quinta-feira, 19 de maio de 2016

Mais cinco anos de vida para o ser humano


jornal de saude
Atualização assim que ocorre 20 de maio de 2016


NOTÍCIAS


Jornal O Globo
Expectativa de vida da população mundial subiu 5 anos, diz OMS
O maior aumento foi observado na África, devido a melhorias nos cuidados de saúde para as crianças e melhor disponibilidade de medicamentos, ...
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Jornal Luzilandia
Regina Sousa elogia campanha de defensores públicos pela saúde
senadora Regina Sousa (PT-PI) homenageou nesta quinta-feira (19) os defensores públicos ressaltando a importância do seu trabalho e da escolha ...
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Jornal O Globo
Prato especial coleta gordura e reduz calorias das refeições
RIO — Numa tentativa de reduzir o aumento da incidência de obesidade, a Fundação para Promoção da Saúde da Tailândia buscou uma ...
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Jornal O Globo
Após alta, Gilberto Gil publica foto no aeroporto: 'voltando para casa'
No texto, ele se refere ao show marcado no Vivo Rio, como parte das comemorações de 25 anos da ONG Saúde Criança. Enquanto Gil esteve ...
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EXAME.com
Movimentos sociais fazem ato contra governo Temer em Salvador
Estudantes e profissionais da área de saúde levaram faixas e cartazes contra possíveis cortes no Sistema Único de Saúde (SUS). No último dia 17, ...
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Revista Época
Depois de afirmações equivocadas, ministro da Saúde se diz disposto a "aprender"
O ministro da saúde, Ricardo Barros, adotou uma nova tática de ... como a opção religiosa), numa entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, e que ...
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A Anvisa é do PSDB e se recusou a fazer o que lhe compete



Vindo do PSDB testes há de se lembrar que o teste de DNA de
Fernando Henrique Cardoso foi negativo para paternidade de filho da jornalista Miriam da rede Globo, ex-funcionária.

Não acredito que estes testes são indôneos. Não acredito que o Supremo tenha competência para julga matéria técnica-científica, os ministros não são gênios, tervergisam e levantam suposições e hipotéticas razões que chegam ao desastre filosófico.

A Anvisa, é a verdadeira culpada do Caos, pois é ligada a conglomerados laboratoriais e aprova aquilo que eles querem e quando se paga bem que mal faz, não é mesmo.

Diga-se de passagem criada por José Serra, está longe de um organismo sério e enxuto como o FDA-Foods, Drugs and Administration.

Portanto, a sugestão é a de que seja feito tste randomizados e duplos, internacionais. Vão alegar falta de dinheiro. Também o professor bioquimico precisa ser co-parceiro e acompanhar todo o processo.

O dr.Prof. Dr. Gilberto Orivaldo Chierice foi é preso, desmentido e humilhado pelo dr. Varella, que trabalha para estes trustes e pela Rede Gobo de Televisão, como se ele fosse um charlatão, como se referem os doutores que defendem grandes laboratórios, médicos acostumados a ganhar mercedes por mês com tratamentos convencionais que levam a morte.

Leia mais sbre o professor: http://fosfoetanolamina.net.br/dr-gilberto-orivaldo-chierice

Leia mais http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2016/05/1772971-em-liminar-stf-suspende-lei-que-autoriza-pilula-do-cancer.shtml

Imagens chocantes no tabaco chegam esta sexta-feira. E impressionam mesmo, saem na próxima semana


NOTÍCIAS


Jornal de Negócios - Portugal
Imagens chocantes no tabaco chegam esta sexta-feira. E impressionam mesmo
... a partir de hoje as embalagens passam a ter de apresentar uma advertência de saúde que combina texto com uma fotografia a cores chocante, ...
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Médica que alertou sobre elo do Zika vírus com a microcefalia é homenageada no Troféu Walter Schmidt 2016

Doutora Adriana Melo, atuante no SUS da Paraíba, foi a primeira a suspeitar da relação entre a microcefalia e o vírus transmitido pelo Aedes aegypti

São Paulo, 19 de maio de 2016 A 15ª edição do Troféu Walter Schmidt homenageou, ontem durante o tradicional Jantar da Hospitalar 2016, a Doutora Adriana Melo. A médica da Paraíba alertou as autoridades brasileiras, despertando o mundo, no final de 2015, acerca da relação entre o vírus Zika e os casos de microcefalia no Brasil. Doutora em Tocoginecologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP-SP), presta assistência há 16 anos aos pacientes do SUS no setor de medicina fetal da principal maternidade pública de Campina Grande (PB), o Isea - Instituto de Saúde Elpídio de Almeida.

