quarta-feira, 18 de maio de 2016

Rapaz "selvagemente" agredido em Bauru por PMs de onde viaturas de Polícia

Onze viaturas, esse comandante precisa ser punido exemplarmente. É estarrecedor que seres humanos sejam tratados com tamanha desconsideração e violência. Nem um animal de trata dessa maneira tão violenta e virulenta, pois a missão da polícia é a de esclarecer, relatar e conduzir as pessoas para ser ouvida pelo Delegado da Polícia Civil, quando há resistência, somente em última instância, mesmo assim precisa de ordem expressa do Comandante, somente se vieram para meter o cassete deliberadamente.
Universitário Adauto Nogueira ferido após abordagem policial em república em Bauru (SP)
Olha o olho desse rapaz. Foram vários socos depois que ele estava imobilizado, 1h60 e 56 quilos inertes e apanhando
Pode ter acontecido de tudo a PM não pode agir assim.
A culpa maior é do governador do estado de São Paulo, seu Secretário de Segurança Pública que agride com a PM crianças, adolescentes e professores. São monstruosos, desumanos e carniceiros esses PMs e seus comandantes.


Justiça neles, Ministério Público, processo, expulsão e pedido de indenização ao Estado estúpido.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/05/1772543-estudante-agredido-durante-acao-da-pm-em-bauru-deve-passar-por-cirurgia.shtml?cmpid=assinante-uol

“Caravana da Saúde ficará na Capital até quando precisar”, anuncia Reinaldo

jornal de saude
Atualização assim que ocorre  19 de maio de 2016
NOTÍCIAS
Jornal Dia a Dia
“Caravana da Saúde ficará na Capital até quando precisar”, anuncia Reinaldo
Frente à grande demanda de pacientes que lotam o pavilhão Albano Franco desde o dia 10 de maio, a Caravana da Saúde será estendida em ...
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Jornal Dia a Dia
Chadid diz que previsão de reduzir índice de investimentos na saúde pela prefeitura em 2017 é ...
Com muita preocupação. Assim o vereador José Chadid (PSDB) se manifestou a respeito do anúncio do secretário municipal de Planejamento, ...
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Saúde Mental protesta no dia Nacional de Luta que passa com essa marcha de destaque

jornal de saude
Atualização assim que ocorre  19 de maio de 2016
NOTÍCIAS
Super Notícia
Saúde Mental
Um protesto com samba no pé marcou o dia Nacional de Luta Antimanicomial, na tarde desta quarta-feira na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.
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Globo.com
Ministério diz que 1.384 bebês nasceram com microcefalia entre outubro e maio
Balanço divulgado hoje (18) pelo Ministério da Saúde mostra que 1.384 bebês que nasceram com microcefalia e outras alterações no sistema ...
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STF reafirma autonomia da Defensoria Pública da União, sete votos

STF reafirma autonomia da Defensoria Pública da União
Em plenário, por sete votos a dois, os ministros do Supremo Tribunal Federal indeferiram a Medida Cautelar que questionava a constitucionalidade da autonomia funcional, administrativa e iniciativa de proposta orçamentária para a Defensoria Pública da União.

O Supremo Tribunal Federal reafirmou a constitucionalidade da autonomia da Defensoria Pública da União, em plenário, na tarde desta quarta-feira (18). Em pauta estava a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5296), com pedido de liminar, em face de dispositivo da Emenda Constitucional 74/2013, de iniciativa parlamentar, que estende às Defensorias Públicas da União e do Distrito Federal a autonomia funcional, administrativa e iniciativa de proposta orçamentária já asseguradas às Defensorias Públicas Estaduais.
“Encaramos o resultado do julgamento como uma vitória, não da Defensoria Pública ou mesmo dos defensores, mas dos milhões de assistidos e de toda a população carente que necessita da assistência jurídica integral e gratuita. O Supremo Tribunal Federal, ao indeferir a Medida Cautelar que pretendia cessar os efeitos da EC 74, que estendeu autonomia já conferida às Defensorias Estaduais à DPU, confirmou a essencialidade de uma Defensoria Pública autônoma para o cumprimento pleno de sua missão constitucional”, avalia Michelle Leite, presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (Anadef).

Como resultado final, foram sete votos indeferindo a liminar: a ministra relatora Rosa Weber, seguida pelos ministros Dias Toffoli, Edson Fachin, Roberto Barroso, Teori Barroso, Luiz Fux, Cármen Lúcia. Somente os ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio tiveram posicionamento contrário.

A discussão da matéria voltou hoje ao plenário do Supremo depois do ministro Dias Toffoli ter pedido vistas na última sessão que discutiu o tema, realizada em outubro do ano passado. Ao declarar o seu voto, que indeferiu a medida cautelar e acompanhava o voto da relatora da ação, ministra Rosa Weber, Toffoli destacou que pelo texto original da Constituição Federal, a Defensoria Pública consta em um artigo separado que destaca as funções essenciais à Justiça. Por não integrar nenhum dos três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário, o ministro destacou a Defensoria como órgão “extrapoder”. “Considero relevante os apontamentos e muito bem fundamentadas as reflexões da relatora, por isso meu voto é pelo deferimento da ação, ao entender que não afronta a separação de poderes e zelando pelas funções essenciais à Justiça”, declarou o ministro Toffoli.

