terça-feira, 4 de outubro de 2016

Eventos Online ganham relevância no segmento de Estética



2ª edição do COINEST reúne experts para quem quer se destacar na carreira

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O Ensino a Distância tem cada vez mais procura, em especial para quem busca melhorar o currículo e se especializar. As vantagens são várias: a flexibilidade de horários, não há deslocamento, nem tempo perdido no trânsito e o aluno é responsável por administrar o próprio tempo. Essa é a modalidade escolhida por 1,3 milhão de pessoas no Brasil, segundo o Portal EAD.
A área da Estética, por exemplo, é uma das que a profissionalização é indispensável para se conseguir sucesso, pois está sempre repleta de novidades, daí os cursos online serem bem procurados.
Prova disso é que cerca de 45 profissionais estão abordando técnicas inovadoras, os segredos para transformar a carreira de Esteticista e transmitir novos conhecimentos através do COINEST – Congresso Online Internacional de Estética, o maior evento voltado para a área, que já está na sua 2ª. Edição e vai até o dia 09 de outubro.
Para Márcia Arieta, idealizadora do evento, as tecnologias substituem a maneira de estar presente, trazem muita comodidade, para os 30 mil participantes que definem o sucesso da 2ª Edição do Congresso Online. “Através desse canal, os profissionais têm acesso a dicas de especialistas sobre temas relevantes, como por exemplo, Cosmetologia Estética em 5 Dimensões,  Revolução em Unhas de Imersão em Pó, Tecnologia com Ativos Antioxidantes para Microagulhamento, Foliculite e Estética Masculina, Tratamento de Redução de Celulite, A Arte de Vender Serviços de Estética e vários outros”, diz a empresária Esteticista, formada em Química e Cosmetologia.

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Esta inciativa está em plena sintonia com a movimentação desse segmento, pois o Brasil é o terceiro mercado mundial da beleza e as empresas do setor investem pesado em inovação. A ABIHPEC, Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos projeta a estimativa de consumo de R$ 50 bilhões até dezembro, um forte indicador que mesmo com a crise econômica, vale investir nesse setor.

De acordo com o Sebrae, 600 mil negócios são formalizados no mercado de beleza, no segmento de serviços, o que gera uma procura de profissionais de Estética qualificados que contribuem para o aumento da autoestima, qualidade de vida, bem-estar e melhora da imagem nos âmbitos profissional e pessoal.

Os serviços de spa, atendimento personalizado e consultoria de beleza integram a variedade de segmentos que os negócios de beleza têm alcançado. Por isso, eventos como o COINEST são importantes para se alcançar um diferencial, sendo que já está mais do que provado que a fidelidade do cliente está nas mãos de quem executa o serviço e não no estabelecimento em si, ainda que o espaço seja tido como premium.
Márcia Arieta é apaixonada por essa área de Estética, a qual atua há mais de 30 anos, e enfatiza que será uma semana de palestras  que têm o objetivo de ajudar os profissionais de estética, saúde e beleza a alavancar os negócios e se atualizarem.

Este é um modelo de capacitação que democratiza o acesso, pois o Congresso é 100% online e gratuito durante a semana de realização. Depois de iniciado o processo é que surgem as oportunidades e os negócios acontecem, começando por aqueles investem para ter acesso as palestras num outro período.

Varejo aposta em trabalhadores mais maduros

Ilustração

Especialista em atendimento afirma que mercado busca experiência e estabilidade
Um levantamento feito pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo indica que, em meio à crise nas vendas, o comércio varejista dispensou trabalhadores jovens e apostou na contratação de funcionários mais maduros. Do total de vagas cortadas no setor, 91,6% ocorreram entre trabalhadores com até 24 anos de idade, ou seja, 157,6 mil jovens perderam seus empregos. Embora tenha havido redução nas vendas, foram geradas 27,8 mil vagas no comércio varejista para trabalhadores com mais de 50 anos.

Segundo Edmour Saiani, especialista em gestão de atendimento e diretor da consultoria Ponto de Referência, esse quadro reflete uma busca por profissionais mais experientes, maduros e estáveis. "Os maduros são potencialmente mais estáveis do que os jovens. São responsáveis e precisam muito do salário. Nem todos os jovens têm essa mesma necessidade. O tempo de convívio com os pais se estende, hoje, até quase 30 anos e quem não arca com custos fixos pode troca de emprego com maior facilidade", analisa Edmour.

