terça-feira, 2 de agosto de 2016

Secretaria de Saúde do PI investiga 31 mortes e 168 casos por H1N1




As fraudes envolvendo órteses, próteses e materiais especiais na Saúde
Em artigo publicado no Jornal O Estado de São Paulo em 1º de agosto, o diretor da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Pedro ...
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A fraude na saúde proporcionada pela máfia conta com médicos que oneram preços de próteses e planos de saúde ficam mais caros

O combate às fraudes na saúde
 Por Pedro Ramos, diretor da Abramge

A Abramge – Associação Brasileira de Planos de Saúde – há algum tempo denuncia um dos maiores esquemas de desvios de recursos públicos e privados da área da saúde: as fraudes envolvendo Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPMEs). Mesmo após a instauração de duas CPIs, uma no Senado e outra na Câmara dos Deputados, as informações que circulam nesta indústria são de que as máfias continuam a atuar.
O que você faria se descobrisse que o custo de um mesmo produto médico-hospitalar pode variar entre R$ 30 mil a R$ 100 mil? E se soubesse que médicos e hospitais são comissionados para encomendar quantidades absurdas deste produto junto a um fabricante para apenas um procedimento, clinicamente desnecessário, em um único paciente? E se o custo deste desperdício contribui para lançar o reajuste anual da mensalidade de seu plano de saúde às alturas? Esses são alguns dos males que acometem a cadeia de valor das OPMEs, que anualmente drenam R$ 9 bilhões da saúde suplementar brasileira.
Recentemente, a diretora de desenvolvimento setorial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Martha Oliveira, em uma declaração bastante oportuna concedida ao jornal O Estado de São Paulo, admitiu que há indícios de abusos financeiros na distribuição de OPMEs. A gestora anunciou que a agência deve promover medidas para inibir a cobrança de preços indevidos e práticas ilegais no segmento, entre elas, a adoção por parte dos planos de protocolos clínicos com indicação clara do uso de cada material e a padronização da nomenclatura de produtos idênticos ou similares. Segundo ela, sem esta padronização, os fabricantes alteram um pequeno detalhe no produto, como um parafuso, e elevam o preço em até 1000%.
Embora os planos de saúde desenvolvam constantes mecanismos de controle sobre as OPMEs, as distribuidoras desses produtos exercem forte influência mercadológica junto à classe médica. Questões como a ausência de regras claras para a concorrência entre empresas e o pagamento de comissões para hospitais e médicos na comercialização têm pressionado os custos assistenciais das operadoras.
As mensalidades dos convênios de saúde são formadas a partir de cálculos atuariais que levam em conta uma média do valor e da frequência dos procedimentos realizados. Quando esta despesa evolui acima do esperado por causa de práticas nocivas, ocorre o aumento proporcional de custos onde a parte mais lesada é o fim da cadeia, ou seja, o consumidor.
Para se recompor financeiramente as empresas são forçadas a repassar a despesa extra ao consumidor na forma de reajustes de mensalidades. Com planos caros, muitos os abandonam e passam a depender exclusivamente da saúde pública. Esta é uma realidade que, definitivamente, não interessa ao SUS, às operadoras privadas e muito menos aos beneficiários. O que fazer, então, para evitarmos esta triste realidade?
Há na cidade de Montes Claros (MG) uma série de inquéritos policiais junto à Justiça Federal, que investiga a suspeita de envolvimento ou omissão da direção de médicos e hospitais no esquema de fraudes no Sistema Único de Saúde, como venda de próteses coronárias (stent) e dupla cobrança de pacientes. Graças ao trabalho que vem sendo desenvolvido, o Ministério Público Federal denunciou diversos envolvidos no esquema que, sozinhos, teriam desviado milhões do setor de saúde.
Infelizmente esses mesmos indivíduos, suspeitos de terem causado danos irreparáveis à saúde e à vida dos cidadãos, voltaram a clinicar normalmente, sem qualquer restrição por parte dos conselhos regionais ou federais – responsáveis pelo acompanhamento ético e técnico da prática médica – ou da Justiça.
Na outra ponta da cadeia, a Abramge está prestes a entrar na corte americana com uma ação contra as maiores indústrias de OPMEs dos EUA, de onde provêm 60% dos produtos médicos que são enviados ao Brasil, sob a justificativa de estarem comissionando os médicos brasileiros em troca de submeter pacientes clinicamente sadios a cirurgias para implantação de seus materiais.
As fraudes na saúde naquele país, inclusive, são um caso a parte. Recentemente o Departamento de Justiça norte-americano deflagrou uma operação na qual cobra 301 pessoas em todo o país por fraudar o sistema de saúde local em cerca de US$ 900 milhões – algo em torno de R$ 3 bilhões na cotação atual –, o que configurou a maior fraude da história tanto em termos de número de pessoas quanto de valores envolvidos.
Em um dos casos, uma clínica de Detroit era, na verdade, uma fachada para um esquema de desvios de medicamentos que faturou mais de US$ 36 milhões. Em outro, um médico do Texas foi acusado de participação em esquemas para faturar “serviços de home care desnecessários que muitas vezes não foram fornecidos”. Nada, porém, que não tenhamos visto em terras brasileiras.
No último mês vimos o escândalo na operação das ambulâncias do Samu em Goiânia, onde um conluio entre paramédicos, enfermeiros, médicos e donos de hospitais chegou ao absurdo de intencionalmente causar comas em pacientes que sofriam de males banais – e pior, ainda é investigado se essa prática levou alguém a óbito. Tudo isso para fraudar os planos de saúde e desviar dinheiro.
O que você faria se descobrisse que o custo de um mesmo produto médico-hospitalar pode variar entre R$ 30 mil a R$ 100 mil?
As operadoras, no entanto, vivem um momento dramático, lidando com margens operacionais abaixo de 1% e com um déficit superior a 1 milhão de beneficiários nos últimos meses. É preciso otimizar gastos e as empresas têm feito sua parte, eliminando 10% em desperdícios operacionais e administrativos nos últimos 8 anos.
O desafio agora é racionalizar os custos assistenciais, diminuir os índices de judicialização e desperdício e, principalmente, combater essa sinistra cadeia de corrupção que põe em xeque todo o sistema de saúde brasileiro. Esta é, portanto, uma luta de todos.