As suspeitas de Adriana Melo iniciaram, quando o Zika ainda era visto como um tipo mais suave de dengue. No entanto, após examinar duas gestantes que esperavam bebês diagnosticados com microcefalia, percebeu que se tratava de um novo padrão da anomalia neurológica, dando o primeiro passo para o reconhecimento da relação entre o vírus e a doença que já afeta quase quatro mil fetos em todo Brasil.

Assim como ocorreu com o sanitarista Oswaldo Cruz no início do século XX, quando propôs eliminar focos de insetos transmissores de doenças tropicais para combater a febre amarela e varíola, Adriana Melo também enfrentou inicialmente semelhantes dúvidas e resistências burocráticas. Porém, após exames feitos com as pacientes, por iniciativa da doutora, o material colhido foi encaminhado à Fiocruz para o laudo decisivo que levou o Ministério da Saúde a decretar emergência sanitária, apenas três meses após o aparecimento das primeiras suspeitas.

O diretor executivo da Fanem, Djalma Luiz Rodrigues, ressaltou a importância do empenho de Adriana Melo para a medicina brasileira e saúde pública. “Para a Fanem que tem como missão salvar vidas é um orgulho reconhecer o trabalho de uma médica como Adriana Melo, que dedica 20 horas por semana atendendo pacientes do SUS e, que sem recursos para pesquisa, fez um alerta de suma importância para todo o mundo”.

Adriana Melo é graduada em Medicina pela Universidade Federal de Campina Grande (PB), possui mestrado em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual da Paraíba, doutorado em Saúde Materno Infantil pelo Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP- PE) e também em Tocoginecologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP-SP), além de pós-doutorado em Saúde da Mulher pelo Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP - PE).

O Troféu recebe o nome do empresário Walter Schmidt, pioneiro da neonatologia que criou e dirigiu por mais de 50 anos a Fanem, hoje a indústria brasileira de equipamentos para a saúde com maior expressão no mercado neonatal. Desde o início, Schmidt conduziu a Fanem com elevado grau de pioneirismo, inovação e empreendedorismo, desenvolvendo produtos avançados para a área de neonatologia que contribuíram para o impulso do mercado hospitalar brasileiro e para salvar milhões de vidas.

Desde 2002 o prêmio Walter Schmidt já foi entregue a nomes com atuação destacada na área da saúde do Brasil, entre eles Mayana Zatz, Uenis Tannuri, Gonzalo Vecina Neto, Waleska Santos, Saíde Jorge Kalil, Juan Quirós, e Benjamin Israel Kolpeman, Alessandro Teixeira, José Alberto Ferreira Filho, Evanisa Maria Arone e Conceição Aparecida de Mattos Segre.
 

Médica que alertou sobre elo do Zika vírus com a microcefalia é homenageada no Troféu Walter Schmidt 2016



Doutora Adriana Melo, atuante no SUS da Paraíba, foi a primeira a suspeitar da relação entre a microcefalia e o vírus transmitido pelo Aedes aegypti

São Paulo, 19 de maio de 2016 A 15ª edição do Troféu Walter Schmidt homenageou, ontem durante o tradicional Jantar da Hospitalar 2016, a Doutora Adriana Melo. A médica da Paraíba alertou as autoridades brasileiras, despertando o mundo, no final de 2015, acerca da relação entre o vírus Zika e os casos de microcefalia no Brasil. Doutora em Tocoginecologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP-SP), presta assistência há 16 anos aos pacientes do SUS no setor de medicina fetal da principal maternidade pública de Campina Grande (PB), o Isea - Instituto de Saúde Elpídio de Almeida.