Em um momento delicado para a economia, funcionários mais experientes agregam ao trabalho paciência, experiência em lidar com as situações de conflito e credibilidade, fatores que são garantia de maior competência e afinidade com a função e os clientes. Por outro lado, é preciso avaliar se o funcionário mais maduro tem a energia necessária para a demanda árdua que o varejo exige. "Ficar em pé oito horas por dia não é para qualquer um. Em centrais de atendimento as pessoas mais estáveis são mulheres de meia-idade com filhos e sem marido. Elas precisam muito do emprego, então se mantêm mais tempo na vaga", indica o especialista.

De acordo com o levantamento, a maioria das demissões atingiu trabalhadores de baixa escolaridade. Entre as dez profissões com maior participação na força de trabalho do varejo, a que mais teve vagas cortadas foi a de auxiliar administrativo, com redução 45,8 mil postos de trabalho. Já os vendedores, categoria profissional responsável por 33,9% da força de trabalho do varejo, perderam 33,8 mil vagas em 2015.

Preocupação financeira influencia diretamente a saúde e a produtividade dos trabalhadores, aponta pesquisa da Willis Towers Watson

Preocupação financeira influencia diretamente a saúde e a produtividade dos trabalhadores, aponta pesquisa da Willis Towers Watson

Segundo levantamento da pesquisa Global Benefits Attitudes, realizada pela Willis Towers Watson com 1004 empregados de grandes empresas brasileiras, a preocupação com as finanças reflete diretamente na produtividade do funcionário e no seu estado de saúde.
De acordo com os dados levantados, 62% dos trabalhadores brasileiros estão preocupados com a sua saúde financeira, sendo que 22% do total pesquisado afirmam estar com dificuldades financeiras, preocupados no curto e no longo prazo.
Os trabalhadores foram divididos em quatro grupos, conforme infográfico abaixo. Do total de funcionários pesquisados, apenas 38% afirmam não estarem preocupados nem no curto, nem no longo prazo com a sua situação financeira, percentual bem abaixo do índice global (47%) e também em comparação com os trabalhadores americanos (48%) e europeus (52%).


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A pesquisa apontou ainda que que a preocupação dos trabalhadores brasileiros com a sua atual situação financeira e o seu grau de endividamento é maior, quando comparado com os números globais. Entre os brasileiros, 54% dos trabalhadores afirmam que frequentemente se preocupam com a sua situação financeira atual, contra um percentual de 38% comparado com a média global. Já sobre o grau de endividamento, 47% dos brasileiros afirmam se preocupar frequentemente, frente à 31% do índice global. Já 20% dos funcionários brasileiros explicam que possuem problemas financeiros que afetam negativamente a sua vida. Esse número ainda é um pouco maior que a média global, que soma 21%.


Stress financeiro e o impacto na produtividade

Outra conclusão que a pesquisa apontou foi que o impacto da preocupação financeira atinge diretamente a produtividade destes empregados: dentre os que apresentam dificuldades financeiras (22%), apenas 31% estão altamente engajados com o trabalho. Este percentual de altamente engajados chega a 54% quando olhamos o grupo de despreocupados.
O número de absenteísmo e presenteísmo também aumenta quanto maior é o estresse financeiro: um funcionário com dificuldades financeiras representa, em média, 2,6 ausências no ano e 18,8 dias de presenteísmo.
Do grupo de 22% de empregados com dificuldades financeiras, 56% apresentam um alto nível de estresse pessoal. Ainda neste grupo com dificuldades financeiras, quando questionados sobre o que pensam sobre sua condição de saúde, apenas 47% afirmam ter uma saúde muito boa, enquanto que entre os despreocupados esse número salta para 71%. Isso resulta em um maior uso do plano de saúde e um consequente aumento na sinistralidade e queda da produtividade nas empresas.