É preciso politicas públicas para fortalecer pequeas e médias empresas e assim melhorar empregos


Pequenos são grandes
*Clemente Ganz Lúcio

As crises exigem novos óculos para enxergar a realidade e permitem ver coisas que não se via. Para olhar com lupa o mercado de trabalho e as políticas públicas de emprego, trabalho e renda, o DIEESE criou o Observatório do Trabalho, um projeto desenvolvido em cooperação com prefeituras, governos estaduais e o Ministério do Trabalho e Previdência Social (acesse http://www.dieese.org.br/materialinstitucional/obsApresentacao.html e conheça o trabalho).
Atualmente, entre outras localidades, há Observatório do Trabalho na cidade de São Paulo, junto à Secretaria do Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo, em Osasco, Curitiba e na Bahia.

Ao observar a dinâmica do emprego na cidade de São Paulo, nota-se que as micro e pequenas empresas são responsáveis pela maior parte do estoque e pela criação de ocupações. Segundo a PED- Pesquisa de Emprego e Desemprego, em 2015, neste município, quase 60% das ocupações estavam nas micro e pequenas empresas, que eram responsáveis por 45% do emprego formal na cidade. Nesse período, as empresas com mais de cinco trabalhadores demitiram mais de 210 mil pessoas, aquelas com até quatro vínculos de emprego criaram mais de 74 mil novos postos de trabalho na cidade de São Paulo.
As políticas públicas precisam voltar-se para a geração de emprego e renda. Para isso,devem estruturar processos que incentivem e desenvolvam ambientes favoráveis aos negócios das micro e pequenas empresas, poderosas fontes de criação de emprego e renda. Esses empreendimentos podem estar mais bem distribuídos pelas diferentes regiões, aproximando os empregos dos locais de moradia dos trabalhadores, das creches e escolas dos filhos, entre tantos outros fatores positivos.

Um exemplo de iniciativa pública para fortalecer as micro e pequenas empresas é a organização e o fortalecimento do aparato regulatório no município que estimule essas empresas a participar de compras públicas, com transparência e probidade. Simplificar processos, oferecer capacitação, propiciar acesso ao crédito produtivo, entre outras, são exemplos de ações de políticas públicas que fortalecem a atividade produtiva de micro e pequenas empresas, com alto impacto na geração de empregos.

