quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Como se emburrece uma nação e se compra voto no Brasil


Como se emburrece uma nação e se compra voto no Brasil

No governo de Aécio Neves, no Estado de Minas,  hoje senador da República, eleito com mais de 1.300 mil votos, foi instituído na educação do estado a bolsa estudante, que em resumo, é o valor de R$ 100,00 para cada aluno carente, com comprovação familiar, obviamente, que se matricular e assistir as aulas. Mas, segundo professores, que os chamam de "malandros" estes frequentam semana sim outra, não, apenas para não perder. Que mesmo, sem responder a presença por mais de 3 meses, ainda consegue receber os R$ 100,00 a nefasta conclusão é a de que o aluno não possui compromisso em aprender, se concentrar e se esforçar para ser promovido para outra série.

Simplesmente, muitos, mesmo sem saber ler e escrever muito menos frases simples como: A janela está aberta, são promovidos no final do ano letivo. As crianças que estudam no sistema de educação da Secretaria do Estado de Educação do Estado de Minas Gerais, estão saindo do ensino básico, o antigo primário, sem saber escrever e ler, noutras amargas palavras, muito mal são alfabetizadas. Muito diferente do ensino que promovia apenas alunos que sabiam verbo, escreviam ditados, ouviam e até mesmo declamavam poesias decoradas durante semanas.

E, a taboada que vinha na ponta da língua todos os dias, sendo o terror de muitos que esqueciam, não estudavam ou por timidez ficavam sem saber o que fazer e responder. E, olha que o Brasil era muito mais pobre do que agora, tinha menos carros, edífcios, renda per capita, casas, heranças, bancos enfim a riqueza do homem era o estudo, a cultura e o saber que enriquecia e dava moral e lustre para o homem e a mulher, hoje são R$ 100,00 que faz com  que ao menos o aluno vá a escola responder a chamada.

Os professores reclamam que são esquecidos pela mídia que se preocupa, realmente, com o beijinho que certo jogador, selinho, recebeu e retribuiu de fã durante paralisação em semáforo no RJ do que para os problemas de educação e alfabetização no Brasil, a violência de alunos e seus pais e a falta de disciplina que está alarmante nas escolas. Onde ninguém sabe mais o que fazer apenas "afinar" ou seja, a política de que façam o que quiser, dou a aula que consigo dar e aprenda quem puder e quiser aprender. Oras no final todos passam de ano.

Nas favelas brasileiras, as das grandes metrópoles, quem manda são os traficantes. Coitado do professor, diretor que se meter a besta e peitar esses tipos de alunos. Os chamados de malandros que frequentam apenas para ganhar os R$ 100,00 é claro eles não são e nem pode serem bode expiatórios do sistema político de Caça voto. Os políticos ao invéis de enfrentarem a má distribuição de renda que ocorre apenas através de salários e políticas de carreira em todos os segmentos da sociedade e para se conseguir isso precisa de cabeças pensantes pelo menos, ao minimo necessário. O voto é simples, paga-se ops R$ 100,00 e ganha-se a consciência dos pais através do voto. Os pais menos esclarecidos pensam rudimentarmente, muitos seguem a trajetória dos filhos não puderam frequentar regularmente a escola , pois foram obrigados a trabalhar para sobreviver e sustentar o pai, a mãe e irmãos menores, dura realidade, mas é a realidade brasileira, recente da década de 60 para a 70, que endureceu muito mais, mas havia ao menos tentativa de organização e menos procura por votos de pais e filhos em idade de votar.


O sistema de aprovação de alunos para cursos superior ou terceiro grau no país, precisou aprovar as cotas por raças, como se houvessem raças puras no Brasil, negros e brancos, amarelos e outras definidos e genuinamente puros. Mas isso são outros que tais de antropologia, que não vem ao caso da educação no pais.
É raro o aluno que consegue competir igualmente com o aluno de escola particular das classes abastadas, já que hoje temos classe média, média alta, alta, ricos e bilionários no país que se desenvolve, concentra renda, da plenos poderes para os banqueiros e magnatas no país onde empresas se fundem e controlam preços cartelizados e aumentam a hora que querem e entendem e suas fortunas flutuam entram na Forbes na medida que a sociedade, a maioria empobrece e os preços aumentam em todos os sentidos.