Abaixo, podemos ver esses dados mais detalhados:
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Visão do empregador

Uma segunda pesquisa da Willis Towers Watson, a Staying@Work – Health & Productivity (Saúde e Produtividade), feita com 56 empregadores brasileiros, aponta, no entanto, que essa problemática está sendo levada cada vez mais em consideração pelas empresas. Do total de companhias estudadas, 66% já possuem ou planejam implementar até 2018 ações específicas para incluir o bem-estar financeiro como parte integrante e importante do bem-estar geral da força de trabalho. Além disso, 63% dos empregadores já possuem ou planejam trazer profissionais que ajudem a promover o bem-estar financeiro para o ambiente de trabalho, como conselheiros e educadores financeiros.

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Você quer continuar a ser peixe ou ser humano, então cuide melhor do que come


Sempre que posso leio as embalagens daquilo que estou comendo, principalmente se a origem, obviamente, for dos super mercados. Hoje analisei a bolacha cream cracker e saiu esse colosso de informações que é muito útil para lhe convencer e sentar com seus filhos, marido e outros queridos e conversar sobre a alimentação e a manutenção da saúde com a doença bem longe de sua casa.

Leia com atenção e se quiser se manifeste, mande sua observação e opinião. Isso pode incentivar a outros a pensar e a começar a cuidar de sua saúde pela boca ou viveremos peixes e somos seres humanos.
ilustração de gôndolas de supermercado


O que comemos nos biscoitos cream cracker dia a dia: Aditivo alimentar
É usado como um aditivo alimentar, principalmente como conservante e é algumas vezes identificado como E223. Como um aditivo, pode causar reações alérgicas, particularmente irritação de pele e.g. eczema; irritação gástrica e asma. Não é recomendado para o consumo por crianças. Está presente em muitos concentrados de frutas diluíveis e em barras de doces tais como Mounds (www.foodfacts.com).



Mas nem todos são inimigos “Ácido lático e lactose: o que eles têm em comum?
Por Luciane Baldo em Saúde & Nutrição
Ácido LáticoO tão temido ácido lático ganhou má fama pela origem de seu nome e tem nele seu único elo de ligação à lactose. Devido ao grande número de leitores que nos questionam sobre o ácido lático, os lactatos e outros ingredientes comumente adicionados em alimentos industrilizados, resolvemos abordar o tema e trazer informações que ajudem a todos na hora da compra de seus alimentos.
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ORIGEM

O ácido lático foi descoberto em 1780 pelo químico sueco Carl Wilhelm Scheele, identificando-o pela primeira vez no leite coalhado. É por este motivo que seu nome possui origem na palavra leite (do latim: lac / lactis). Ele forma-se naturalmente durante a fermentação de alguns alimentos como queijos, iogurtes, molho de soja, entre outros, mas pode também ser produzido sinteticamente. Além disso, o corpo humano também produz ácido lático durante a realização de atividades físicas.

PRODUÇÃO E USO

O ácido lático é usado em uma grande variedade de alimentos como pães, bebidas, carnes, laticínios, entre outros. No entanto, é importante frisar que o ácido lático utilizado pela indústria de alimentos é obtido exclusivamete do açúcar da cana, sendo um produto 100% de origem vegetal, como explica Ricardo Moreira, engenheiro químico da PURAC, a maior produtora mundial de ácido lático para a indústria. “O ácido lático é muito utilizado para aumentar o shelf-life dos produtos, controlar o desenvolvimento de bactérias patogênicas, entre outros usos”, explica Ricardo.”.




Acidulantes são “Por Mayara Cardoso
De acordo com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), um produto é classificado como acidulante quando é capaz de aumentar a acidez de um alimento ou conferir a ele sabor ácido. Os acidulantes mais utilizados pela indústria alimentícia são os ácidos orgânicos iguais aos encontrados em frutas, tais como o ácido cítrico do limão e da laranja, o ácido tartárico, da uva e o ácido málico, presente na maçã. Também são utilizados ácidos inorgânicos, em especial o ácido fosfórico.”.