O presidente do STF, Ricardo Lewandowski também acompanhou o entendimento da relatora ao indeferir a medida cautelar e destacou que a EC 74 não afrontava o princípio de separação de poderes, destacando ainda que a Defensoria “é um instrumento de efetivação dos direitos humanos”. Lewandowski destacou em sua fala a Resolução 2821, aprovada pela Organização dos Estados Americanos (OEA), em 2014 que zela pela garantia de acesso à justiça como um direito fundamental, no documento intitulado “Rumo à autonomia e ao fortalecimento da Defensoria Pública Oficial para garantir o acesso à justiça”.
O ministro Toffoli também ressaltou em seu voto a tendência internacional, ao citar o documento “Comunicado Conjunto de Las Presidentas y Los Presidentes de los Estados Partes del Mercosur y Estados Asociados”, firmado em dezembro de 2015. O Brasil é um dos signatários do documento que, no item 24, reafirma o compromisso pela autonomia da Defensoria Pública e pela necessidade de atuação independente do órgão.

Sobre a Anadef
A Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (Anadef) é uma entidade de classe de âmbito nacional, que representa a Defensoria Pública da União (DPU) e a carreira dos Defensores Públicos da União desde sua criação com a edição da Lei Complementar n. 80/94, em determinação aos artigos 5º, inciso LXXIV e 134 da Constituição Federal de 1988. Entre seus objetivos, está o fortalecimento da DPU e da carreira. Originalmente chamada de Associação Nacional dos Defensores Públicos da União - ANDPU, a entidade passou a se intitular Anadef a partir da sanção da Lei Orgânica da Defensoria Pública, em 2009, que criou nova denominação aos Defensores Públicos. A associação se dedica à temática da assistência jurídica integral, gratuita e pública aos nece

MG greve de Agentes comunitários: Agentes comunitários de saúde fazem manifestação em frente à Câmara

jornal de saude
Atualização assim que ocorre  18 de maio de 2016
NOTÍCIAS
Correio de Uberlândia (liberação de imprensa)

Agentes comunitários de saúde fazem manifestação em frente à Câmara
Agentes comunitários de saúde se manifestaram, nesta quarta-feira (18), em frente à Câmara de Vereadores de Uberlândia. Eles reivindicam o ...
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Último Segundo - iG

Senadores convidam ministros para esclarecer prioridades e temas polêmicos
Mais cedo, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) havia aprovado convite para também ouvir o ministro Ricardo Barros (Saúde). A expectativa é que ...
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Terra Brasil

Em dois dias, duas declarações polêmicas de ministros de Temer são 'desditas'
Em entrevista publicada nesta terça pelo mesmo jornal Folha de S. Paulo , o novo ministro da Saúde afirmou que o governo poderá "repactuar" ...
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Ainda existirão advogados no futuro?



Ainda existirão advogados no futuro?

Alguns escritórios de advocacia nos EUA já usam Inteligência Artificial como “associado digital”, delegando a algoritmos preditivos a tarefa de executar buscas inteligentes por documentos, pareceres e jurisprudências referentes aos casos em análise.

Publicado por Eder Fagundes - 23 horas atrás
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Ainda existiro advogados no futuro
Replico abaixo interessante artigo de Cezar Taurion sobre a utilização da Inteligência Artificial e outros recursos da tecnologia na atividade advocatícia com vistas ao futuro.
Espero que gostem.