A iniciativa da PMSP é um exemplo nesse sentido. Os valores contratados pelas micro e pequenas empresas na cidade cresceram mais de três vezes, saltando de R$ 211 milhões (2011) para quase R$ 700 milhões (2015). No mesmo período, os contratos de micro e pequenas empresas abaixo de R$ 80 mil/ano saíram de R$ 14 milhões para R$ 77 milhões, valor 5,5 vezes maior.
Essa política tem impacto sobre os dados do emprego e da renda do trabalho, favorece o desenvolvimento de capacidade produtiva local, fortalece empreendedores, que podem assumir protagonismo econômico no território, mobilizando atividade econômica que produz transformações sociais no entorno. Uma política pública pode fazer dos pequenos negócios uma grande economia de interesse social.

O Observatório integra-se às políticas públicas para a construção de uma sociedade justa e igualitária, livre e democrática. A liberdade econômica precisa visar geração de empregos; a justiça deve buscar o crescimento dos salários; a igualdade, a distribuição da atividade econômica no território; a democracia, a eleição de governantes que façam escolhas de políticas públicas capazes de promover efetivamente o bem-estar e a qualidade de vida para todos. As micro e pequenas empresas são grandes instrumentos a favor dessas escolhas.

*Clemente Ganz Lúcio é Sociólogo, diretor técnico do DIEESE, membro do CDES – Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e do Grupo Reindustrialização

08/08 é o Dia Nacional de Controle do Colesterol. Cardiologista tira dúvidas e dá dicas de prevenção

08/08 é o Dia Nacional de Controle do Colesterol. Cardiologista tira dúvidas e dá dicas de prevenção
 
O Dia Nacional de Controle do Colesterol é lembrado em 08 de agosto com o objetivo de promover a conscientização e a importância da prevenção e do tratamento do colesterol alto. O colesterol é um tipo de gordura presente em alimentos de origem animal e que também é gerado pelo corpo humano. Além disso, desempenha funções essenciais no organismo, como produzir hormônio e vitamina D.


Existem dois tipos de colesterol:
- LDL, considerado “colesterol ruim”, que facilita a entrada do colesterol nas células, fazendo com que o excesso seja acumulado nas artérias sob a forma de placas de gordura, causando o “entupimento”.

- HDL, considerado “colesterol bom”, que retira o colesterol das células e facilita a sua eliminação do organismo.
Em excesso, o colesterol LDL é prejudicial por aumentar o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), os níveis ideais de colesterol no sangue são de 70mg/dL, não ultrapassando 100mg/dL. De 160 a 189 já é considerado alto e acima de 190 muito alto.

Segundo o cardiologista e diretor clínico do Hospital Santa Paula, Otavio Gebara, os problemas cardiovasculares causados pelo colesterol começam a ser construídos na primeira infância, até os 5 anos de idade. “O processo de depósito de gorduras nas artérias começa bem cedo. Existe uma interação entre os fatores genéticos e ambientais, mas também depende do estilo de vida, se a criança se alimenta de forma adequada ou não”, explica.

Gebara esclarece que muitos fatores podem contribuir para o aumento do colesterol, como tendências genéticas ou hereditárias, obesidade e falta de atividade física. No entanto, um dos fatores mais comuns é a dieta. Cerca de 70% do excesso de colesterol LDL é produzido pelo fígado e o restante (30%) vem da ingestão de alimentos ricos em gordura.
Como o excesso de colesterol LDL não apresenta sintomas é indicado fazer exames com frequência, principalmente se a pessoa ingere muita gordura saturada, está acima do peso, é sedentário ou se tem histórico familiar de morte infarto.

“Existem remédios para controlar o colesterol alto, mas só é eficaz com uma mudança no estilo de vida”, explica o médico. Reduzir o estresse, praticar exercícios físicos, manter a pressão arterial estável e o peso sob controle são fundamentais para controlar o colesterol. 
Ainda segundo o especialista, existem várias maneiras de manter o colesterol sob controle:

- Praticar exercícios físicos;
- Não fumar;
- Evitar o 
estresse;
- Comer mais frutas e vegetais;
- Dar preferência a carnes brancas, grelhadas ou assadas;
- Comer uma variedade de alimentos ricos em fibras, como aveia, pães integrais e maçãs;
- Limitar a ingestão de gorduras saturadas, como gordura de derivados de leite;
- Limitar os alimentos ricos em colesterol, como gema de ovo e fígado;
- Utilizar derivados de leite pobres em gordura: leite desnatado, iogurte desnatado e sorvetes light;
- Evitar frituras;
- Fazer uma 
dieta com baixos níveis de gordura e colesterol.
 