Lista de química que ingerimos diariamente, não deveria ser para sempre que isso é que está adoecendo a população:
“Confira outros aditivos facilmente encontrados em alimentos industrializados:
  • C: Corantes naturais (Cl) ou artificiais (C2).
  • F: Indica aromatizantes ou flavorizantes, que têm o papel de realçar o cheiro e o sabor dos alimentos. Existem naturais e artificiais.
  • EP: Espessante, cuja função é dar consistência ao alimento. Geralmente é de origem vegetal.
  • U: Umectante. Usado para impedir que o alimento fique ressecado.
  • AU: Anti-umectantes. Evitam que o alimento absorva umidade, prevenindo que estrague.
  • ET: Estabilizantes. Impedem que o alimento fiquem com aspecto feio, mantendo a aparência de quando foram fabricados.
  • H: Acidulantes. Muito usados em sucos, refrescos e refrigerantes, por acentuar o sabor ácido e doce do alimento industrializado. Imitam principalmente frutas.
  • D: Edulcorantes. Substituem o açúcar em produtos dietéticos, light ou zero.
  • P: Conservantes. Os principais responsáveis pelo “prazo de validade” dos alimentos, fazendo com que eles não estraguem rapidamente.
  • A: Antioxidantes. Agem em conjunto com os conservantes, tendo principal função de evitar que os alimentos gordurosos fiquem rançosos.
(Fonte: Cartilha Novas Tecnologias – Procon-PBH)”.
Quase tudo que comemos e compramos apressadamente nos supermercados estão com química:
hambúrguer: leva corante, conservante, estabilizante, antioxidante e realçador de sabor. Esse “realçador de sabor” é na verdade o glutamato monossódico, aditivo acusado de causar câncer (porém sem comprovação científica). Sempre que possível, substitua os hambúrgueres processados por um caseiro, que você mesmo pode fazer comprando carne moída no açougue.
  • salsicha: também leva glutamato monossódico e antioxidante. A classe dos embutidos geralmente leva conservantes como nitritos e nitratos, comprovadamente carcinogênicos. Mesmo sem corantes, as salsichas não são um alimento saudável. Sempre que possível, substitua embutidos por carnes frescas compradas em açougues.
  • balas, gelatinas, doces em geral: festival de corantes e aromas artificiais, além de acidulantes. Nesse caso, quem causa mais estrago à saúde são os corantes, que à longo prazo podem causar problemas digestivos, metabólicos e até neurológicos. A alternativa é fazer balas caseiras de caramelo, ou fazer gelatina de folha transparente e colocar suco natural de frutas.
  • iogurtes e pudins: levam conservantes, corantes, acidulante, espessante e aroma artificial. Os conservantes e corantes em excesso podem causar os mesmos problemas que citamos acima – digestivos, metabólicos e até neurológicos – além de alergias e problemas respiratórios. Prefira fazer pudins caseiros e substitua os iogurtes industrializados por coalhada com frutas.
    Ilustração

Aditivos químicos mais usados nos alimentos

Ok, já sabemos que os aditivos mais usados nos alimentos industrializados são:
  1. Conservantes
  2. Antioxidantes
  3. Aromatizantes
  4. Estabilizantes
  5. Corantes
  6. Acidulantes
Agora tenha paciência comece a pensar em mudar de hábitos ou diminuir o exagero de consumo que pode estar na casa da compulsão e também por ser fácil de fazer, colocar no pão, fritar e comer e sabores gostosos que nunca são saudáveis e rende sangue bom. Leia com atenção:


CORANTES

São os corantes que dão a cor dos alimentos industrializados, conferindo uma aparência mais natural e palatável. Como os alimentos precisam ter apelo visual para os consumidores comprarem, os corantes são amplamente utilizados. Pense em uma gelatina de uva sem cor. Ela não venderia tanto quanto uma roxinha. O mesmo vale para os refrigerantes, que pareceriam todos água com gás.
Alguns corantes são extraídos de fontes naturais como frutos ou vegetais, como corantes de clorofila, beterraba e o betacaroteno, mas a grande maioria é produzido quimicamente em laboratórios, seja pelo custo mais barato, seja por causa das cores necessárias para um determinado produto.
Os corantes são usados na maior parte dos produtos industrializados: sorvetes, gelatinas, refrigerantes, biscoitos, bolos e até margarina e massas.
Seu código nas embalagens é a letra C. Note que CI são naturais e CII artificiais.
C.I – CORANTES NATURAIS
C.II – CORANTES ARTIFICIAIS
C.III
– SINTÉTICOS IDÊNTICOS AOS NATURAIS
C.IV – CORANTES INORGÂNICOS / CARAMELO