A Universidade Pública, que a priori, como já escreveu a exaustão deveria ser para os menos aquilhoados pela sorte, cai na mão dos mais ricos, dos classes média alta e alta, isso é chamado de democracia e até mesmo, risos hiláricos, de socialismo, só se for o tupiniquim, para índios estudarem mesmo, com todo respeito a parca nação indígena brasileira, dizimada pelos brancos, negros escravos e todos os estrangeiros que passaram aqui para pegar umas pedrinhas preciosas ali, um ouro aqui e tantos outras riquezas.
Os professores não podem nem serem chamados de coitados, seria humilhação, sentir esse sentimento por eles. Precisam de trabalhar em duas escolas e ainda ter alguma renda por fora para ganhar a vida.

A passagem de ônibus que paga? e a merenda, o almoço ou a janta, quem paga para o professor? o Estado, se pensou, sei que não pensou, pois já descolado com a exploração do Estado brasileiro aos seus contribuintes e filhos da pátria mãe gentil. O custeio dos professores sai do seu salário e se pegar muitas aulas em vários locais ele acaba pagando para trabalhar como ouvi de uma professora outro dia muito equilibrada e consciente do seu papel social e do quanto ela é usada, humilhada e não reconhecida no seu trabalho.

As crianças e adolescentes, os primeiros, hoje recebem todo o material para estudar, e mesmo, uniformes e a merenda escolar. Isso é objeto de propaganda política, o que nunca deveria ser objeto de exploração por parte do município ou estado, é menor propagandear isso visto que é com o dinheiro público, com impostos, que teoricamente todos pagam igualmente, mas os ricos, está comprovado pagam menos do que os pobres e a inflação castiga mais a renda e a aquisição do pobre do que do rico, que perversidade isso num país democrático e pró-socialista como o Brasil. Muitos pais, até mesmo alguns conscientes, acham mesmo que a Prefeitura de Belo Horizonte, como os R$ 100,00 dos Estado, são beneplácitos de homens honestos, probos e que querem o melhor para seu pais e consequentemente para o seu pais.

Marcelo Santos
MTb 16.539 SP/SP

Como age o Cartório Distribuidor de Protesto de BH.MG e seu tabelião

Nos Cartórios de Distribuição, exemplo é o de Belo Horizonte, cobram quanto eles querem, e quase todos os anos remajoram as tarifas para se protestar um título. Neste cartório tem um supervisor chamado Carlos e um tabelião chamado José Carlos que brincam com o tempo e paciência das pessoas. Vamos por parte para não confundir.

Qualquer pessoa seja pessoa física ou jurídica pode acionar o Distribuidor com título e protestar o valor, vamos supor que queira receber de uma empresa o valor de R$ 250,00 o interessado deverá levar documento que pode ser duplicata, nota promissória, cheque que comprove a dívida. O Cartório de Distribuição de Protesto, eles não explicam e nem justificam, não aceitam Duplicatas emitidas pelo interessado em receber a quantia e substituem por uma espécia de carta, impressa em xerox, quer dizer abre enorme precedente para falsificação, adulteração e qualquer tipo de forma que lese a pessoa, não é o caso, mas quando não é impresso, com logomarca, brasão e certo cuidados incorre nesse critério. Até mesmos cédulas de dinheiro são falsificadas.

Começa o absurdo nesse fato, para receber hipoteticamente R$ 250,00 o interessado, ou protestante ou apresentante, como imprimem numa espécie de boleto tem que dispor à vista ba boca do caixa o valor de R$ 68,48 e aguardar, o tempo de praxe de 5 dias úteis. Mas no fato que estou narrando demorou 18 dias entre o protesto e publicação no Diário Oficial.

Lembram, quando disse que não aceitam duplicatas, não aceitaram e um funcionário explicou como preenchia a "Carta" e onde colocava quem deveria ser cobrado ou não, e com a duplicata nas mãos, aceitou a "Carta" preenchida e se recusou a anexar, mais uma vez, a duplicata, disse que não precisava. Ou seja, um documento emitido pela empresa, legítimo e responsável por todas declarações é substituída pelo Cartório Distribuidor, sem justificativa, sem demonstração de haver erros, ou ilegalidade.

Ocorre que  houve devido a má orientação do rapaz, que conversava como mais duas outras pessoas do cartório, no ato do preenchimento, erro de dados do devedor, que pelo erro, passou a ser apresentante. Em suma, o apresentante pagou e assinou para o cartório, protestar ele mesmo.

