sexta-feira, 18 de março de 2016

De traidor a bode expiatório, Lula, não pode virar mártir e nem herói brasileiro

Este Lula que a PF está fazendo de bode expiatório não e o mesmo Lula que fundou o Partido dos Trabalhadores. É o Lula Paz e Amor, ou seja, o Lula traidor do que ele defendeu e que muitos que estavam com ele acreditaram que iria implementar. A Educação, com a educação gratuita e laica, e a saúde, como o desemprego e poder aquisitivo dos salários são os pilares fundamentais por Lula ter angariado tantos correligionários.

Não dá mais para separar esses oito anos de poder e mais os anos de Dilma e a fundação do PT que ja é trintão e nem o avanço político da sociedade brasileira com a Constituição de 1988 e a redemocratização do país. As pessoas estão mais conscientes e exigentes, menos tolerantes com os crimes de políticos que insistem nas vias tortas, ou seja, usar o erário público como se fosse seu banco e fazer todos os tipos de falcatruas.

A nova direita brasileira, progressista que acabar com a corrupção de fato, no entanto, é financiada pela velha direita que lucrava com todas as corrupções que na verdade mudou de corruptos e corruptores, por exemplo, se antes que mandava no país eram as multinacionais, como as do automóveis e consequentemente a Fiesp e outras pelos estado afora, Fiemg, Fierj hoje quem mandava na corrupção eram as construtoras que começaram a mudar o país dentro e fora com metrôs, hidrelétricas, transposições de água, estádios de futebol, ferrovias, portos. É inegável, que esses novos corruptores avançaram o Brasil para a prosperidade. Mas, a ganância fez com eles se esquecessem que de onde muito se tira e não se repõe a tendência é acabar ou ser descoberto o furo.

A justiça está correta em querer estancar essa sangria de recursos públicos que levou o país a perder credibilidade e estancar o crescimento e nem pensar em desenvolvimento pelos próximos dois anos. No entanto, não pode e não deve fazer ninguém de bode expiatório. A justiça se agir vai criar heróis, mártires, mesmo que consiga moralizar novamente o país. A tendência é essa, mesmo em longíncuas eras, em Israel, quando os Reis falhavam, morriam e não tinha sucessão. Os juízes tomaram conta do país e de forma brilhante para restabelecer a ordem. Para começar deveria começar a investigar mais e a prender mais, desde pequenos infratores até mesmo os grandes infratores.

Também, concomitantemente, aprovar Leis como a da Filha Limpa, como a a que gestam assinaturas para a Lei anticorrupção e os investimentos do Estado também deveria ser pautado por Lei, como a Educação, construção de mais universidades, saúde investimento em pesquisas e mais profissionais e equipamentos para atendimento da população que cresceu e o saneamento básico. Tudo isso não pode ficar na mãos de políticos e empresários, tem ser lei.

Marcelo dos Santos - jornalista.

Dia Roxo: Data em prol à Conscientização da Epilepsia chama atenção aos diferentes sintomas da doença


 
Neurocirurgião alerta que algumas crises podem passar despercebidas pelo portador e por pessoas próximas a ele

No próximo 26 de março será celebrado o Dia Mundial da Conscientização da Epilepsia, conhecido mundialmente como “Dia Roxo” (originalmente, Purple Day). Em diversos países as pessoas são convidadas a vestir alguma peça de roupa roxa, como símbolo de apoio à causa – a cor que simboliza a epilepsia, que é associada à solidão e ao seu sintoma mais peculiar: a crise epiléptica. No entanto, como explica o neurocirurgião especialista em cirurgia de epilepsia, Dr. Luiz Daniel Cetl, o distúrbio neurológico apresenta outros sintomas, muitos até despercebidos por seus portadores e pessoas próximas a ele. “Muitos pacientes sentem apenas um mal-estar na boca do estômago, o que também pode sinalizar uma crise, mas, justamente por ser desconhecido e mais simples, este sintoma pode passar despercedido”, alerta o médico.