AROMATIZANTES

Se os corantes conferem a cor, os aromatizantes (também chamados de flavorizantes) são os responsáveis pelo cheiro e consequentemente gosto dos alimentos industrializados. Quando não são totalmente responsáveis pelo sabor e aroma, eles servem para realçar ambos. Os aromatizantes servem como um complemento do corante, ajudando a fazer com os produtos artificiais se pareçam com o mais real e natural possível.
Assim como os corantes, existem aromatizantes naturais e artificiais. Os naturais mais usados são os aromas de cebola e alho, enquanto o artificial mais usado é o de baunilha. Porém, a maior parte dos produtos industrializados têm aroma artificial.
Quando você está comprando algo com “sabor artificial de presunto”, saiba que na verdade você está comprando um produto com um aromatizante de presunto, e não com presunto de verdade. O mesmo vale para biscoitos recheados, sopas, enlatados, iogurtes e bolos com pedaços de “frutas”, que na verdade não contêm frutas reais e sim aromatizantes sintéticos que imitam o sabor e aroma delas. No caso da maioria dos biscoitos recheados de chocolate, o único “chocolate” que você vai comer ali é o cheiro, pois o recheio é praticamente gordura vegetal (margarina) com aroma artificial de chocolate.
Seu código nas embalagens é a letra F (de flavorizantes). FI são essências naturais e FII artificiais. Porém, quase sempre os aromas estão descritos por extenso nos rótulos, ao invés de virem em siglas como os outros aditivos.
Quando o objetivo for o de conferir ao alimento um sabor definido:
  • Aroma Natural ou Natural Reforçado – sabor natural de… ou sabor de…
  • Aroma Reconstituído – sabor reconstituído de…
  • Aroma Imitação – sabor imitação de…
  • Aroma Artificial – sabor artificial de…
Quando o objetivo for o de reforçar o sabor de aroma natural já existente ou de conferir sabor ou aroma não específico:
  • Aroma Natural – contém aromatizante natural de… ou contém aromatizante de… ou contém aromatizante natural composto
  • Aroma Natural Reforçado – contém aromatizante natural reforçado de…
  • Aroma Reconstituído – contém aromatizante reconstituído de…
  • Aroma Imitação – contém aromatizante imitação de …
  • Aroma Artificial – aromatizado artificialmente
  • Aroma Natural Defumado – aroma natural defumado adicionado

ACIDULANTES

Pode ser considerado um parente próximo dos aromatizantes, é muito utilizado em sucos, refrescos e refrigerantes. Sua principal função é conferir mais acidez ou dulçor às bebidas, imitando o gosto de frutas.
Seu código nas embalagens é a letra H.
H. – ÁCIDO GLUTONA DELTA XANTANA
H.I – ÁCIDO ADÍPICO
H.II – ÁCIDO CITRICO / ÁCIDO TARTÁREO
H.III – ÁCIDO FOSFÓRICO / ÁCIDO MÁGICO
H.IV – ÁCIDO FUMÁRICO / ÁCIDO LÁCTICO

CONSERVANTES

Agora que os alimentos já parecem, cheiram e têm o sabor de produtos naturais, eles precisam durar, ou seja, eles precisam de um prazo de validade grande, para que possam ser feitos, transportados e vendidos em supermercados. O consumidor que compra quer sempre uma validade larga, para que o alimento não estrague logo e o dinheiro seja jogado fora. Aqui entram os conservantes, que evitam que micro-organismos ou enzimas ajam na deterioração dos alimentos, retardando a alteração dos alimentos e fazendo com que durem muito mais tempo sem estragar.
Os conservantes são encontrados na grande maioria dos alimentos industrializados. Alguns exemplos dos mais consumidos são sucos, refrigerantes, conservas, pães, margarinas, farinhas e até queijos. São milhares de alimentos industrializados que utilizam os conservantes para terem um prazo de validade mais extenso.
Seu código nas embalagens é a letra P.
P.I – ÁCIDO BENZÓICO e seus sais de cálcio, potássio e sódio.
P.III – PRRA-HIDROXIBENZENO DE METILA, PROPILA, ETILA E SEUS SAIS SÓDICOS.
P.IV – ÁCIDO SÓRBICO e seus sais de cálcio, potássio e sódio.
P.V – DIOXIÓDO DE ENXOFRE: metabissulfito de sódio, de potássio, de cálcio, bissulfito de sódio, de cálcio, de potássio, sulfito de sódio, de cálcio e de potássio.
P.XII – NATAMICIA (Pimaricina).
P.VII – NITRATO DE POTÁCIO OU SÓDIO associado ou não a NITRITO DE POTÁSSIO OU SÓDIO.
P.VIII – NITRITO DE POTÁSSIO OU SÓDIO.
P.IX – PROPIONATO DE CÁLCIO, SÓDIO OU POTÁSSIO.