Aguardados os 18 dias o apresentante ligou para o cartório e este informou o não pagamento. Mas pelo telefone ele diz a palavra devedor trocado. Surge dai a maior confusão onde entra a figura do solícito sr. Carlos, que arrumou a solução para o problema de imediato. Afirmou com todas as letras que tinha ligado para o 2o. Cartório de Protesto e conversado que poderia ir lá e pedir uma retificação do protesto. Quer dizer o apresentador, obviamente ficou super satisfeito e se dirigiu ao 2o. Cartório de Protesto e apresentou a documentação.

Prontamente atendido pelo sr. Aquiles, que já chegou contrariado, quer dizer, esse tal de sr. Carlos não tinha telefonado, ou não entendia nada de cartório, protesto. E ficou no empurra de cá e de lá e quem telefona para quem. No final o sr. Aquiles me informa que teria que pagar R$  50,00 em média para cancelar, quando lhe perguntei quem iria arcar com a despesa visto o erro ter saído do Cartório Distribuidor, ele me afirmou, "Isso é que eu quero saber, boa pergunta, quem vai pagar?". Já comecei a me sentir humilhado, enganado e tipo de bolinha de pingue-pongue onde se fica de lá para cá, ou seja, o trouxa da paróquia.

Liguei para o sr. Carlos novamente este me tratou como ironia dessa vez e começou a afirmar que o erro era meu, que preenchera errado a "carta" e quando já revoltado me exaltei com essa figura irresponsável, ele perguntou se queria conversar com o Tabelião, esse sr. chamado José Carlos, que não queria nem me ouvir, depois de certa rispidez, onde me perguntou por telefone se já tinha acabado de falar, me disse a mesmas palavras do supervisor, que o erro era meu e em outras palavras teria que arcar com o prejuízo de mais de R$ 200,00 para tentar receber R$ 250,00 e ainda estava com nome sujo na praça devido a orientação e falta de conferência e teimosia do cartório em não anexar az duplicata, pois o sr. Aquiles afirmou em alto e bom som, se tivesse vindo a fatura-duplicata em anexo, não teria saido erro algum, aqui conferimos tudo e não sai erro.

Agora vamos relembrar, que por falta de cultura, e outros interesses, quantas pessoas foram registradas pelos pais com nomes exdrúxulos, nomes errados, nome do pai ou da mãe errados, na pronuncia, no u, no e, enfim até mesmo, pelo analfabetismo e distração de quem fez o registro. E, hoje, quem tem que pagar advogado, se quiser mudar o erro cartorial, o interessado. O cartório não aceita o erro e o Judiciário não aceita o processo a não ser que seja com advogado e muito bem pago para mudar algo que está inerente a pessoa, a sua vida, a sua intimidade e privacidade.

Talvez esse tabelião, desonesto, sr. José Carlos ainda pense e haja assim, até mesmo, com certo relapso na organização e conferência de seus liderados, pois quem paga a conta, é sempre o consumidor, a máfia cartorial ganha e tem enormes lucros as custas do suor e trabalho alheio, pois dois pequenos papeizinhos e uma breve publicação em jornal, que sai uma bagatela, pagar R$ 68,48 e ainda mais o erro, não é fácil para um país em desenvolvimento e pobre como o Brasil.

OBS, Não publico comprovantes comprobatórios para não expor a empresa em questão; devedora.


Marcelo dos Santos
jornalista profissional
MTb 16.539


Esquema bancário e financeiro quebra 
pequenos empresários

O pequeno empresário brasileiro está exposto atualmente a malefícios do sistema como nunca antes esteve. Os Bancos de Investimento, tanto estaduais, como nacional, o BNDES, fazem publicidade para empréstimo de dinheiro. Mas a empresa precisa estar sem pendências no Serasa, ora se a empresa passa dificuldade financeira, qual aquela que não apresenta algum tipo de ativo descoberto.