As suspeitas de Adriana Melo iniciaram, quando o Zika ainda era visto como um tipo mais suave de dengue. No entanto, após examinar duas gestantes que esperavam bebês diagnosticados com microcefalia, percebeu que se tratava de um novo padrão da anomalia neurológica, dando o primeiro passo para o reconhecimento da relação entre o vírus e a doença que já afeta quase quatro mil fetos em todo Brasil.

Assim como ocorreu com o sanitarista Oswaldo Cruz no início do século XX, quando propôs eliminar focos de insetos transmissores de doenças tropicais para combater a febre amarela e varíola, Adriana Melo também enfrentou inicialmente semelhantes dúvidas e resistências burocráticas. Porém, após exames feitos com as pacientes, por iniciativa da doutora, o material colhido foi encaminhado à Fiocruz para o laudo decisivo que levou o Ministério da Saúde a decretar emergência sanitária, apenas três meses após o aparecimento das primeiras suspeitas.

O diretor executivo da Fanem, Djalma Luiz Rodrigues, ressaltou a importância do empenho de Adriana Melo para a medicina brasileira e saúde pública. “Para a Fanem que tem como missão salvar vidas é um orgulho reconhecer o trabalho de uma médica como Adriana Melo, que dedica 20 horas por semana atendendo pacientes do SUS e, que sem recursos para pesquisa, fez um alerta de suma importância para todo o mundo”.

Adriana Melo é graduada em Medicina pela Universidade Federal de Campina Grande (PB), possui mestrado em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual da Paraíba, doutorado em Saúde Materno Infantil pelo Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP- PE) e também em Tocoginecologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP-SP), além de pós-doutorado em Saúde da Mulher pelo Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP - PE).

O Troféu recebe o nome do empresário Walter Schmidt, pioneiro da neonatologia que criou e dirigiu por mais de 50 anos a Fanem, hoje a indústria brasileira de equipamentos para a saúde com maior expressão no mercado neonatal. Desde o início, Schmidt conduziu a Fanem com elevado grau de pioneirismo, inovação e empreendedorismo, desenvolvendo produtos avançados para a área de neonatologia que contribuíram para o impulso do mercado hospitalar brasileiro e para salvar milhões de vidas.

Desde 2002 o prêmio Walter Schmidt já foi entregue a nomes com atuação destacada na área da saúde do Brasil, entre eles Mayana Zatz, Uenis Tannuri, Gonzalo Vecina Neto, Waleska Santos, Saíde Jorge Kalil, Juan Quirós, e Benjamin Israel Kolpeman, Alessandro Teixeira, José Alberto Ferreira Filho, Evanisa Maria Arone e Conceição Aparecida de Mattos Segre.
 

Quiropraxia trabalha com manobras a coluna, pouco conhecida, para alívio de dores sem remédio

Belo Horizonte, maio de 2016


Quiropraxia: alívio seguro e eficaz para dores de cabeça 

e coluna vertebral
 

A quiropraxia foi desenvolvida por Daniel David Palmer em 1895, nos Estados Unidos. A profissão, é reconhecida cientificamente como a que obtém os melhores resultados no alívio das dores de cabeça, lombar e hérnias de discos, assim como melhorando a qualidade de vida de idosos, adultos jovens e crianças, mantendo a coluna vertebral saudável. 
 
      Pequenas Atividades do dia a dia contribuem para o desalinhamento da coluna. Continuamente, sentamos errado, pegamos peso, tropeçamos, caímos e, então, nossa coluna está frequentemente sofrendo do que os quiropraxistas chamam de "subluxação vertebral", nome científico para quando algum osso da coluna perde a posição normal. A subluxação vertebral, é responsável por mais de 95% das dores nas costas, tão comuns no nosso dia a dia, mas o que poucas pessoas sabem é que isso acaba interferindo no funcionamento de todo o seu organismo. 
     Quando a articulação e a musculatura não estão funcionando como deveriam, começam a inflamação e a dor. É aí que entra a Quiropraxia. Segundo informações do Dr. quiropraxista Bernard Mattei, formado pela Universidade Feevale (RS) / Palmer College of Chiropracitc (USA) e pioneiro na área em Belo Horizonte, a quiropraxia é a profissão da área da saúde que lida com o diagnóstico, tratamento e a prevenção das desordens do sistema neuro-músculo-esquelético por meio das mãos.