Antioxidantes

São os aliados dos conservantes, servem principalmente para evitar que os alimentos fiquem com aquele gosto de ranço, causado pela oxidação de gorduras. O ácido sórbico é muito utilizado como antioxidante, mas existem outros como ácido cítrico ou ácido fosfórico, além de outros elementos químicos.
São encontrados em diversos produtos comuns como leite em pó, sorvetes, margarina, maionese, óleos, farinhas, polpas de frutas, refrigerantes, cerveja, etc. A lista é bem longa.
Seu código nas embalagens é a letra A.

Estabilizantes

São utilizados para manter a aparência dos produtos, tendo como principal função estabilizar as proteínas dos alimentos.
Seu código nas embalagens são os códigos ET1 até ET29.
ÁCIDO ALGÍNICO E SEUS SAIS DE AMÔNIO, CÁLCIO, SÓDIO, POTÁSSIO
ET.XXXVI
AGAR-AGAR
ET.XXXVIII
ÄCIDO META-TARTÁRICO
ET.XXXVII
AMIDO QUIMICAMENTE MODIFICADOS:
ACETATO DE AMIDO
ET.XXXIII
ADIPATO DE DIAMIDO ACETILADO
ET.XXXV
AMIDO OXIDADO
ET.XXXIX
AMIDO TRATADO POR ÁCIDO
ET.XXX
FOSFATO DIAMINO
ET.XXXI
FOSFATO MONOAMIDO
ET.XL
FOSFATO DE DIAMIDO FOSFATADO
ET.XLI
FOSFATO DE DIAMIDO ACETILADO
ET.XXXII
ACETATO ISOBUTIRADO DE SACAROSE (SAIB)
ET.XXII
ALGINATO DE PROPILENE GLICOL
ET.XXXVI
CARRAGENA- MUSGO IRLANDÊS
ET.X
CLORETO DE CÁLCI
ET.XLIV
CARBOXIMETILCELULOSE E SEU SAL SÓDICO
ET.XLII
CASEINA DE SÓDIO
ET.V
CELULOSE MICROCRISTALINA
ET.XX
CITRATO DE SÓDIO
ET.VI
CITRATO DE TRIETILA
ET.XLIII
DIACETIL TARTARATO DE MONO E DIGLICERÍDEOS
ET.XXV
ESTEARATO DE POLIOXIETILENO GLICOL
ET.XXIII
ESTEAROIL-2-LACTIL-LACTO DE CÁLCIO
ET.VII
ESTEAROL-2-LACTIL-LACTATO DE SÓDIO
ET.VII
ÉSTERES DE ÁCIDO ACÉTICO DE MONO E DIGLICERÍDEOS
ET.XLVI
ÉTERES DE ÇIDO CÍTRICO DE MONO E DIGLICERIDEOS
ET.XLVII
ÉSTERES DE ÁCIDO GRAXOS COMESTÍVEIS DE PROPILENO GLICEROL (ESTEARATO DE PROPILENO GLICOL)
ET.IX
FOSFATOS:
FOSFATO DISSÓDICO OU POTÁCIO
ET.XXVIII
FUMARATO DE ESTEARILA E SÓDIO
ET.XXIV
GLUTACONATO DE CÁLCIO
ET.XLVIII
GOMAS:
ADRAGANTE
ET.L
ARÁBICA
ET.II
CARAIA
ET.LI
ESTER
ET.XIX
GUAR
ET.XXI
JATAÍ OU ALFARROBA
ET.LII
XANTANA
ET.XXXVII
HIDÓXICO DE CÁLCIO
ET.XXXIV
LECITINAS (FOSFOLIPÍDEOS, FOSFATÍDEOS E FOSFOTEÍNAS)
ET.I
MONO E DIGLICERÍDEOS DE ÁCUDO GRAXOS COMESTÍVEIS
ET.III
MONOESTEARATO DE SORBITANA
ET.XII
MONOPALMITATO DE SORBITANA
ET.XI
POLIFOSFATO:
HEXAMETAFOSFATO DE SÓDIO, METAFOSFATOS DE SÓDIO OU POTÁSSIO, PIROFOSFATOS DE SÓDIO OU POTÁSSIO, TRIPOLIFOSFATOS DE SÓDIO OU POTÁSSIO
ET.IV
POLISORBATO 80
ET.XVI
POLISORBATO 65
ET.XV
POLISORBATO 60
ET.XIV
POLISORBATO 40
ET.XVIII
POLISORBATO 20 (ASSOCIADOS A MONO E DIGLICERÍDEOS)
ET.XVII
SULFATO DE CÁLCIO
ET.LIII
TARTARATO DE SÓDIO
ET.XXIX
TRIESTEARATO DE SORBITANA
ET.XIII
Fonte das tabelas: Sítio Veg (http://www.vegetarianismo.com.br)