Não seria viável dentro do próprio empréstimo se negociar a quitação da dívida, a renegociação com juros do Banco de Desenvolvimento estadual ou não? O que temos visto, como por exemplo, a campanha do BDMG, em Minas Gerais, farta publicidade nos principais meios de comunicação, principalmente, televisivos e no site da instituição, a afirmação que a empresa, ou pequeno empresário, poderá solicitar o empréstimo mesmo com pendência de até R$ 7600,00 a prática, porém, é outra coisa, ligam e querem que as pendências sejam desbloqueadas, ou pagas, e que o cadastro esteja íntegro. Isso tudo complica a situação de demora de empresas que precisam de Capital para gerar mais Capital e obter pequena margem de lucro, muita das vezes, para a sobrevivência. O governo não se sensibiliza com isso e vê apenas a inadinplência e condena o inadinplente a amargura de 5 anos fora do mercado consumidor e de empréstimo. O que prejudica a economia como um todo.

É certo que nem todos são bons pagadores, honestos, como também no comércio, em suma, nas relações comerciais como um todo, a honestidade é bastante relativa, visto cada qual procurar aferir lucro, a oferta e procura e as leis de mercado que duram séculos e que alguns cartéis, máfias e até mesmo governos regulam com mão de ferro.

No entanto, haveria de se procurar uma medida de equilíbrio onde a sapiência fosse a mãe das virtudes, e a possibilidade de a pequena empresa, o empreendedor que luta a anos a fio e que pode comprovar sua honestidade, sem golpes no mercado, sem prejuízos a terceiros de relevâncias fiscal ou que posso desequilibrar ou falir outrem. Enfim, assim comprovado, como querem hoje premiar o bom pagador e colocar, como já está, no inferno o mau pagador, que muitas empresas de Telecomunicação, como a Claro, por exemplo, se a pessoa atraso, empresa ou individual, eles juntam o atrasado e o vencimento do próximo mês e manda uma fatura para arrebentar a pessoa. Se a pessoa não paga eles ainda vão e protestam o valor, não em parcelas, mas total.

O Banco Itaú, que se gaba, em seus comerciais de ser o maior banco da América Latina, agora associado ao Unibanco, nada de braçada nos juros no Brasil, e não tem advogado, não juiz, não tribunal que freie o apetite voraz desses capitalista, somente uma crise fiscal que houve nos USA e Europa, que está próxima de quebrar esses intrigantes senhores banqueiros. Pois, eles oferecem descontos para seus devedores de até 90% e quando a pessoa incauto negocia não sabe que depois sua dívida, se por infortúnio, deixar de pagar, será liquidado totalmente e seu nome vai para o Serasa com o débito, por exemplo de devia R$ 4.000,00 vai para 11.000,00 e se renegociar a dívida aumenta e se não pagar aumenta mais ainda e os protestos ficam assombrosamente desabonadores para a pessoa que deve. Afora as cartas de Cartórios do Ceará, que alguns advogados falam que é dívida vendida como dívida podre que o Banco sabe que não receberá.

A lógica perversa se o pequeno empresário, que geralmente, tem mais esclarecimento, um pouco mais de escolaridade e até mesmo é formado em alguma área onde exerce sua profissão em não encontrar apoio no Judiciário e no sistema financeiro, é a de que ele se marginaliza, procura outros meios de financiamento, onde já evidenciei isso várias vezes e outros escritos, cai na mão da agiotagem ou escritórios chamados de Factory, que nada mais são do que escritórios legalizados mas de fachadas de pequenos, médicos e grandes agiotas, que se enriquecem com a anuência de gerentes de bancos estatais, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, e principalmente, o Banco Itaú que joga dinheiro abundante nas contas desses homens e esses repassam de 5 até 15%, depende muito da necessidade e voracidade da agiotagem, que ainda usa métodos canhestros e sinistros para receber suas dívidas, desde surras, subtração de objetos pessoais na casa da pessoa, e até mesmo assassinatos. Tudo isso o sistema perverso econômico financeiro permite no Brasil, atualmente.

E, o pior, aqui no Brasil, é um dos países, em que se mata mais jornalista, do mundo devido, ele escrever e até mesmo denunciar irregularidades na área financeira. A máfia, esse nome, genérico para bandidagem organizada e sistemática, não perdoa, e a lei da selva, quando o Judiciário falha, e as leis financeiras propiciam riqueza para os mais poderosos, é a morte.

Marcelo dos Santos
jornalista profissinal
MTb 61.539 SP/SP

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Até quando juiz poderá passar por cima da Constituição do STF e soltar liminar que fere o Direito de expressão e a liberdade de imprensa?

Grande equívoco de juiz, ao proibir a Globo de noticias matérias do processo do Assassinato de Mariele Franco e Anderson Gomes. Não podemo...

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