terça-feira, 21 de junho de 2016

Enfermeira é ouvida por polícia sobre vacinação


jornal de saude
Atualização assim que ocorre 22 de junho de 2016


NOTÍCIAS


O Progresso - Dourados
Enfermeira é ouvida por polícia sobre vacinação
Amanhã (22), o delegado do 1º Distrito Policial, Fabiano Nagata, vai ouvir enfermeiras da da Secretaria Municipal de Saúde sobre a denúncia de ...
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Jornal de Brasília (Assinatura)
Comissão aprova proposta que impede contratação de Organizações Sociais de saúde
Após muita polêmica, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou a Proposta de Emenda à Lei Orgânica (PELO nº 43/2016) que impede a ...
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Saúde admite trabalho além das 35 horas a 1 de Julho


jornal de saude
Atualização assim que ocorre 21 de junho de 2016


NOTÍCIAS


Jornal de Negócios - Portugal
Saúde admite trabalho além das 35 horas a 1 de Julho
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão ...
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Globo.com
MP faz ação para combater fraude no Samu para encaminhamento de UTI
Ao invés de mandar o paciente a algum hospital vinculado ao SUS, encaminhavam aqueles que tinham plano de saúde para unidades particulares.
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Saúde e doenças e tratamentos atualizados no dia


Saúde e doenças e tratamentos atualizados no dia
Atualização diária 21 de junho de 2016

NOTÍCIAS


Rádio Nacional de Angola
No Tocantins, média de 500 pessoas recebem tratamento contra a doença Falciforme
Lembrada em todo dia 19 de junho, dia Mundial de Conscientização, ... O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento adequado para os ...
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OMS divulga alerta sobre riscos de segurança e de saúde na Rio 2016


jornal de saude
Atualização assim que ocorre 21 de junho de 2016


NOTÍCIAS


Jornal do Brasil
OMS divulga alerta sobre riscos de segurança e de saúde na Rio 2016
A Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou hoje (21) um aviso para viajantes, alertando para riscos sanitários e de segurança no Rio de ...
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Atendimento na Santa Casa deve ser normalizado hoje
Há algum tempo, a cidade vem enfrentando grandes dificuldades na área da saúde. O secretário da pasta, Sérgio Cileno, relembrou que há 12 dias a ...
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Jornal Cruzeiro do Sul
Atendimento de saúde mental é precário
Como em um círculo vicioso, alguns doentes mentais que passaram pela desinstitucionalização têm dificuldades para conseguir consultas nas ...
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Pesquisadores criam primeiro mapa global de Ômega-3



Estudo alerta que adultos da maioria das regiões do mundo têm níveis baixos de ômega-3 no sangue, um fator que pode estar associado a problemas cardiovasculares, câncer e diabetes.

Junho, 2016 – Pesquisadores criaram um mapa global do nível de ômega-3 na população de diferentes países do mundo. Essa é a primeira vez que cientistas conseguem ter uma visão detalhada da situação mundial das variedades e níveis de ômega-3 no sague das pessoas em diferentes países.

O estudo, publicado na Progress in Lipid Researchindica que adultos na maioria das regiões do mundo possuem no sangue um nível baixo ou muito baixo de ácidos graxos poli-insaturados (PUFAs, na sigla em inglês), mais conhecidos como ômega-3. Os dados apontam para um volume ainda mais escasso dos ácidos eicosapentaenoico (EPA) e docosa-hexaenoico (DHA), duas variedades de ômega-3. No organismo humano, a carência de ômega-3 está associada a elevados índices de doenças crônicas, como problemas cardiovasculares, câncer e diabetes.

Foram analisados 298 estudos para criar um mapa global que mostra os níveis de EPA e DHA no sangue de pessoas adultas saudáveis em todo o mundo, identificando as regiões que estão em situação mais ou menos crônica. O Brasil é um dos países onde o nível, a presença de ômega-3, é considerado muito baixo (menor que 4%). A ele se unem Estados Unidos, Canadá, Índia, Itália, além de outros países do Sul da Europa, Oriente Médio, Sudeste Asiático e África.

Já lugares como Japão, países da Escandinávia e regiões onde as populações não adotaram ao longo do tempo hábitos ocidentalizados, como Alasca e Groenlândia, foram considerados regiões que possuem uma população com um índice adequado. Nessas áreas, o nível de ômega-3 no sangue das pessoas é considerado apropriado (maior que 8%).

“Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que as doenças crônicas sejam causadoras da morte de 38 milhões de pessoas em todo o mundo a cada ano”, comenta o doutor Manfred Eggersdorfer, vice-presidente sênior de Ciências da Nutrição da DSM e Professor de Envelhecimento Saudável no Centro Médico da Universidade de Groningen, na Holanda. “Os ácidos graxos poli-insaturados, em especial o EPA e o DHA, têm sido associados com a diminuição do risco de mortalidade cardiovascular e o declínio cognitivo. As conclusões desse documento destacam que uma parcela significante da população está em maior risco de contrair uma doença crônica devido ao baixo nível de ômega-3 no organismo”, afirma.

“No passado, nós ficamos limitados pela ausência de uma análise compreensiva de dados globais, o que agora está disponível para nós. Ao desenvolver o mapa global, podemos entender melhor os atuais níveis de ácidos graxos poli-insaturados no sangue de adultos saudáveis de todo o mundo. Os resultados poderão ser utilizados no desenvolvimento de diretrizes nacionais e globais sobre a ingestão de ômega-3”, afirma o doutor Norman Salem Jr., cientista associado da DSM Lipídios Nutricionais e coautor do estudo. “Novas recomendações não só darão orientação para a população em geral sobre a ingestão adequada de ômega-3, mas, também, destacarão os riscos dos baixos níveis EPA e DHA na corrente sanguínea”.

DSM – Bright Science. Brighter Living.™
A Royal DSM é uma empresa mundial baseada na ciência, com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais.

No Dia Nacional de Combate à Asma, saiba mais sobre a doença e a necessidade de tratamento


 
 
Celebrado em 21 de junho, o Dia Nacional de Combate à Asma busca conscientizar a população brasileira sobre a importância de acompanhamento médico e tratamento adequado para a doença.  “A data é importante para difundir o que é e como se manifestam os sintomas deste processo inflamatório dos brônquios”, avalia o médico alergista Diener Frozi. 
 
De acordo com dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia, a doença afeta cerca de 10% a 25% de habitantes brasileiros, além de ser responsável anualmente por cerca de 400 mil internações hospitalares e 2,5 mil mortes. Os números comprovam que a asma deve ser levada a sério. “De origem imunológica e alérgica, a asma é caracterizada por crises de falta de ar, tosse e sensação de aperto no peito”, resume Frozi, responsável pelo projeto “Viva Sem Alergia”, em Duque de Caxias, cidade da Baixada Fluminense. 
 
O especialista explica que crises de asma podem ser desencadeadas ou agravadas por contato com agentes alérgenos diversos, como odores fortes, fumaças, poluição, fungos poeira Além do controle da doença, o tratamento busca reduzir riscos no futuro, aliando imunoterapia e uso de medicamentos.  
 
Após o diagnóstico confirmado da doença, os pacientes da unidade de saúde caixiense já saem com kits alérgicos gratuitos, com aerossóis que funcionam como broncodilatadores. A oferta de “bombinhas” na clínica é possível graças a parcerias com instituições como a Cruz Vermelha de São Gonçalo. 
 
Sobre o Viva Sem Alergia
O projeto social Viva Sem Alergia atende pacientes da Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, com objetivo de tratamento, controle e prevenção de alergias e doenças imunológicas. Na unidade de saúde localizada em Duque de Caxias, os pacientes realizam exames gratuitamente, como o teste cutâneo para detectar os alérgenos aos quais são mais suscetíveis. Em caso de diagnóstico confirmado de asma, o tratamento é iniciado com kits alérgicos com broncodilatadores em forma de sprays inalatórios, as conhecidas “bombinhas”, distribuídas sem custo. A oferta é possível graças a parcerias com instituições como a Cruz Vermelha de São Gonçalo. 

Consumir fibras é essencial para combater e prevenir problemas digestivos


Ingestão adequada também favorece a prevenção de doenças crônicas
Cada vez mais em evidência, as fibras alimentares estão entre os itens indispensáveis de uma alimentação balanceada. Essenciais para a regulação das funções digestivas e capazes até mesmo de controlar a absorção da glicose no organismo, essa substância é extremamente benéfica à saúde e fundamental na alimentação diária. Justamente por isso, a indústria alimentícia tem explorado largamente o poder das fibras nos produtos, especialmente os da categoria “fit”. Porém, a oferta equilibrada dos diferentes tipos de fibras alimentares é primordial para garantir seus benefícios – tanto a carência quanto o exagero na ingestão desse elemento pode surtir efeitos adversos e agravar situações de saúde. Quando proveniente de uma alimentação de qualidade e na medida adequada, as fibras são grandes aliadas no fortalecimento do organismo e na promoção do bem estar.

Afinal, o que são fibras?