Todos esses produtos são misturados diariamente e alguns como todos sabem possuem autorizações para ficar na gôndola dos supermercados por meses. Existem prazos de validade de dois anos para alimentos e remédios.
A química usada no alimento não deixa de ser um remédio que colocam nos alimentos. Já imaginou como leu acima que não se come presunto e sim sabor químico de presunto. Então não fica a pergunta o que comemos então?
Por isso, é importante comer alimentos in natura, as verduras; folhas verdes, legumes, arroz integral e feijão, macarrão integral. Não comer frituras, são os maiores venenos para desenvolver problemas gástricos, renais e de fígado. São químicas disfarçadas, de óleos usados se faz sabão, imagina que química grosseira colocamos em nosso organismo todos os dias nos bares, lanchonetes e restaurantes que não ligam para a sua saúde. Apenas para o sabor e pelo faturamento.
Não fique desesperado, se encontra informação que no leite tem chumbo, no pão bromato, e nos alimentos industrializados, enlatados, biscoitos, bolachas, salsichas enfim tudo que está no super mercado, com preços exorbitantes e que lhe frustra, às vezes, por não ter dado para comprar. É melhor comprar um limão e fazer limonada suíça, comprar abacate e fazer manteiga de abacate, abóbora e coco e fazer ótimo doce. Existem muitos e diversos tipos de alimentação que as pessoas podem contrabalancear. A saúde essa vai bater palma e seguindo vários sábios “Quem come uma maçã todos os dias afasta para longe os médicos”. Assim a doença fica longe também.


Marcelo dos Santos – jornalista – Mtb 16.539 SP/SP


Você que bate palma para o cantor quando gosta ou ator pela sua encenação. Se gostou dessa matéria faça seu comentário, é de graça, e pode animar muitas pessoas a cuidar da saúde pela boca, ou seremos, peixes fáceis por toda a vida.












Dia Mundial de Combate à Osteoporose A doença silenciosa vai triplicar até 2050


Ilustração
 

Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMC), apontam que número de fraturas de quadril devido à osteoporose deve crescer três vezes até 2050, alcançando a marca de 6,3 milhões de fraturas.  Outro dado expressivo é que uma entre três mulheres (mais que o câncer de mama) e um em cada cinco homens (mais que o câncer de próstata), sofrerá uma fratura devido à osteoporose após os 50 anos.

Estes números assustadores são alertas importantes a serem discutidos no próximo dia 20 de outubro, data em que se celebra o Dia Mundial de Combate à Osteoporose. A patologia é uma doença que pode atingir todos os ossos do corpo, debilitando o esqueleto e aumentando os riscos de fraturas espontâneas ou não.

Os tipos mais comuns são:

Ø  Osteoporose Pós-Menopausa, que surge com a interrupção menstrual, fator que diminui os níveis de estrógeno - hormônio feminino;
Ø  Osteoporose Senil, consequência da perda de massa óssea, que acontece com o passar dos anos;
Ø  Osteoporose Secundária, que pode ser hereditária ou fruto de uma dieta pobre em cálcio, do excesso de fumo e álcool, imobilização prolongada ou uso contínuo de medicamentos.