     Seja por ficar o dia inteiro no computador, em pé no ônibus ou na fila do banco, algumas dores são o resultado do mau comportamento da articulação. Ela para de funcionar como deveria e fica travada, restrita. "As dores diárias que as pessoas costumam sentir são uma manifestação do mau funcionamento das articulações. O complexo de subluxação gera as alterações, restrição de movimentos, desequilíbrios dos músculos e desgastes das articulações. O cérebro precisa se comunicar com os órgãos e os órgãos com o cérebro. Essa comunicação acontece por meio dos nervos que são os fios do corpo, mas quando há uma subluxação que provoca interferência nessa comunicação, ocasiona alteração do funcionamento de órgãos, tecidos e glândulas do nosso corpo, muitas vezes gerando doenças e enfermidades", explica.


      Dessa forma, mesmo que seu pâncreas ou pulmões estejam em perfeito estado, não irão funcionar como deveriam. "Não porque ele está doente, mas porque a informação que chega até ele não é uma informação completa ou correta. Por isso dizemos que a quiropraxia não cuida apenas da coluna, cuida da saúde através da coluna.", ratifica.

     O tratamento consiste em um procedimento chamado ajuste. O realinhamento vertebral do paciente permite que as informações vindas do cérebro cheguem a qualquer parte do corpo sem alterações.

     Diferente da medicina, o tratamento não depende da queixa do indivíduo. De acordo com Bernard Mattei, a quiropraxia ensina a tratar das desordens na saúde em geral. "Na medicina se trata o sintoma, se trata a queixa. Já na quiropraxia se trata a causa desta queixa. Você pode chegar com dor de cabeça, prisão de ventre ou dor na lombar. Meu trabalho é avaliar a coluna, encontrar subluxações e fazer a correção. Se trata de normalizar o funcionamento do corpo, do sistema de comando de todo o organismo, obtendo o que chamamos cientificamente de conexão neurológica clara, ou seja, cérebro processando as informações de funcionamento do corpo e podendo enviadas a seu destino sem nenhum tipo de obstrução por mal funcionamento da coluna.

    No Brasil, a profissão ainda não foi regulamentada e há o curso apenas em duas cidades: Rio Grande do Sul e São Paulo. "As graduações existentes são regulamentados e têm excelente avaliação e reconhecimento do MEC. Devido ao fato da maior parte de nossos pacientes nunca terem visitado um quiropraxista, temos que realizar uma tratamento intensivo de correção, porém com 2 a 4 semanas de tratamento, nosso paciente já apresenta grandes sinais de melhora tanto dos sintomas, quanto na qualidade de vida. "Imagine se você nunca tivesse ido ao dentista em sua vida, com estaria sua saúde bucal? É o mesmo, que ocorre com a Quiropraxia , por isso a OMS prevê que mais de 87% da população brasileira sofre ou vá sofrer de problemas de coluna", ressalta Bernardo. O tratamento é indicado para todas as idades e não tem nenhuma contraindicação.

Direito à saúde marca Dia Nacional da Defensoria Pública


jornal de saude
Atualização assim que ocorre 19 de maio de 2016

NOTÍCIAS


Governo do Piauí - Notícias
Direito à saúde marca Dia Nacional da Defensoria Pública
A campanha Acesso à saúde: garantir o seu direito é o nosso maior feito marca eventos em diversos estados em comemoração ao Dia Nacional da ...
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Unidades de saúde de Rio Preto têm poucas doses da vacina contra gripe



Jornal Floripa
Unidades de saúde de Rio Preto têm poucas doses da vacina contra gripe
Mais de sete mil pessoas entre gestantes e crianças estão sem tomar a vacina contra a gripe em São José do Rio Preto (SP) e, segundo a Secretaria ...
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Jornal de Saúde informa

Vamos estudar: Aplicação do cdc ao comércio eletrônico: apontamentos acerca do projeto de atualização n 281/2012

[PDF]   Aplicação do cdc ao comércio eletrônico: apontamentos acerca do projeto de  atualização  n 281/2012 JA Mor...

Jornal de Saúde