Geralmente, a crise epiléptica ocorre quando o indivíduo perde a consciência e cai no chão, apresentando contrações musculares em todo o corpo. Mas os sintomas da epilepsia vão depender da localicação do foco epiléptico, ou seja, de onde se originam as crises. Se, por exemplo, estiver próximo à area motora, provavelmente o sintoma será ilustrado pelo abalo do membro que essa região coordena. Se relacionada à area visual, poderá ser caracterizado pela alteração da visualização de cores.

Calcula-se que aproximadamente de 0,5 a 0,7% de pessoas no mundo têm epilepsia. Em 50% dos casos, a causa é desconhecida e 75% têm início ainda na infância. “Os principais sinais apresentados por portadores de epilepsia são a perda de consciência, quando o indivíduo cai no chão, há contrações musculares em todo o corpo, mordedura da língua, salivação intensa, respiração ofegante e, às vezes, a micsão involuntária. São os sinais mais evidentes, embora existam outros, como movimentação espontânea e incontrolável de mãos, braços e pernas. Os sintomas e seus sinais característicos aparecerão conforme a localização do grupo de neurônios afetados”, explica o médico.


O neurocirurgião Dr. Luiz Daniel diferencia os tipos de crises da epilepsia em dois tipos: crises parciais (simples e complexas) e crises generalizadas. Nas crises generalizadas, as descargas elétricas anômalas acometem o cérebro como um todo, causando a perda de consciência e sintomas que variam de abalos de todo o corpo, postura tônica, e até atonia (onde há um relaxamento global de todos os músculos. ) Nas crises parciais, apenas uma porção do cérebro é acometido, sendo que este tipo é dividido em: parciais simples, com sintomas apenas motor, visual ou de mal estar, sem afetar a consciência; e crises parciais complexas, quando há acometimento do controle motor ou visual e também alguma alteração na consciência, mas não a sua perda, como acontece com as crises generalizadas.

“Entre as manifestações da epilepsia, existem as crises de ausência, a parada comportamental e o estado de mal epiléptico. A crise de ausência dura décimos de segundo ou, no máximo 1 segundo, em que nem mesmo pessoas próximas conseguem perceber que o paciente teve uma crise, que pode se repetir mais de uma vez ao dia”, relata Luiz Daniel Cetl. “Na parada comportamental, caracterizada como uma crise parcial complexa e muito mais frequente, o paciente fica parado, com o olho arregalado, como se estivesse fora de si. O mais grave no estado de mal epilépico é quando existe uma ativação contínua dos neurônios desfuncionantes, que pode ser parcial ou generalizada, de maneira ineterrupta, o que pode ocasionar lesões cerebrais”, completa.

Epilepsia no dia a dia
Apesar do estigma, os pacientes com epilepsia têm uma vida ativa, como tiveram Vincent van Gogh, Fiódor Dostoiévski e Machado de Assis, grandes nomes da artes e literatura que eram portadores da doença. Por isso, o Dia do Roxo é mais uma oportunidade para conscientizar e diminuir os preconceitos em relação à epilepsia e seus portadores.

O especialista orienta que, ao se deparar com uma pessoa com crise epiléptica, o ideal é deitá-la no chão e afastá-la de objetos e móveis que possam machucá-la enquanto estiver se debatendo. “Jamais coloque a mão ou o dedo na boca do paciente. Durante uma crise convulsiva, o portador tem salivação intensa e o indicado é mantê-lo de lado para evitar que se sufoque com a saliva. É preciso deixá-lo se debater livremente até que a crise passe, e isso tem duração de segundos ou poucos minutos”, diz o Dr. Luiz Daniel Cetl. Ele explica ainda que em casos de crises repetitivas a emergência deve ser acionada imediatamente.

Tratamento:
O tratamento convencional para a epilepsia é por via medicamentosa, com uso das chamadas drogas antiepilépticas (DAE), eficazes em cerca de 70% dos casos (há controle das crises) e com efeitos colaterais diminutos. Quando não há controle destes sintomas, outros tratamentos possíveis são a cirurgia e a estimulação do nervo vago. No entanto, apenas um profissional, analisando o caso, poderá indicar o tratamento apropriado para o paciente.