Cezar Taurion *
Tenho observado nas conversas com executivos de negócios e de TI que muitos ainda consideram a Inteligência Artificial (IA), os veículos autônomos e os robôs convivendo entre nós um cenário ainda futurista. Mas já está acontecendo e nem percebemos. Usamos isso cotidianamente em apps e sites de comércio eletrônico que nos sugerem o melhor caminho, o filme que gostaríamos de assistir e o produto que teremos interesse em comprar. Várias empresas de tecnologia estão trabalhando ativamente em tornar a IA mais e mais lugar comum. O recente lançamento do Messenger, do Facebook, com recursos de chatbots é mais um passo nesta direção.
O que o avanço da Inteligência Artificial embute no nosso dia a dia? Uma mudança significativa no futuro de várias profissões. Já aceitamos e convivemos com a realidade de tarefas de baixa qualificação substituídas por automação. Mas e quando esta começa a chegar ao nível dos tomadores de decisão, os “knowledgers workers”?
A realidade está mostrando que a indústria da música, agências de viagem, jornais e agora táxis se transformaram ou estão em processo de transformação. Setores sólidos e tradicionais simplesmente desabaram e tiveram que encontrar novos modelos de negócio para sobreviverem.
Vamos pegar uma tradicional profissão, a advocacia. Uma provocação que podemos fazer é: “ainda existirão advogados no futuro?”. A taxa de acertos em previsões futuristas é mesma de chimpanzés jogando dardos e acertando o alvo, mas podemos debater algumas ideias e tirarmos conclusões por nós mesmos. Claro, desde que não nos apeguemos a crenças e paradigmas que nos limitam o olhar crítico.
Vamos analisar o contexto. As práticas de trabalho dos advogados não mudaram muito nas últimas décadas. Recomendo um livro instigante, “The Future of the Professions: How Technology Will Transform the Work of Human Experts”, que mostra o potencial de disrupção diante de várias profissões como as conhecemos hoje.
O livro mostra que os advogados oferecem assessoria personalizada de alto custo e que os sócios dos prestigiados escritórios presidem organizações em forma de pirâmide, recebendo altas comissões, enquanto batalhões de advogados principiantes fazem o trabalho árduo de buscar precedentes e elaborar contratos. Os altos custos destes escritórios e dos seus honorários propiciam um cenário aberto à disrupções. O livro faz uma comparação simples, com os veteranos taxistas de Londres, que para obterem seu certificado precisavam dominar de memória a geografia das ruas. O serviço era, portanto, caro. E foi rompido pelo Uber, que atraiu batalhões de motoristas que cobram barato e navegam por GPS. Isso não poderá acontecer com os advogados?
Já existem algumas iniciativas muito interessantes, ainda desdenhadas pelos advogados tradicionais, que podem provocar um efeito Uber nos próximos anos. Por exemplo, aNextLaw Labs, empresa de tecnologia mantida por um escritório global de advocacia, está financiando startups de tecnologia jurídica. Um dos seus primeiros investimentos é uma startup chamada Ross Intelligence, que usa o Watson da IBM para realizar parte das pesquisas feitas atualmente por advogados júnior.
O “Report: artificial intelligence will cause “structural collapse” of law firms by 2030” é bem acertivo ao afirmar que visualiza em 15 anos um colapso estrutural dos tradicionais escritórios de advocacia, pelo menos em alguns países na Europa e EUA. Alguns exemplos sinalizam que este cenário pode se tornar realidade. Alguns escritórios de advocacia nos EUA já usam Inteligência Artificial como “associado digital”, delegando a algoritmos preditivos a tarefa de executar buscas inteligentes por documentos, pareceres e jurisprudências referentes aos casos em análise.
Interessante que uma análise feita na Europa e EUA, sobre o uso de IA na advocacia, mostra que, salvo raras exceções, não são as tradicionais bancas de advogados, mas novos entrantes que investem no conceito. Vemos que o momento do Uber, Airbnb, Skype e Whatsapp se repete. As empresas estabelecidas tendem a ser conservadores e lutam para preservar seu modelo de negócios.
Enfim, estamos diante de mudanças significativas na sociedade e praticamente nenhuma função ou setor de negócios estará a salvo das transformações. Recomendo ler o texto “The Great Disruption: how Machine Intelligence will Transform the Role of Lawyers in the Delivery of Legal Services”. Ele mostra quais as atividades realizadas pelos advogados estão mais sujeitas à disrupção (busca por documentos, pareceres, criação de formulários, textos e memorandos, e mesmo predição dos resultados das causas em julgamento), como essa disrupção vai afetar o setor como um todo e como, provavelmente, os escritórios de advocacia irão usar seus talentos para combater a inovação.
Há um caso bem interessante de uso de algoritmos preditivos para auxiliar na tomada de decisão em casos que envolvem litígios em patentes, como o desenvolvido pela startup Lex Machina, que analisando dezenas de milhares de casos se propõe a predizer o resultado de determinado litígio.
O cenário conturbado, como o contexto que vemos hoje envolvendo o Uber e os taxistas, certamente vai acontecer quando os escritórios de advocacia sentirem reais ameaças ao seu modelo atual. Mas, alguns entenderão que o processo é irreversível e os vencedores serão os que conseguirem fazer o mix certo entre advogados e tecnologia.
(*) Cezar Taurion é CEO da Litteris Consulting, autor de seis livros sobre Open Source, Inovação, Cloud Computing e Big Data
Publicada em 21 de abril de 2016 às 08h01 no site CIO
NE. Publicada pelo site jusbrasil o qual reproduzimos na íntegra pelo assunto ser futurista e interessar muitas pessoas.

Quem diria e aqui querem acabar com os médicos estrangeiros: Cuba e Estados Unidos planejam acordos de segurança esaúde

jornal de saude
Atualização assim que ocorre  18 de maio de 2016
NOTÍCIAS
Jornal do Comércio
Cuba e Estados Unidos planejam acordos de segurança esaúde
Os governos de Cuba e dos Estados Unidos planejam fechar acordos nos próximos meses nas áreas de saúde, segurança e agricultura, informou ...
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:: Saúde Mental :: Secretaria de Saúde realiza atividades alusivas a Luta Antimanicomial em Araxá ...
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Férias escolares: momento importante para atualizar a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes

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