Apesar de não serem nutrientes, as fibras exercem um papel substancial na alimentação diária. Esses compostos vegetais são carboidratos que não podem ser digeridos pelo organismo e, devido à natureza do seu fluxo no aparelho gastrointestinal, são capazes de trabalhar como um agente de limpeza, melhorando o trânsito dos alimentos no processo digestivo. Além disso, esses elementos estão ligados à melhoria da absorção da glicose, sensação de saciedade e controle dos níveis do colesterol. Presente em uma ampla variedade de alimentos, principalmente os de origem vegetal, as fibras alimentares possuem dois tipos e exercem funções distintas no organismo:
  • Fibras solúveis: ao entrar em contato com a água, essas fibras formam uma espécie de gel no estômago. Essa mistura é capaz de envolver as células de gordura e glicose, reduzindo sua absorção e facilitando sua eliminação juntamente com as fezes. Dessa forma, a ingestão de fibras solúveis auxilia no controle do colesterol e do nível de açúcar no sangue – fatores associados à prevenção de diversas doenças. Além disso, retardam o esvaziamento gástrico: devido sua viscosidade tornam o processo de digestão mais lento, prolongando a sensação de saciedade;
  • Fibras insolúveis: diferente das solúveis, esse tipo de fibra permanece inalterada mesmo em contato com a água, passando pelo sistema digestivo praticamente intacta. Mesmo assim, as fibras insolúveis exercem importantes funções no trato gastrointestinal: são capazes de aumentar o volume e umidade do bolo fecal, favorecendo seu trânsito e facilitando a evacuação. Também atuam na retenção e eliminação de toxinas e microrganismos que possam causar danos ao intestino. Justamente por isso, seu aporte adequado está associado à prevenção de doenças da região colorretal.
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De acordo com a nutricionista Jéssica Freitas da Nova Nutrii “Ambos os tipos podem ser encontrados principalmente nas cascas das frutas, legumes e verduras. As fibras insolúveis, por exemplo, estão em maior concentração na parte externa de cereais integrais e nos talos das hortaliças, enquanto as fibras solúveis também estão presentes nas partes estruturais de determinados alimentos. Além disso, algumas fibras solúveis exercem função prebiótica, ou seja, são capazes de inibir a proliferação de bactérias nocivas e estimular o aumento da bactérias amigas do trato intestinal, favorecendo sua microbiota.” – explica.

Efeitos sobre a saúde

Amplamente recomendada por nutricionistas, as fibras tem despertado cada vez mais o interesse de médicos e pesquisadores a respeito da sua influência sob a saúde: a capacidade de combater fatores de risco comuns de diversas doenças crônicas é o que torna esse composto alimentar tão singular. De acordo com a nutricionista, o consumo de fibras também tem grande influência sob o humor e o bem estar: “Males como a constipação, gases e prisão de ventre costumam causar incômodos, irritabilidade e indisposição no paciente. Quando essas situações estão ligadas ao desequilíbrio alimentar, a ingestão de fibras pode amenizar esses sintomas graças à regulação das funções intestinais.” Justamente por isso, uma das principais diretrizes dos especialistas ao investigar um problema do trato gastrointestinal é avaliar os hábitos alimentares do paciente.  Uma alimentação rica em fibras está ligada a prevenção de distúrbios do aparelho digestivo e outros problemas de saúde, tais como:
  • Prisão de ventre: o chamado intestino preguiçoso é uma das queixas mais comuns quanto à problemas do sistema digestivo: longos períodos sem evacuar, dificuldade e dor durante o processo são sintomas comuns daqueles que sofrem desse problema. Essa situação caracteriza a dificuldade do organismo em eliminar os resíduos alimentares e muitas vezes está associada a falta de fibras. Quando o alimento chega ao intestino grosso, todos os nutrientes da alimentação já foram absorvidos, restando somente a bile e as fibras que se mantiveram intactas nesse processo. Lá, esses compostos desempenham 2 papéis fundamentais: as fibras solúveis conseguem carregar um pouco de água, dando umidade e viscosidade às fezes, enquanto as insolúveis auxiliarão na formação do bolo fecal, dando fluidez e volume. Logo, quando a alimentação é pobre em fibras, o organismo tem maiores dificuldades em eliminar esses dejetos, ocasionando a constipação, flatulência e inchaço abdominal. Consumir fibras ajuda a regular esse ciclo e fornecer ao trato gastrointestinal o “material” necessário para o seu bom funcionamento.  Porém, a nutricionista alerta “Beber água também é essencial, comer muitas fibras e não se hidratar corretamente pode surtir o efeito contrário.”

  • Descontrole glicêmico: uma vantagem bastante discutida do consumo de fibras é quanto a sua capacidade em diminuir a absorção do açúcar e auxiliar no controle da glicemia. Essa característica faz da sua ingestão um importante fator de prevenção e controle da diabetes tipo 2. A propriedade gelificante das fibras solúveis favorecem a captura da glicose no estômago, retardando sua liberação na corrente sanguínea. Dessa forma, evita-se os picos de glicose após a refeição, influenciando também na secreção de insulina pelo pâncreas. Justamente por isso, a alimentação do diabético deve contar com alimentos ricos em fibras.