Embora qualquer pessoa possa desenvolver a patologia, de acordo com especialistas, pacientes que têm histórico de osteoporose na família, devem ficar ainda mais atentos. Como não tem sintomas, para saber se você sofre ou virá a sofrer com a doença, a melhor indicação é ir a um médico especialista. Clínicos gerais, ginecologistas, endocrinologistas, reumatologistas, fisiatras, ortopedistas e, no caso de idosos, geriatras, são capacitados para a realização diagnóstico.

Uma das maneiras de identificar a Osteoporose é por meio do teste de calcâneo, que consiste em uma avaliação da massa óssea do indivíduo com uma ultrassonometria do calcanhar. No entanto, para confirmação e avaliação do estágio do quadro, o exame mais adequado é a densitometria óssea, um procedimento indolor, que mede a massa óssea da coluna e do fêmur. Após o diagnóstico, a Osteoporose pode ser tratada, com a supervisão de um médico, por meio da suplementação de cálcio, vitamina D, bisfosfonatos, raloxifeno, calcitonina teriparatida, entre outras substâncias.

Os exercícios físicos também auxiliam na prevenção e no combate à Osteoporose. Alongamentos para melhorar o equilíbrio e a coordenação motora e uma caminhada para fortalecimento muscular podem ser aliados. Porém, é ideal o acompanhamento de um educador físico ou personal trainer para que os tipos de exercícios realizados sejam assertivos, já que alguns devem ser evitados, como aqueles que exigem flexão e torção da coluna.


Além da prática esportiva, uma dieta rica em cálcios para fortalecimento dos ossos, com leite e derivados, a eliminação uso excessivo de álcool, que acarreta disfunções que levam à osteoporose, o abandono do cigarro, que acarreta a perda de 1% de massa óssea por ano, e a redução de cafeína, que pode promover a maior excreção de cálcio pelos rins e diminuir a absorção do nutriente pelo intestino, são maneiras eficientes de prevenção da patologia.

Estatísticas e números da osteoporose
Números do Ministério da Saúde (MS), da International Osteoporosis Foundation (IOF) e da Federação Nacional e de Associações de Pacientes e de Combate à Osteoporose (Fenapco):

• 10 milhões de brasileiros sofrem de osteoporose. Uma a cada três mulheres com mais de 50 anos tem a doença. 75% dos diagnósticos são feitos somente após a primeira fratura;

• No Brasil, a cada ano ocorrem cerca de 2,4 milhões de fraturas decorrentes da osteoporose. Cerca de 200 mil pessoas morrem todos os anos em decorrência destas fraturas;

• Para as mulheres acima dos 50 anos, a recomendação para a ingestão de cálcio é de 1.000 mg por dia. As mulheres, principalmente na menopausa, necessitam ingerir cálcio na quantidade recomendada para manterem os ossos fortes e evitar as fraturas;

• As mulheres na menopausa são as mais atingidas pela doença, devido à queda brusca do estrógeno;

• Ossos mais afetados nas fraturas: fêmur, coluna vertebral, ombros e punhos;

•  Aproximadamente 1,6 milhões de fraturas de quadril ocorrem no mundo a cada ano. O mesmo ocorre no Brasil. Em 2050 esse número pode atingir entre 4,5 a 6,3 milhões;

• Nas mulheres com mais de 45 anos, o número de dias passados em hospitais por causa de fratura em função da osteoporose é superior ao induzido por doenças como diabetes e infarto do miocárdio;
• É estimado que apenas uma em cada quatro fraturas receba o tratamento adequado;

• Nos pacientes com correção cirúrgica de fratura de fêmur por osteoporose, apenas 13,3% são encaminhados ao tratamento da doença. Isso implica na ocorrência de novas fraturas;

• O risco de novas fraturas vertebrais em mulheres que já apresentam fraturas prévias é de 27% em cada ano após a primeira fratura;

• Classifica-se osteopenia quando a massa óssea é de 10% a 25% menor que a considerada normal. Mais do que isso, classifica-se como osteoporose;
• 33% das mulheres maiores de 55 anos apresentam osteopenia;
• Um em cada cinco homens tem osteoporose.
 

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jornal de saude
Atualização assim que ocorre 4 de outubro de 2016


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