Otavio Gebara é graduado em Medicina pela Universidade de São Paulo com especialização no Institute for Prevention of Cardiovascular Diseases na Harvard Medical School em Boston e doutorado em Cardiologia pela Universidade de São Paulo. É diretor clínico do Hospital Santa Paula

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Atualização assim que ocorre 2 de agosto de 2016


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AHK-RJ comemora 100 anos comŕcio entre Brasil e Alemanha cheg a 18,4 bilhões de euros

AHK-RJ comemora 100 anos
A Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, afirmou que o volume das transações comerciais entre os dois países alcançou 18,4 bilhões de euros, em 2015
A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro (AHK-RJ) completa 100 anos em agosto. Neste século, a instituição foi responsável por promover a cooperação econômica e negócios entre empresas e parceiros dos dois países, além de atuar como mediadores entre as culturas.

Para comemorar, a AHK-RJ vai reunir políticos e empresários dos dois países em um jantar de gala, no dia 4 de agosto. A prefeita da cidade de Colônia, Henriette Reker, e sua delegação, já confirmaram presença.

A Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, enviou saudações à Câmara e ressaltou a importância da AHK-RJ na relação entre Brasil e Alemanha. "No ano passado, o volume das transações comerciais entre os dois países alcançou 18,4 bilhões de euros. O Brasil é o maior parceiro comercial da Alemanha na América do Sul. Os setores de commodities, de infraestrutura, de energias renováveis e eficiência energética estão entre os principais focos da Câmara", disse a líder do governo alemão.

De acordo com o Ministro de Economia e Energia da Alemanha, Sigmar Gabriel, as Câmaras do Exterior são um dos principais pilares da política de fomento à economia. "Me empenhei pessoalmente para que a verba para esse trabalho seja aumentada em um total de 5 milhões de euros ao longo da legislatura. A Câmara de Comércio e Indústria Alemã no exterior ajuda empresas alemãs a se fixarem em novos mercados. Ela conhece os desafios do mercado local, o contexto econômico e político por vezes difícil, o enquadramento jurídico e os passos necessários para criar um negócio", afirma.

Além do jantar para associados e executivos, a Câmara vai lançar um livro contando a trajetória da associação no Rio e vai deixar um legado para a cidade: o Pulsar - Programa de Capacitação para Profissionais Paradesportivos - que ensina profissionais de diferentes áreas da saúde a lecionar práticas esportivas para pessoas com deficiência. A metodologia foi desenvolvida por professores da Universidade de Esportes de Colônia, na Alemanha, instituição com grande conhecimento na área de Educação Física Adaptada. O curso de extensão conta com a parceria do Instituto Superar, da Firjan e da Universidade de Esportes de Colônia.

Sobre a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK-RJ)

A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, conhecida como AHK-RJ, é uma instituição sem fins lucrativos que tem como objetivo servir de plataforma mediadora e viabilizadora de novos negócios entre empresários de ambos os países, através de ações estratégicas de relacionamento. A entidade foi fundada em 1916, faz parte da AHK Brasil e reúne 200 associados, entre empresas alemãs e brasileiras e áreas de atuação.

Conheça os benefícios da farinha de maçã para obesidade, saciedade, músculos, rica em vitamina C e outras

As farinhas chamadas funcionais, especialmente as advindas da casca de frutas, trazem inúmeras vantagens e benefícios ao corpo humano. As cascas de alguns alimentos possuem propriedades tão benéficas à saúde quanto a polpa, e uma das formas mais eficazes de aproveitar todos os nutrientes das cascas é o consumo na forma de farinha. Coloridas e bastante nutritivas, elas são fontes de fibras naturais que auxiliam principalmente no bom funcionamento do organismo, regulando o intestino.
A farinha de maçã é uma das mais usadas e saborosas pela presença de nutrientes e fibras, por isso, pode melhorar a saúde, a pele e ainda ajudar a emagrecer. A casca da maçã também tem propriedades importantes para a saúde. A farinha desta casca reduz o colesterol e triglicerídeos, além de aumentar a saciedade e diminuir a fome. Os benefícios da farinha de maçã estão relacionados principalmente com a presença de fitoquímicos que reduzem o colesterol e triglicerídeos, além de aumentar a saciedade e diminuir a fome.

