem acesso ao esgotamento sanitário por rede e 20,5 sem coleta de lixo.
2014/2015
A análise mostra que o abastecimento de água apresentou uma variação de 1,5% de 2014 para 2015, com o incremento de 876 mil novos domicílios atendidos, mantendo assim a cobertura de 85,4% de 2014. A maior cobertura foi registrada no Sudeste (92,2%) e a menor na região Norte (60,2%).

Já o esgotamento sanitário por rede, que contempla os domicílios conectados à rede de esgoto por canalização ou fossa séptica, teve uma variação de 4,5% no período, alcançando uma cobertura de 65,3%. Mais uma vez, a maior cobertura foi registrada no Sudeste (88,6%) e a menor no Norte (22,6%). No mesmo período, cerca de 700 mil domicílios deixaram de esgotar por fossa séptica não ligada à rede coletora ou por fossa rudimentar, passando o percentual de domicílios nessas condições de 34,4% para 32,7% em 2015.

Mesmo tendo aumentado em 1,5% os domicílios atendidos pelo serviço de coleta de lixo, a cobertura de 2015 se manteve a mesma de 2014 – 89,8%.
E, por fim, cresceu em todas as regiões, com exceção da Norte, o número de residências que utilizam filtro de água, chegando a mais de 36 milhões aquelas que fazem uso do equipamento. Desse número, mais de 50% estão no Sudeste.

Estes índices, ainda tão distantes do ideal, favorecem a proliferação de muitas doenças, como a dengue, a zika, a chikungunya e, em pleno século 21, a febre amarela.
“Apesar de sua irrefutável importância, infelizmente o saneamento é um dos segmentos mais atrasados da infraestrutura brasileira. Em uma escala de desenvolvimento e competitividade, o saneamento só ganha do segmento dos portos, perdendo para rodovias, ferrovias, aeroportos, energia e telecom”, ressalta o presidente da ABES, “Roberval Tavares de Souza.
O engenheiro frisa que hoje, no país, há mais escolas públicas com acesso à internet do que com saneamento: 41%, contra 36%, respectivamente. “Não desmerecendo a relevância do acesso à internet, sobretudo nos dias hoje, o fato de termos mais da metade das escolas do país sem coleta de esgoto, um terço delas sem rede de água e um quarto sem coleta de lixo demonstra a inversão de prioridades por parte de nossos gestores, nos mostra como o saneamento vem sendo relegado nos últimos anos. O Brasil precisa urgentemente tornar o saneamento prioridade. Saneamento deve ser prioridade de Estado e não de governo”
O relatório completo com os dados por Grandes Regiões e Unidades da Federação está disponível no site da ABES.

Sobre a ABES
Com 51 anos de atuação pelo saneamento e meio ambiente no Brasil, a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES reúne em seu corpo associativo cerca de 10.000 profissionais do setor. A ABES tem como missão ser propulsora de atividades técnico-científicas, político-institucionais e de gestão que contribuam para o desenvolvimento do saneamento ambiental, visando à melhoria da saúde, do meio ambiente e da qualidade de vida das pessoas.

NE. Se não cuidarmos do Saneamento Básico, urgente com verbas e projetos executados a curto e longo prazo. Vamos voltar a ser ameaçados pelo: sarampo, coqueluche enfim todas as doenças já erradicadas, como a Febre Amarela que volta com força e onde, no interior do país. A equação chama-se demografia, a explosão de crescimento populacional sem a devida preparação de infra-estrutura já apresentam crises em São Paulo de abastecimento de água e agora em Brasília, no Rio Grande Sul, quem imaginaria 12 meses sem chover e uma estiagem que quase pareceu o nordeste. 


O saneamento básico pode amainar tudo isso e gerar dinheiro com o tratamento do lixo ao gerar adubo e até mesmo água do chorume que pote ser reutilizada para a lavoura e outros afins. O gás do lixo é riquíssimo. Enfim, os políticos brasileiros não estudam e cabe aos engenheiros elaborar projetos e levar para que estes comecem aprender alguma coisa ou vão ter seus filhos, empregados e entes queridos a mercê de muitas doenças que estão agora voltando.