As cirurgias são divididas em ressectivas, ou seja, sabe-se o foco cerebral das descargas que ocasionam uma crise da epilepsia e o retira. E cirurgias desconectivas, em que o foco não é localizado, mas sabe-se que é oriundo em apenas um lado do cérebro, sendo realizada a separação dos hemisférios para que essas descargas não passem de um lado para o outro do hemisfério cerebral. Há também o tratamento da implantação de eletrodo no nervo vago, em que a emissão de estímulos ao cérebro permite o controle das crises, em definitivo ou para a sua diminuição.

O neurocirurgião ressalta também que o objetivo do tratamento é garantir uma melhor qualidade de vida ao paciente. A epilpsia não é transmitida pelo ar ou contato físico. Seu tratamento é imprescindível e deve ser feito adequadamente, para evitar que o paciente tenha sua vida fortemente afetada, por não ter controle das crises e, consequentemente, afastar-se socialmente.

Dia do Roxo
O Dia Roxo surgiu em 2008, idelaizado por Cassidy Megan, um garota então com 9 anos de idade, motivada por suas próprias lutas com epilepsia e para acabar com os mitos e informar aqueles com crises de que eles não estão sozinhos. É uma data que vem mobilizando milhares de pessoas em todo mundo e também no Brasil, reforçando os apelos em prol do paciente epiléptico.
“Hoje, existe controle e tratamento, e o paciente pode e deve levar uma vida como qualquer outra pessoa. Não é preciso isolar-se, mas é imprescindivel seguir o tratamente adequadamente”, diz o neurocirurgião.
O Purple Day é realizado com o apoio da Associação Epilepsia de Nova Escócia (EANS), uma instituição de caridade canadense, e da Fundação Anita  Kaufmann Fundação (EUA).

Fonte para entrevista:

Dr. Luiz Daniel Cetl é referência no tratamento das epilepsias e tumores cerebrais. Especialista pela Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN), membro do grupo de tumores do Departamento de Neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e integrante da Associação dos Neurocirurgiões do Estado de São Paulo (SONESP). Atua ainda como preceptor de cirurgia de tumores cerebrais no Departamento de Neurocirurgia da Unifesp.

No Dia Mundial da Água, crianças e adolescentes alertam quanto à poluição da Lagoa da Pampulha

Iniciativa visa conscientizar a população com exposição de cartazes, distribuição de panfletos e de água mineral

Um copo de água mineral é sempre bem-vindo quando estamos suados praticando uma atividade física. Sabendo disso, 80 estudantes de Belo Horizonte com idades entre 9 e 16 anos aproveitam este momento, em que a necessidade da água é ainda maior, para conscientizar a população sobre a importância de preservar os recursos hídricos. 

A iniciativa ocorre no Dia Mundial da Água, comemorado na próxima terça-feira, 22 de março. O local escolhido é a Praça dos Esportes, próximo à Lagoa da Pampulha. A ação é começa às 8h e vai até às 9h30. 

Os estudantes expõem cartazes com orientações sobre a preservação dos recursos naturais e entregam, gratuitamente, copos de água mineral a quem passar pela praça. Também distribuem panfletos com a seguinte frase: "Hoje é o Dia Mundial da Água, mas a Lagoa da Pampulha não tem o que comemorar, pois suas águas estão poluídas. Você pode ajudar a mudar este cenário! Não jogue lixo em locais inapropriados. Faça a sua parte, pois sem água não há vida!".

De acordo com o professor Ozéias Batista, diretor da Educação Adventista em Belo Horizonte, a ação é a culminância de um projeto de conscientização do qual os estudantes participam em sala de aula. "Nós queremos conscientizar os alunos e a população quanto a essa necessidade. A água é um bem que precisa ser preservado, caso contrário vai faltar, e hoje nós já sentimos isso com a poluição e os períodos de estiagem",  afirma do professor Batista.


SERVIÇO
Mobilização - Dia Mundial da Água
Local: Praça dos Esportes - Situada próximo à Igreja São Francisco de Assis, na Lagoa da Pampulha, e à Avenida Fleming
Horário: De 8h às 9h30

Estados receberão dinheiro para acelerar diagnóstico de microcefalia


jornal de saude
Atualização assim que ocorre 15 de março de 2016


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