  • Obesidade: diversos aspectos estão relacionados ao consumo de fibras e o combate à obesidade: a princípio, alimentos ricos em fibras são menos refinados e exigem mais mastigação. Esse primeiro passo do processo digestivo está diretamente ligado à resposta do cérebro quanto à saciedade – o cérebro leva de 15 a 20 minutos para “entender” que estamos nos alimentando e ativar esse mecanismo. Da mesma forma, a digestão mais lenta proporcionada pelas fibras faz com que a sensação de “estômago cheio” seja mais prolongada, e também sofre influência direta da liberação controlada de glicose no sangue: com o açúcar sendo expelido gradativamente na corrente sanguínea, o corpo tem energia constante e não terá a “fome abrupta” Logo, consumindo mais fibras, sentimos menos fome.

  • Controle do Colesterol: graças à sua capacidade de funcionar com uma “esponja” no estômago, as fibras solúveis reduzem a absorção de gordura pelo organismo e fazem com que parte desses lipídios sejam eliminados através das fezes. As fibras insolúveis também colaboram indiretamente para essa melhoria: como promovem saciedade graças ao retardo do esvaziamento gástrico, levam o indivíduo a comer menos e reduzir sua ingestão calórica.

O equilíbrio é fundamental

Para assegurar todos os benefícios das fibras alimentares é preciso balancear a alimentação e sobretudo beber muita água. De acordo com a nutricionista “A palavra de ordem na alimentação saudável é o equilíbrio. Com as fibras não seria diferente: se consumidas em exagero e principalmente sem a hidratação adequada, elas são capazes de surtir justamente o efeito contrário: travar o trato gastrointestinal causando prisão de ventre, gases e inchaço abdominal. Além disso, o abuso dessa substância pode reduzir a absorção de nutrientes importantes como o cálcio e ferro.” - alerta

Da mesma forma, não basta encher o carrinho com produtos industrializados ditos integrais e ricos em fibra: a qualidade da alimentação e do porcionamento adequado entre as refeições também são pontos fundamentais para que a ingestão de fibras seja uma aliada à saúde “Alguns aspectos devem ser observados nessa questão: a disponibilidade das fibras nos alimentos depende da forma como eles são ingeridos. Como essa propriedade encontra-se principalmente na casca dos alimentos, consumi-los in natura, preferencialmente crus ou levemente cozidos é a melhor forma de aproveitar o máximo desse elemento. Consumir os frutas, legumes e grãos integrais como o farelo de aveia ou farelo de trigo juntamente com a alimentação é uma forma muito mais qualificada de adquirir a quantidade necessária de fibras do que optar por produtos prontos. Quanto mais natural a alimentação, melhor.” – explica Jéssica.

Quantidade recomendada e suplementação

E quanto a quantidade diária recomendada? De acordo com OMS (Organização Mundial de Saúde), a dieta de um adulto saudável deve conter pelo menos 25g de fibras diariamente. Por mais que esse número pareça baixo, conseguir esse aporte não é tão simples como se imagina “Para se ter uma ideia, 50 gramas de um bom pão integral, o que corresponde à uma fatia e meia, normalmente tem entre 2 e 3 gramas de fibra. Justamente por isso o consumo dessa substância deve ser fracionada ao longo das refeições, para facilitar seu consumo.” – exemplifica.

Muitas vezes alimentos como arroz integral, o farelo de aveia e outros grãos ricos em fibras não tem boa aceitação na dieta: algumas pessoas tem dificuldade de incluir esses itens na alimentação. Logo, o que fazer para não prejudicar o aporte diário de fibras? “Em situações específicas como adaptabilidade da dieta e tratamentos clínicos, a ingestão de suplementos de fibras pode auxiliar no consumo sem alterar a cor ou sabor dos alimentos. Em todos os casos, o mais recomendado é que a inclusão de fibras seja gradual e acompanhado da ingestão de pelo menos 2 litros de água por dia. Dessa forma é possível habituar o paladar e o organismo ao poucos para tirar todos os benefícios dessa substância.” – finaliza.

OMS aconselha viajantes a evitar “áreas de risco”


jornal de saude
Atualização assim que ocorre 21 de junho de 2016


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Jornal O Globo
OMS aconselha viajantes a evitar “áreas de risco”
RIO — A Organização Mundial de Saúde (OMS) publicou nesta terça-feira, um documento com conselhos para os estrangeiros que vão viajar para o ...
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Jornal de Saúde informa

Cuba abandona programa Mais Médicos. 11 mil Profissionais devem ir embora

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