Vamos estudar: BEM-VINDO, DOUTOR: A CONSTRUÇÃO DE UMA CARREIRA BASEADA EM CREDIBILIDADE E CONFIANÇA

BEM-VINDO, DOUTOR: A CONSTRUÇÃO DE UMA CARREIRA BASEADA EM CREDIBILIDADE E CONFIANÇA

R GREGORIO - 2017
... se em cursos, congressos, palestras, seminários, enfim, tudo que garanta uma educação
continuada, que o faça manter-se sempre atualizado... Tente entender como funcionam os
convênios de planos de saúde, tomando nota dos seus direitos e os dos seus pacientes dentro ...
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ATENDIMENTO INOVADOR EM SAÚDE

N Teles - 2017
... tempo fomos mudando e atendendo outros profissionais da área da Saúde (cirurgiões plásticos ...
nessa minha trajetória em construção, tenho sempre o meu plano de carreira atualizado... A minha
coragem é alimentada com livros, revistas, jornais, vídeos, bilhetes que encontro ...
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DIVULGAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS:: O QUE TODO MÉDICO DEVERIA SABER

A SELLES - 2017
... 2. Ferramentas de comunicação e a divulgação dos serviços de saúde 3. Novas tecnologias
na comunicação 4. Marca 5. Planejamento de comunicação de um serviço de saúde 6. Exemplos
de Planejamento de Comunicação de serviços de saúde 7. Regulamentação da ...
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[PDF] Webjornalismo e Modalidades Esportivas no Brasil

LV Rocha - DESAFIOS, 2017
... receptor e consumidor de notícias esportivas e de cursos de aprendizagem, atualização
... O jornal impresso, a revista, o rádio e a televisão já ... ligados à política, à economia, à
educação e à saúde. Tudo vai depender do enfoque da pauta, do trabalho ...
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[PDF] Microbioma oral humano

JPO Silva - 2016
... HPES – Hipótese da placa específica HPNEA – Hipótese da placa não específica atualizada ...
No total foram utilizados 120 referências bibliográficas obtidas em jornais, livros e ... humano sendo
determinantes na saúde e na doença (He et al., 2015, Dewhirst et al., ...
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[PDF] MOISES WOLFENSON

DE LASER - 2016
Page 1. MOISES WOLFENSON LASER DE DIODO λ 975 NO TRATAMENTO FOTOTÉRMICO
DA FLACIDEZ CERVICO FACIAL Tese apresentada à Universidade Federal de São Paulo Escola
Paulista de Medicina, para obtenção do Título de Doutor em Ciências. SÃO PAULO ...
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[PDF] AÇÕES DE SAÚDE CONTRA O PODER PÚBLICO: ENSAIO DE UM ROTEIRO DECISÓRIO

FGP Alves - Revista Jurídica da Seção Judiciária de Pernambuco, 2017
... publicada no jornal Folha de São Paulo (2014, acesso eletrônico), o Estado ... estratégias de como
os juízes devem lidar com a judicialização da saúde pública e suplementar; f) pouca referência
ao Fórum Nacional ... Tais dados apontam a premência de atualização dos currículos ...
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[PDF] Manifestações orais associadas ao consumo da droga de abuso MDMA

MNT Oliveira - 2016
... atuação, é mais um passo importante para a sua reabilitação oral e concomitantemente para
saúde em geral. ... publicados em diversas revistas e jornais, disponíveis em motores de busca
on line ... No sentido de alcançar um esclarecimento o mais atualizado possível, por ...
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[PDF] A Educação Ambiental vivenciada como projetos temáticos nas aulas de Química do Ensino Médio durante um ano letivo.

NS Melo
... para os ecossistemas que envolvem; discutir a importância do ambiente para a saúde e o ... As
Histórias em Quadrinhos (HQ), juntamente com os jornais e revistas, representam um dos ... O jornal,
como ferramenta pedagógica traz uma visão aberta e atualizada, é um espaço de ...
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[PDF] A TV como agente político da visibilidade ecológica no Brasil: uma perspectiva sociológica.

AT de Barros - Século XXI–Revista de Ciências Sociais, 2017
Resumo O artigo analisa a televisão como um agente político de visibilidade ecológica no
Brasil, a partir de uma perspectiva sociológica. Estuda a influência das duas principais
matrizes culturais da televisão e como elas são atualizadas e hoje combinadas no âmbito 
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Drogaria Araújo em BH/MG inova e afirma em publicidade que não cobra frete de mercadoria comprada por aplicativo e retirada em lojas da Drogaria

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