Valores nutricionais

A maçã é importante fonte de vitamina A, C, E e potássio. Abaixo observe os valores nutricionais de uma maçã de 100 gramas.
ComponentesQuantidade em 100 g de maçã com casca
Energia57 calorias
Proteínas0,2 g
Gorduras0,5 g
Carboidratos13,4 g
Fibras2,1 g
Vitamina A4,0 mcg
Vitamina E0,59 mg
Vitamina C7,0 mg
Potássio139 mg

Benefícios da farinha de maçã em geral

A farinha de maçã é rica em fibras solúveis e insolúveis que estimulam a formação da flora bacteriana saudável e auxiliam no tratamento da disbiose intestinal. Além disso, combate a prisão de ventre e contribui com o processo de desintoxicação, eliminando resíduos presentes no organismo naturalmente. Também ajuda na redução do colesterol ruim e diminui as chances de desenvolver doenças cardiovasculares.
A maçã é, também, uma importante fonte de ácido málico, responsável pela diminuição de secreções e pelo combate a diversos problemas que causam, entre outros, inflamações na boca, garganta e intestinos.
Alguns estudos publicados pelo Jurnal of Agricultural and Food Chemistry identificaram que os componentes da maçã que combatem o câncer estão presentes na casca e não na polpa, por isso o consumo da farinha de maçã é importante. Pesquisadores encontraram alta concentração de fitoquímicos na casca da maçã que têm poderosas propriedades antioxidantes, que podem combater algumas células com tumores como a mama, fígado e cólon. As maçãs também são ricas em flavonoides e ácidos fenólicos que podem proporcionar mais saúde e bem estar a quem ingere. Juntamente com as fibras e a presença da vitamina C, os ácidos fenólicos ajudam a reduzir o colesterol.
Porém, os benefícios da farinha de maçã só são absorvidos com um consumo constante e diário, por este motivo, inseri-la na sua dieta diária e em diferentes receitas pode fazer toda a diferença. Um outro estudo publicado na revista Brain, Behavior and Immunity descobriu que as fibras solúveis presentes na maçã, na aveia e nas castanhas, juntas, podem fortalecer fortemente o sistema de defesa do organismo e inflamação associada a doenças de obesidade.

Benefícios da farinha de maçã para a perda de peso

Muito se diz da farinha de maçã ser benéfica para a perda de peso. Esta afirmação se deve à presença de fibras, principalmente na casca, que são nutrientes ideais para quem está na luta contra a balança. A presença da pectina, uma fibra solúvel que se transforma em gel no organismo, garante mais saciedade e menos ânsia de atacar alimentos calóricos, reduzindo o apetite nas refeições principais. Além disso, as fibras auxiliam no bom funcionamento do intestino e na eliminação de toxinas, acelerando o processo de emagrecimento.

Benefícios para a construção muscular

Além de emagrecer, a farinha de maçã é constituída de ácido ursólico, uma substância capaz de reduzir os índices do colesterol ruim e de triglicérides. Esse mesmo ácido ursólico encontrado na casca da maçã também é responsável por reduzir a gordura e baixar os níveis de açúcar no sangue.
Além disso, a farinha de maçã também é ótima para atletas, pois fortalece os músculos. Uma pesquisa realizada com ratos mostrou que o ácido ursólico reduziu o desgaste muscular e provocou o crescimento dos músculos nestes animais. Além de fortalecer a massa muscular, o tratamento teve outros efeitos benéficos surpreendentes, como a redução da gordura corporal, a diminuição da glicose e do colesterol ruim no sangue.

Sistema Único de Saúde poderá receber 30% de multas de trânsito seria bem vindo para o SUS-Sistema Único de Saúde



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Sistema Único de Saúde poderá receber 30% de multas de trânsito
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Moradores protestam por mudança na UBS
Anita Ribeiro, também integrante do Conselho Municipal de Saúde, lembrou que a unidade é a única instalada no bairro, cuja população estimada ...
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Desvinculação de receitas para saúde e educação 'enterra a Constituição de 1988', diz economista
A polêmica proposta estabelece novo regime fiscal no país, acabando com as vinculações constitucionais de investimento em saúde e educação.
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Desumanidade: Trabalhador com câncer luta na Justiça para manter plano de saúde

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Noruega recomenda às grávidas que evitem Miami por risco de zika
... Miami e as pessoas que estiveram em Miami têm que tomar precauções na volta", afirma um comunicado do Instituto Norueguês de Saúde Pública.
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Armado com fuzis, grupo explode parte do prédio da Procuradoria da Fazenda
... da Restauração, não há informações oficiais do estado de saúde dele. Mas de acordo com alguns bombeiros o estado de saúde dele é grave.
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Férias escolares: momento importante para atualizar a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes

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