quarta-feira, 30 de março de 2016

Um alerta sobre a importância do glúten na dieta

Um alerta sobre a importância do glúten na

dieta

Antes de retirar esse importante ingrediente da dieta, a melhor
opção é a busca pela informação

Tem gente que não come alimentos com glúten porque tem intolerância e se sente mal. Mas há também aqueles que fazem isso por opção, porque querem emagrecer. Será que isso faz bem? Como já ouve a dieta da lua, do corte de carboidrato e tantas outras, agora, é a vez do glúten. O passo seguinte é a dieta virar moda, passando a ser adotada de forma indiscriminada e sem conhecimento. Para esclarecer a população sobre os reais efeitos da chamada dieta sem glúten, a nutricionista Camila Penedo esclarece alguns pontos
 
“O glúten não faz mal para a saúde e não deve ser excluído da alimentação por pessoas que não têm intolerância ou algum outro problema em relação a ele. As únicas pessoas que precisam cortá-lo - por recomendação médica - são as que têm dermatite herpetiforme, doença autoimune causada pela intolerância ao glúten; as que têm alergia ao trigo e também as que têm doença celíaca”, afirma Camila.

Para o presidente da Amipão, José Batista, um dos problemas é que muita gente para de comer alimentos com glúten porque acha que vai perder peso, isso significa cortar pães, bolos e bolachas, por exemplo. Ao retirar esses alimentos, segundo ele, a pessoa pode até emagrecer, mas isso não significa que o glúten é o responsável. “O que acontece é que ela começa a fazer escolhas mais saudáveis de maneira geral, mas não porque parou de comer glúten. O ideal, portanto, é mantê-lo dentro de uma dieta equilibrada, como alertam os especialistas”, enfatiza Batista.

A nutricionista destaca que os celíacos têm intolerância permanente ao glúten e o único tratamento é a dieta isenta da substância por toda vida. Caso o paciente consuma algo com glúten, ele pode ter uma reação imunológica no intestino delgado, que impede a absorção dos nutrientes. A doença pode ou não dar sintomas, mas o ideal é só mudar a alimentação depois de ter um diagnóstico definitivo.
Para as pessoas que desejam entender melhor sobre esse assunto, o site www.glutenconteminformacao.com.br possui um conteúdo com linguagem simples e embasamento científico sobre o tema. “Quem risca o glúten do cardápio elimina, também, boa parte dos carboidratos que costuma consumir. E, com isso, deixa de aproveitar diversos benefícios que esses cereais e massas trazem à nossa saúde”, salienta a nutricionista.

“É muito importante que a população tenha conhecimento do momento certo de retirar ou não o glúten da dieta. Em várias padarias já existe o profissional da nutrição que pode orientar o consumidor no momento da compra, caso haja a dúvida”, avalia o presidente da Amipão.

Jornal de Saúde: No Dia Mundial de Combate ao Câncer, um alerta sob...

Jornal de Saúde: No Dia Mundial de Combate ao Câncer, um alerta sob...: Neurocirurgião especialista em coluna alerta para a importância do diagnóstico precoce da doença No próximo 08 de abril é celebrado o...

No Dia Mundial de Combate ao Câncer, um alerta sobre os tumores de coluna


Neurocirurgião especialista em coluna alerta para a importância do diagnóstico precoce da doença
No próximo 08 de abril é celebrado o Dia Mundial de Combate ao Câncer, doença que registra mais de 500 mil casos novos a cada ano no Brasil. Dentre os diferentes tipos de câncer que acometem a população, até 20 % dos casos podem migrar na forma de metástase, para a coluna vertebral. O tumor na coluna figura entre o terceiro tipo de problema mais comum nesta região, atrás de doenças degenerativas e traumatismos. Apesar de ter incidência bem menor em relação às demais disfunções da coluna vertebral, a doença, quando ocorre, tem alta frequência de malignidade, como alerta o neurocirurgião especialista em coluna pela UNIFESP e membro da Sociedade Brasileira de Coluna Vertebral (SBC), Dr. Alexandre Elias.
“Os tumores benignos são os que têm origem na própria coluna, diferente dos malignos, comumente relacionados às metástases originadas de tumores de outras regiões do corpo, como mama, próstata e pulmão, que migram para a região das costas’’, explica o médico. 
Como os sintomas do tumor nas costas se confundem com os de outras doenças, o especialista alerta sobre a importância do diagnóstico precoce. “A dor local pode levar o paciente a acreditar inicialmente em um quadro doloroso corriqueiro, retardando o diagnóstico, que muitas vezes acontece quando o paciente já refere sintomas mais importantes como formigamento e paralisia dos braços ou pernas”. 

Dr. Alexandre destaca que o prolongamento do quadro doloroso e algumas características um pouco diferenciadas da dor, bem como um emagrecimento rápido, fora do comum, também servem de alerta ao paciente, que deve procurar um especialista em coluna. 

O diagnóstico da doença só pode ser confirmado por exames de imagem, como raios-X, tomografia e ressonância magnética.  A cintilografia e PET-CT também podem ser indicadas, ajudando o oncologista a avaliar o estágio do tumor e as indicações terapêuticas.

O tratamento da doença deve ser multidisciplinar, envolvendo o especialista em coluna vertebral, oncologista, fisioterapeuta, psicólogo, a equipe de enfermagem, entre outros. 

Em casos benignos, é possível realizar a cirurgia de ressecção total da lesão, promovendo a cura da doença. Para os casos de malignidade, que não respondem as terapias ou caminham para um comprometimento funcional do indivíduo, a cirurgia é indicada com a finalidade de garantir a mobilidade e diminuir o quadro de dor, proporcionando mais qualidade de vida ao paciente. 

“As cirurgias são bem seguras, e comparativamente aos danos causados pela doença – que se não tratada evolui com danos neurológicos que afetam a funcionalidade do indivíduo –, são eficazes na maioria dos casos”, atesta o especialista.
 

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